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Brasil

Ministro Luiz Marinho participa da 114ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participa, na semana que vem, da 114ª Conferência Internacional do Trabalho (CIT), realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, na Suíça. O evento teve início em primeiro de junho e seguirá até o dia 12 deste mês.

Considerado o principal fórum global sobre o mundo do trabalho, o encontro reúne delegações tripartites de diversos países para discutir temas como direitos trabalhistas, regulação do trabalho em plataformas digitais, impactos da inteligência artificial e promoção do trabalho decente.

Durante a programação, o ministro Marinho cumpre agenda com reuniões multilaterais, bilaterais e participação em sessões plenárias, além de encontros de alto nível sobre cooperação internacional e transição justa.

Destaques da agenda

  • Participação em reuniões do Grupo de Países da América Latina e Caribe (GRULAC) e articulações diplomáticas

  • Discurso em sessões plenárias da Conferência

  • Reuniões bilaterais com países como Suíça, Peru e México

  • Participação em reunião ministerial sobre Transição Justa

  • Atuação em iniciativas de cooperação sul-sul e economia social e solidária

Serviço

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Evento: Participação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, na 114ª Conferência Internacional do Trabalho (OIT)
Data: 8 a 11 de junho de 2026
Local: Genebra, Suíça

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Brasil

Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado

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Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual.

A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado.

Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação.

No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização.

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As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado.

A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas.

O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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