Brasil
Responsible Fishing Practices in Brazil
The Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) held a debate for the joint development of public policies on the management of lost, abandoned, or discarded fishing equipment this Tuesday (16), in Brasília. Representatives from the Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), the United Nations Food and Agriculture Organization (FAO-UN), the Marinha do Brasil, the Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), the Conselho Nacional da Pesca e Aquicultura (CONAPE) and the Rede de Mulheres Pescadoras da Costa dos Corais attended the event.
The event kicked off with the National Workshop for Training and Collective Building of Normative Paths on Lost, Abandoned, or Discarded Fishing Gear in Brazil. The initiative is part of the GloLitter Partnerships project, which is led by FAO and the International Maritime Organization (IMO) in partnership with the ministry. It also has support from the MMA.
The issue in the world is estimated that about 15% of total marine litter comes from sea-based sources such as fisheries, shipping, recreation, oil and gas industry, and others. Litters have devastating effects on our oceans, marine life and human health. Reducing and preventing fishing-related litter is vital to safeguard the sustainability of our oceans.
With this, the Federal Government reinforces the dialogue to discuss challenges and collectively build support for improving the management of fishing-related litter. The reduction of any fishing gear or fishing-related trash that gets dumped into the sea, the conservation of aquatic ecosystems and the strengthening of fishery and ocean governance in the country are also among the workshop’s goals.
The first phase is about leveling ideas, then come the discussion circles, and finally, the systematization and agreement will take place.
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Élen Gorski
Ana Célia Costa
Ministério da Pesca e Aquicultura
Brasil
Parque Nacional de Jericoacoara: dunas, lagoas e mar em um dos destinos mais fascinantes do Ceará
Localizado no litoral do Ceará, entre os municípios de Jijoca de Jericoacoara e Cruz, o Parque Nacional de Jericoacoara é um dos destinos praianos mais procurados e fotografados do Brasil. Criada em 2002, a unidade de conservação abrange cerca de 8,8 mil hectares de ecossistemas costeiros preservados, onde a vila de pescadores se conecta a uma natureza exuberante.
O parque contribui para a preservação de ecossistemas frágeis, como campos de dunas móveis, vegetação de restinga, manguezais e lagoas. Esse mosaico de habitats serve de refúgio para uma rica biodiversidade, incluindo tartarugas marinhas, cavalos-marinhos e diversas espécies de aves migratórias.
Os atrativos do parque agradam tanto quem busca descansar à beira-mar quanto quem pratica esportes aquáticos. O grande símbolo da unidade é a icônica Pedra Furada, formação rochosa esculpida pelo atrito das ondas. Outro ritual clássico dos visitantes é acompanhar o espetáculo do fim de tarde no topo da Duna do Pôr do Sol, um dos raros pontos do litoral brasileiro onde é possível ver o sol se despedir diretamente no mar.
A experiência no parque se completa com os tradicionais passeios de bugue ou quadriciclo pelas dunas rumo às lagoas de águas doces e cristalinas, como a Lagoa do Paraíso e a Lagoa Azul, famosas por suas redes estendidas sobre a água. Além disso, os ventos constantes que sopram na região fazem do destino um dos principais lugares do mundo para a prática de kitesurf e windsurf.
Como chegar
Para chegar ao Parque Nacional de Jericoacoara por via aérea, a opção mais prática é desembarcar no Aeroporto Regional de Jericoacoara (JJJ), no município de Cruz, a cerca de 30 km da vila.
Uma alternativa bastante usada é o desembarque pelo Aeroporto Internacional de Fortaleza (FOR), a aproximadamente 300 km de distância. A partir da capital cearense, o trajeto até a vila pode ser feito em ônibus, transfer privativo ou carro alugado. No trecho final, é obrigatório usar veículos 4×4 para percorrer as estradas de areia que dão acesso ao destino.
Ao chegar à vila, a circulação de veículos particulares é restrita para preservar o ecossistema e manter a tranquilidade do local. Por isso, o deslocamento é feito em veículos 4×4 credenciados, bugues ou a pé pelas ruas de areia. Os visitantes também devem efetuar o pagamento da taxa de turismo sustentável, cobrada pela prefeitura local.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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