Paraná
Gaeco cumpre mandados em Morretes e Antonina em investigação de possíveis crimes com participação de advogada e servidor terceirizado da Polícia Penal
O Núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou na manhã desta quarta-feira, 10 de junho, a Operação Fidúcia, com o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão em Antonina e Morretes.
Áudio do Promotor de Justiça Vinicius Fernando Zonatto
A ação tem como objetivo investigar um aparente esquema voltado à prática de crimes de extorsão e corrupção ativa envolvendo presos. Entre os investigados, estão uma advogada e um servidor terceirizado vinculado à Polícia Penal do Paraná.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo de Garantias da Vara Criminal de Antonina. Na operação, que contou com apoio da Polícia Penal, foram apreendidos telefones celulares dos investigados.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Gaeco cumpre três mandados de busca em Irati e Fazenda Rio Grande em ação que investiga tráfico de drogas e lavagem de dinheiro a partir da Operação Ruína
O Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná deflagrou na manhã desta quinta-feira, 24 de setembro, a Operação Target, com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, e Irati, nos Campos Gerais. O objetivo é aprofundar as investigações sobre uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas e à prática de lavagem de dinheiro.
As ordens judiciais, expedidas pelo Juízo de Garantias de Curitiba, levaram à apreensão de aparelhos celulares, documentos, diversas anotações e outros materiais, que serão analisados pelas equipes de investigação técnica para fortalecer o conjunto probatório e esclarecer a dinâmica do esquema criminoso.
A atual etapa da apuração busca responsabilizar integrantes do grupo criminoso que já havia sido alvo de uma denúncia do Ministério Público em 2025, no âmbito da Operação Ruína. Naquela ocasião, as pessoas que agora figuram como alvo das buscas ainda não haviam sido identificadas.
O nome escolhido para a operação faz referência à palavra “alvo” em inglês e destaca a identificação precisa dos suspeitos, alcançada como resultado de um minucioso trabalho de investigação.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
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(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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