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MAC Paraná terá mostras dentro da programação da 16ª edição da Bienal de Curitiba

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O Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) participa como um dos espaços expositivos da 16ª Bienal Internacional de Curitiba, que em 2026 traz o tema “LIMIARES”. Sob a curadoria de Adriana Almada e Tereza de Arruda, a edição deste ano propõe uma reflexão sobre as fronteiras fluidas entre o humano, o natural e o tecnológico.

As atividades no museu começam no dia 09 de junho, às 16h30, na Sede Adalice Araújo, com a abertura da mostra do CUBIC (Circuito Universitário da Bienal Internacional de Curitiba), intitulada “Fragmentos da Serpente” e com curadoria de Simone Landal.

Em sua 5ª edição, o CUBIC funciona como uma plataforma de formação e visibilidade para a produção acadêmica, apresentando trabalhos de estudantes de graduação e pós-graduação que dialogam diretamente com o conceito curatorial da Bienal. A coordenação-geral é de Denise Bandeira e coordenação-executiva de Renan Archer. 

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Já no dia 14 de junho, data oficial de abertura da Bienal Internacional, o MAC Paraná inaugura duas mostras em suas salas 08 e 09 do MAC no MON. A sala 08 recebe a exposição coletiva “Camuflagens” que tem curadoria de Royce W. Smith. Simultaneamente, a sala 09 recebe a mostra individual “Cartografia Provisória” de Max de Esteban com curadoria assinada por Adriana Almada e Ferrán Baremblit.

As exposições permanecem em cartaz até 15 de novembro de 2026, integrando um circuito que se estende por diversos museus da Capital e mais de 30 cidades do Interior do Paraná.

Fonte: Governo PR

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Operação Bioma Seguro termina com R$ 3,8 milhões em multas por diversos crimes ambientais

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O Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), divulgou nesta quarta-feira (3) o resultado da Operação Bioma Seguro, que fiscalizou ações de pesca predatória, desmatamento ilegal e uso irregular da água. A força-tarefa ocorreu entre os dias 22 e 29 de maio em seis municípios das regiões Central e Centro-Sul do Paraná: Guarapuava, Porto Barreiro, Rio Bonito do Iguaçu, Laranjeiras do Sul, Quedas do Iguaçu e Virmond.

Ao todo, foram lavrados 57 Autos de Infração Ambiental (AIA), com a aplicação de R$ 3.827.305,00 em multas. Houve, ainda, o embargo para regeneração de uma área de 51,72 hectares, o equivalente a 72 campos de futebol.

Rio Bonito do Iguaçu, cidade do Centro-Sul do Paraná que foi atingida por um tornado no início de novembro de 2025, concentrou quase metade das ocorrências (28), seguido de Porto Barreiro (12), Guarapuava (8), Laranjeiras do Sul (4), Quedas do Iguaçu (4) e Virmond (1).

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“O objetivo de operações como essa é intensificar o monitoramento e controle de atividades potencialmente causadoras de impacto ao meio ambiente. Foram mais de 80 vistorias, em diversos municípios, que desencadearam quase R$ 4 milhões em multas por danos ambientais”, destacou a diretora de Licenciamento e Outorga do IAT, Ivonete Coelho da Silva Chaves.

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Entre as principais irregularidades verificadas durante a operação estão o corte de vegetação sem autorização; utilização de poço sem outorga para o uso da água; captação de água acima do permitido; e beneficiamento de madeira oriunda de espécie ameaçada de extinção. Um único proprietário, de Rio Bonito do Iguaçu, foi autuado em R$ 857 mil por diferentes crimes contra o meio ambiente.

“Há instrumentos essenciais para a conservação do meio ambiente, como a outorga para o uso da água, que precisam ser respeitados como forma de garantir o uso sustentável dos recursos naturais”, afirmou Ivonete.

CRIME – Quem pratica o desmatamento ilegal está sujeito a penalidades administrativas previstas na Lei Federal nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais) e no Decreto Federal nº 6.514/08 (Condutas Infracionais ao Meio Ambiente). O responsável também pode responder a processo por crime ambiental.

O valor arrecadado com as infrações é repassado integralmente ao Fundo Estadual do Meio Ambiente. A reserva financeira tem como finalidade financiar planos, programas ou projetos que objetivem o controle, a preservação, a conservação e a recuperação do meio ambiente, conforme a Lei Estadual 12.945/2000.

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COMO AJUDAR – A denúncia é a melhor forma de contribuir para minimizar cada vez mais os crimes contra a flora e a fauna silvestres. O principal canal do Batalhão Ambiental é o Disque- Denúncia 181, o qual possibilita que seja feita uma análise e verificação in loco de todas as informações recebidas do cidadão.

No IAT, a denúncia deve ser registrada junto ao serviço de Ouvidoria, disponível no Fale Conosco, ou nos escritórios regionais. É importante informar a localização e os acontecimentos de forma objetiva e precisa. Quanto mais detalhes sobre a ocorrência, melhor será a apuração dos fatos e mais rapidamente as equipes conseguem realizar o atendimento.

Fonte: Governo PR

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