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Política Nacional

Comissão debate impactos do setor de rochas naturais no Brasil

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A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (9), a importância e os impactos do setor de rochas naturais no Brasil.

O debate será realizado às 14 horas em plenário a ser definido.

Veja quem foi convidado para o debate

O debate atende a pedido do deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), e das deputadas Silvia Waiãpi (PL-AP) e Greyce Elias (PL-MG).

Evair Vieira de Melo explica que existem cerca de 1,5 mil pedreiras em operação no Brasil e mais de 10 mil empreendimentos ligados ao setor. As rochas naturais podem ser usadas em ambientes internos e externos, em estruturas, decoração e criações artísticas.

O parlamentar acrescenta que o Brasil tem mais de 1.200 variedades de rochas naturais e destaca o potencial de aproveitamento de subprodutos do processo extrativo e industrial.

“As exportações brasileiras de materiais rochosos naturais de ornamentação e revestimento somaram a monta de aproximadamente mais de US$ 987,4 milhões e 2,16 milhões de toneladas só em 2020, consoante dados fornecidos na Comex Stat”, afirma o parlamentar.

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Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissões debatem construção da Companhia Siderúrgica do Pecém

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As comissões de Desenvolvimento Econômico; e de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados debatem, nesta terça-feira (9), a situação da construção da Companhia Siderúrgica do Pecém, no Ceará, em razão da autofalência da empresa responsável pela obra, a Posco Engenharia e Construção do Brasil, subsidiária da multinacional sul-coreana Posco Engineering & Construction Co. & Posco Holdings Inc.

O debate será realizado às 9h30, em plenário a ser definido.

Veja quem foi convidado para o debate

A reunião atende a requerimentos apresentados pelos deputados Luiz Gastão (PSD-CE) e Moses Rodrigues (União-CE).

Luiz Gastão explica que o contrato com a Posco ultrapassou US$ 5,5 bilhões. Apesar de o contrato ter sido integralmente pago, segundo o deputado, a empresa deixou um passivo que pode alcançar R$ 1 bilhão, com dívidas trabalhistas, tributárias e comerciais.

“Credores apontam que a empresa teria remetido recursos ao exterior, mantendo no Brasil apenas uma estrutura incapaz de honrar os compromissos assumidos. Há também indícios de subavaliação de dívidas tributárias, o que pode representar prejuízo significativo à arrecadação estadual e federal, com estimativas que superam R$ 200 milhões”, afirma Gastão.

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Moses Rodrigues acrescenta que dezenas de empresas brasileiras foram prejudicadas pelo colapso da operação, algumas sendo levadas, inclusive, ao fechamento de suas atividades.

“Diante da gravidade e da repercussão econômica e social do caso, é imprescindível esclarecer o impacto fiscal para o Estado do Ceará e para a União, a extensão dos prejuízos sofridos por empresas brasileiras e a atuação da empresa contratante e eventuais responsabilidades”, ressalta Rodrigues.

Segundo os parlamentares, por se tratar de um empreendimento realizado em Zona de Processamento de Exportação (ZPE) no Ceará, é necessário também esclarecer aspectos relacionados ao regime especial, aos benefícios fiscais concedidos e aos impactos sobre a arrecadação.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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