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Viaje Paraná apresenta turismo estadual a profissionais do setor fiscal, em Foz do Iguaçu

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O Viaje Paraná, órgão vinculado à Secretaria do Turismo (Setu-PR), apresentou nesta terça-feira (19) as conquistas e o avanço do Estado no mercado turístico nacional e internacional a cerca de 380 participantes IV Encontro dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil – Caminhos do Sul, que acontece em Foz do Iguaçu.

O evento tem o apoio do Viaje Paraná e de outras organizações e é realizado pelas Associações dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil do Rio Grande do Sul (ANFIP-RS), Santa Catarina (ANFIP-SC) e Paraná (ANFIP-PR). O encontro reúne profissionais dos três estados.

Segundo Marcelo Martini, diretor de Operações do Viaje Paraná, a participação no encontro dos auditores integra as estratégias de aproximar o turismo de diferentes áreas, posicionando o setor como um motor de desenvolvimento econômico e social. “Além de mostrar como o setor está bem posicionado, o Estado também valoriza o seu potencial no Turismo de Negócios e Eventos, o MICE. As programações e grandes encontros também movimentam a economia e o turismo do Paraná, trazendo pessoas que vão usar serviços, como hotéis, restaurantes e demais atividades”, disse Martini.

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No encontro, ele mostrou os indicadores positivos, como o número de turistas estrangeiros no Estado, que é um dos que mais recebe visitantes de outros países, chegando ao recorde de mais de 1,064 milhão no ano passado. Também foi destacado o trabalho do Viaje Paraná, que já alcançou mais de 30 mil agentes de viagens e empresários do setor, do Brasil e Exterior, com apresentações sobre o potencial do Estado em turismo, o que tem levado a resultados concretos em movimento da atividade.

Fora a parte teórica, os participantes, principalmente os de fora do Estado, têm ao longo dos dias a oportunidade única de conhecer a série de atrativos de Foz do Iguaçu: além das imponentes Cataratas, o município abriga o Parque Nacional do Iguaçu, segundo mais visitado do Brasil em 2025; o Parque das Aves; o Marco das Três Fronteiras, as trilhas demarcadas; o Iguassu Secret Falls; o Turismo de Base Comunitária no Quilombo Apepu. Os auditores fiscais também podem aproveitar a rede hoteleira do município, que é uma das mais qualificadas do Paraná.

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Fonte: Governo PR

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A partir de ação do Ministério Público, Judiciário determina a suspensão de atividades clandestinas de empresa voltada à prática de esportes radicais em Castro

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A partir de pedido do Ministério Público do Paraná, a Vara Cível de Castro, nos Campos Gerais, determinou que uma empresa que vem prestando serviços de esportes radicais de alto risco sem autorização suspenda imediatamente todas as operações. A decisão liminar responde a ação civil pública ajuizada pela 3ª Promotoria de Justiça de Castro após apuração que demonstrou que a empresa vem promovendo, organizando e comercializando, de forma clandestina e sem as mínimas condições técnicas de segurança, atividades de bungee jump, rope jump, rapel e pêndulo humano.

A partir do recebimento de representação anônima em junho deste ano, a Promotoria de Justiça constatou que a empresa possuía alvará municipal restrito a serviços operacionais e comerciais (como limpeza predial, impermeabilização, serviços administrativos e comércio atacadista), sem ter licença ou autorização específica para operar no ramo de turismo de aventura ou esportes de alto risco.

Reiteração – Antes da judicialização pelo Ministério Público, o Município de Castro já havia notificado a empresa e lavrado termo de interdição após fiscalizações em locais como a Ponte Férrea sobre o Rio Iapó e a Rua Antônio Schendroski. Contudo, o empreendimento manteve a exploração econômica, apenas alterando os locais dos eventos no intuito de esquivar-se da fiscalização municipal – também foram identificadas atividades na Pedreira do Parque Lacustre II. Mesmo sem apresentar a documentação exigida pelos órgãos oficiais, como projetos estruturais, Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), laudos de equipamentos, plano de gestão de riscos, contingência e atendimento emergencial, a empresa continuou a realizar as atividades e utilizar as redes sociais para atrair o público e divulgar novos eventos. Na ação, a Promotoria de Justiça demonstra inclusive que as atividades contariam com a participação de crianças e adolescentes, o que torna mais grave a situação.

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A decisão determina que a paralisação dure até a regularização cadastral e técnica da empresa junto à Prefeitura, ao Corpo de Bombeiros e demais órgãos competentes, sob pena de multa de R$ 10 mil por ato de descumprimento, que deverá incidir sobre cada salto, evento, contratação ou publicação em redes sociais, entre outras atividades.

No mérito da ação, a Promotoria de Justiça pleiteia ainda a confirmação definitiva da suspensão dos serviços e a condenação da empresa ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais coletivos, valor a ser revertido ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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