Brasil
Responsible Fishing Practices in Brazil
The Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) held a debate for the joint development of public policies on the management of lost, abandoned, or discarded fishing equipment this Tuesday (16), in Brasília. Representatives from the Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), the United Nations Food and Agriculture Organization (FAO-UN), the Marinha do Brasil, the Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), the Conselho Nacional da Pesca e Aquicultura (CONAPE) and the Rede de Mulheres Pescadoras da Costa dos Corais attended the event.
The event kicked off with the National Workshop for Training and Collective Building of Normative Paths on Lost, Abandoned, or Discarded Fishing Gear in Brazil. The initiative is part of the GloLitter Partnerships project, which is led by FAO and the International Maritime Organization (IMO) in partnership with the ministry. It also has support from the MMA.
The issue in the world is estimated that about 15% of total marine litter comes from sea-based sources such as fisheries, shipping, recreation, oil and gas industry, and others. Litters have devastating effects on our oceans, marine life and human health. Reducing and preventing fishing-related litter is vital to safeguard the sustainability of our oceans.
With this, the Federal Government reinforces the dialogue to discuss challenges and collectively build support for improving the management of fishing-related litter. The reduction of any fishing gear or fishing-related trash that gets dumped into the sea, the conservation of aquatic ecosystems and the strengthening of fishery and ocean governance in the country are also among the workshop’s goals.
The first phase is about leveling ideas, then come the discussion circles, and finally, the systematization and agreement will take place.
Clique aqui para ler a versão em Português
Élen Gorski
Ana Célia Costa
Ministério da Pesca e Aquicultura
Brasil
Aedes aegypti: 49% dos municípios avaliados estão em situação de alerta ou risco
O Ministério da Saúde divulgou o resultado do 2º ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre maio e agosto de 2026. Dos 3.732 municípios que informaram dados, 49,2% apresentaram índices que indicam situação de alerta ou de risco para a presença do mosquito, transmissor da dengue, da chikungunya e da zika.
O levantamento identifica os principais tipos de criadouros do Aedes aegypti e é uma ferramenta estratégica para orientar as ações de vigilância, prevenção e controle nos territórios. Os resultados permitem que gestores locais direcionem as medidas de acordo com a situação encontrada em cada município.
Os dados mostram que a maior parte dos focos está em recipientes presentes no dia a dia da população. Vasos e pratos de plantas, garrafas e outros recipientes que podem acumular água correspondem a 42,3% dos criadouros identificados. Na sequência, aparecem os reservatórios de água, como caixas d’água e tonéis (26,1%), e pneus e resíduos sólidos, incluindo garrafas PET, latas e entulho (23%).
O perfil dos criadouros varia entre as regiões do país. Na Região Norte, predominam pneus e resíduos sólidos. Na Região Nordeste, destacam-se os recipientes utilizados para armazenamento de água. Já nas Regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, a maior concentração está em vasos, pratos de plantas, garrafas e outros recipientes.
Preparação para o período de maior risco
Com a aproximação do verão e as condições climáticas associadas ao El Niño, os resultados do LIRAa ajudam estados e municípios a se prepararem para o período de maior risco de proliferação do Aedes aegypti. Os resultados do LIRAa ajudam a identificar áreas em situação de alerta ou risco, reconhecer os principais tipos de criadouros e orientar ações antecipadas de prevenção e controle, de acordo com a realidade de cada território.
A eliminação de criadouros é uma medida fundamental, com atuação integrada da gestão, dos serviços de saúde, das equipes de agentes de combate às endemias e da população.
Ações de prevenção e controle
Os Agentes de Combate às Endemias (ACE) atuam na prevenção e no controle das arboviroses, com identificação e tratamento de criadouros que não podem ser eliminados, orientação da população e ações de vigilância. A atuação integrada com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) contribui para a articulação entre a Vigilância em Saúde e a Atenção Primária nos territórios. Até o fim deste ano, está prevista a formação de mais 300 mil profissionais.
As ovitrampas são dispositivos utilizados para monitorar a presença do Aedes aegypti a partir da coleta de ovos do mosquito e podem ajudar a identificar áreas com maior presença do vetor. A estratégia está presente em aproximadamente 2 mil municípios e fornece informações complementares aos indicadores obtidos pelo LIRAa, contribuindo para orientar as ações de vigilância e controle.
Entre as tecnologias de controle vetorial utilizadas no país estão a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI-Aedes) em imóveis especiais, como escolas, unidades de saúde e locais de grande circulação, as Estações Disseminadoras de Larvicida (EDL) e o método Wolbachia.
Cuidados dentro e fora de casa
A população também tem papel importante na prevenção. A orientação é fazer vistorias regulares em casa e nos espaços ao redor para identificar e eliminar locais que possam acumular água.
É importante verificar vasos e pratos de plantas, garrafas, baldes, pneus, calhas, ralos, caixas d’água e outros recipientes. Sempre que possível, eles devem ser esvaziados, descartados ou mantidos protegidos da chuva.
Caixas d’água, tonéis e cisternas devem permanecer bem fechados. Garrafas e baldes devem ser guardados virados para baixo, enquanto calhas e ralos precisam ser mantidos limpos. Pneus, latas, plásticos e entulhos devem receber destinação adequada.
Esses cuidados devem fazer parte da rotina durante todo o ano e ganham ainda mais importância nos períodos em que as condições ambientais favorecem a reprodução do Aedes aegypti.
Casos de dengue caem 70% em 2026
O Brasil registra queda de aproximadamente 70% nos casos prováveis de dengue em 2026, na comparação com o mesmo período de 2025. Até 26 de setembro, foram contabilizados 470,5 mil casos prováveis no país, contra 1,5 milhão no mesmo período do ano anterior.
Também houve redução nos registros de chikungunya e Zika. Foram contabilizados 67.902 casos de chikungunya, 43% a menos que os 118.885 registrados em 2025. Para Zika, foram 2.141 casos, 35% abaixo dos 3.724 casos registrados no mesmo período do ano anterior.
Os resultados do LIRAa reforçam a importância de manter as medidas de prevenção e controle do Aedes aegypti. Com a aproximação do verão e as condições climáticas associadas ao El Niño, a adoção antecipada dessas medidas por estados, municípios e população contribui para reduzir o risco de transmissão das arboviroses no próximo período sazonal.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
-
Esportes5 dias agoSantos vence o São Paulo no Morumbis e emenda quinta vitória seguida
-
Paraná5 dias agoMPPR celebra termo de ajustamento de conduta para organizar acolhimento de crianças e adolescentes em Joaquim Távora, Guapirama e Quatiguá
-
Agro3 dias agoChuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul
-
Agro6 dias agoChuva falha no Centro-Oeste e sobra no Sul na largada da safra
-
Política Nacional3 dias agoPiauí elege Marcelo Castro e Júlio César para o Senado
-
Educação2 dias agoPodMEC debate neurociência e educação
-
Educação5 dias agoCadernos de Gestão reúnem orientações para as redes de ensino
-
Agro5 dias agoChuva irregular aumenta risco de falhas no plantio da soja
