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Castrolanda conquista certificação internacional FSSC 22000 na Unidade de Batata Frita e reforça padrão global de segurança de alimentos

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A Unidade de Batata Frita (UBF) da Castrolanda, localizada em Castro (PR), alcançou um novo patamar de qualidade e gestão ao obter a certificação internacional FSSC 22000 (Food Safety System Certification), uma das mais reconhecidas do mundo em segurança de alimentos.

O selo confirma que a operação segue rigorosos padrões globais de controle, rastreabilidade, prevenção de riscos e melhoria contínua, fortalecendo a credibilidade da unidade junto a clientes, parceiros e consumidores.

Certificação internacional reforça segurança e controle de processos

O processo de certificação teve início em 2023 e envolveu uma reestruturação ampla das práticas internas, com revisão de processos, investimentos em melhorias operacionais e fortalecimento da cultura de segurança de alimentos entre as equipes.

Reconhecida pela Global Food Safety Initiative (GFSI), a FSSC 22000 é uma certificação que integra requisitos internacionais de gestão, garantindo que os alimentos sejam produzidos dentro dos mais altos padrões de qualidade e segurança em toda a cadeia produtiva.

Compromisso coletivo e evolução operacional

Segundo a coordenadora da Unidade de Batata Frita, Marina Manfroi Maschio Kiefer, a conquista é resultado de um trabalho contínuo de transformação organizacional.

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Ela destaca que a certificação representa a consolidação de uma jornada construída ao longo dos últimos anos, com foco em melhoria de processos e engajamento das equipes.

Além do reconhecimento técnico, a unidade reforça o avanço na cultura interna de segurança de alimentos, com práticas mais robustas de controle, padronização e prevenção de riscos.

Ganhos estratégicos e ampliação de mercado

Para o gerente executivo de Negócios Batata, Cassiano Carrano, a certificação posiciona a unidade em um novo nível de competitividade dentro do setor de alimentos processados.

Segundo ele, o reconhecimento internacional amplia o acesso a mercados mais exigentes, incluindo redes varejistas e marcas globais que demandam certificações de alto padrão.

Além do impacto comercial, a certificação também contribui para ganhos operacionais, como maior eficiência, redução de desperdícios e mitigação de falhas produtivas.

Carrano ressalta ainda que a iniciativa fortalece a responsabilidade da indústria em garantir alimentos seguros em todas as etapas da produção, consolidando uma cultura interna baseada em boas práticas e controle rigoroso de processos.

Castrolanda fortalece posição no setor de alimentos industrializados

A certificação marca um novo ciclo para a unidade, que passa a operar em conformidade com padrões internacionais ainda mais exigentes, ampliando sua relevância no mercado de alimentos congelados e processados.

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A UBF foi criada em 2003 com o objetivo de agregar valor à produção dos cooperados da Castrolanda. Desde então, evoluiu como uma indústria especializada na produção para marcas próprias de parceiros comerciais.

Com foco em qualidade, eficiência e regularidade no fornecimento, a unidade segue ampliando sua estrutura de gestão e alinhamento às melhores práticas da indústria alimentícia global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agronegócio atingem US$ 16 bilhões em maio e representam mais da metade das vendas externas do Brasil

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O agronegócio brasileiro voltou a demonstrar sua força no comércio internacional em maio de 2026. As exportações do setor alcançaram US$ 16 bilhões, avanço de 8,2% em comparação com o mesmo mês do ano passado, consolidando o agro como responsável por 50,2% de todas as exportações brasileiras no período.

Os dados reforçam a relevância estratégica do setor para a economia nacional e mostram um cenário de expansão sustentado tanto pelo aumento dos volumes embarcados quanto pela valorização dos produtos exportados.

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, as vendas externas do agronegócio somaram US$ 70,5 bilhões, crescimento de 4,6% sobre igual período de 2025 e o maior valor já registrado para o intervalo de janeiro a maio.

Enquanto o volume exportado cresceu 3,6% em maio, os preços médios dos produtos vendidos ao exterior avançaram 4,4%, contribuindo para o desempenho positivo da balança comercial do setor.

As importações de produtos agropecuários totalizaram US$ 1,6 bilhão, queda de 3,6% na comparação anual. Com isso, o saldo comercial do agronegócio alcançou superávit de US$ 14,4 bilhões no mês, aumento de 9,7%.

China amplia liderança entre os principais compradores

A China permaneceu como o principal destino das exportações do agro brasileiro. Em maio, o país asiático adquiriu US$ 6,3 bilhões em produtos agropecuários brasileiros, crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2025.

Com participação próxima de 40% na pauta exportadora do setor, os chineses seguem como principal parceiro comercial do agronegócio nacional.

A União Europeia manteve a segunda colocação, com importações de US$ 2,4 bilhões e participação de 15% nas exportações do setor. O bloco registrou crescimento de 5,4% nas compras em relação ao ano anterior.

Os Estados Unidos apareceram na terceira posição, com aquisições de US$ 837 milhões. Apesar da participação de 5,2% na pauta exportadora, o mercado norte-americano apresentou retração de 28% em comparação a maio de 2025.

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Além dos grandes mercados tradicionais, países como Bangladesh, Tailândia, Vietnã, Paquistão, Turquia e Jordânia ampliaram significativamente suas compras de produtos brasileiros, fortalecendo a estratégia de diversificação dos destinos das exportações.

Soja mantém liderança e carnes batem recordes históricos

A soja em grãos continuou sendo o principal produto exportado pelo agronegócio brasileiro. As vendas externas da commodity alcançaram US$ 6,3 bilhões em maio, crescimento de 14,6% frente ao mesmo período do ano anterior.

O volume embarcado chegou a 14,8 milhões de toneladas, alta de 5,1%, confirmando a competitividade da produção brasileira no mercado internacional.

Outro destaque foi o desempenho das proteínas animais, que registraram recordes históricos de valor e volume exportado para o mês de maio.

As exportações de carne bovina in natura atingiram US$ 1,7 bilhão, avanço expressivo de 50,2% na comparação anual. Os embarques totalizaram 262 mil toneladas, aumento de 20,2%.

A China permaneceu como principal destino da proteína bovina brasileira, respondendo por US$ 1 bilhão em compras, o equivalente a 61,4% das exportações do segmento.

A carne de frango também apresentou desempenho recorde. As exportações somaram US$ 883 milhões, crescimento de 40%, enquanto o volume embarcado alcançou 442 mil toneladas, avanço de 32,3%.

O resultado evidencia a confiança dos mercados internacionais na produção brasileira, com embarques destinados a mais de 135 países ao longo do mês.

Já a carne suína in natura registrou exportações de US$ 278 milhões, alta de 1,4%, e embarques de 111 mil toneladas, crescimento de 5%, também estabelecendo novo recorde para maio.

Complexo soja, algodão e proteínas impulsionam crescimento

Entre os segmentos de maior destaque nas exportações do agronegócio, o complexo soja liderou com US$ 7,5 bilhões em vendas externas, crescimento de 16,3% em relação a maio de 2025.

As proteínas animais movimentaram US$ 3,2 bilhões, avanço de 38%, enquanto o segmento de fibras e produtos têxteis alcançou US$ 483 milhões, crescimento de 39,6%.

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Produtos específicos também apresentaram resultados expressivos. O óleo de milho registrou exportações de US$ 28,5 milhões, aumento de 798%. O algodão alcançou US$ 450 milhões em vendas externas, crescimento de 45,3%, enquanto as miudezas de frango somaram US$ 62,5 milhões, alta de 20,5%.

A pauta exportadora brasileira também ganhou maior diversificação com o avanço de produtos como sementes de gergelim, rações para animais domésticos, amendoim, arroz, óleo de milho, pães, biscoitos, produtos de pastelaria e erva-mate, todos com resultados recordes em valor ou volume exportado.

DDG ganha espaço e amplia presença internacional

O DDG (Dried Distillers Grains), subproduto da indústria de etanol de milho amplamente utilizado na alimentação animal, vem se consolidando como uma importante alternativa na pauta exportadora brasileira.

Entre janeiro e maio de 2026, as exportações do produto alcançaram US$ 130 milhões, crescimento de 37,7%. O volume embarcado chegou a 555 mil toneladas, avanço de 30,5% e recorde histórico para o período.

O desempenho acompanha o trabalho de abertura de mercados realizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Desde 2023, o Brasil conquistou acesso a 21 novos mercados para o DDG.

Nos cinco primeiros meses deste ano, os principais destinos foram China, Turquia, Vietnã e Nova Zelândia.

Diversificação e abertura de mercados fortalecem o agro brasileiro

O desempenho das exportações em maio reforça a capacidade do agronegócio brasileiro de atender à crescente demanda global por alimentos, fibras, energia renovável e insumos agroindustriais.

Além da força de cadeias tradicionais como soja e proteínas animais, o avanço de produtos de maior valor agregado e a ampliação do acesso a novos mercados vêm reduzindo a dependência de poucos compradores e fortalecendo a presença do Brasil no comércio internacional.

Com recordes sucessivos nas exportações e expansão dos mercados consumidores, o agronegócio segue como principal motor do superávit comercial brasileiro e um dos pilares do crescimento econômico do país em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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