Agro
Exportação de madeira cresce 4% via TCP e consolida Paranaguá como corredor estratégico do agronegócio
TCP fortalece liderança nas exportações de madeira no Sul e Sudeste
A TCP ampliou sua participação no mercado de exportação de madeira e consolidou a liderança logística no segmento na região Sul e Sudeste do Brasil.
No primeiro trimestre de 2026, o terminal movimentou 27.909 TEUs de produtos florestais, volume equivalente a aproximadamente 364 mil toneladas, crescimento de 4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Com o avanço, a TCP passou a concentrar 37% de participação de mercado nos embarques de madeira em sua região de influência, formada principalmente pelos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.
Os dados foram compilados pela plataforma Dataliner e analisados pela equipe de inteligência de mercado do terminal.
Mudanças no comércio global impulsionam exportações brasileiras
O crescimento das operações ocorre em um cenário internacional marcado por mudanças nas rotas comerciais e maior busca por previsibilidade logística.
As incertezas envolvendo tarifas globais e as expectativas em torno do acordo entre Mercosul e União Europeia têm incentivado exportadores brasileiros a diversificar mercados e fortalecer operações em corredores logísticos mais eficientes.
Entre os principais destinos da madeira exportada via TCP no primeiro trimestre de 2026, o México liderou as compras, com cerca de 55 mil toneladas embarcadas. Na sequência aparecem os Estados Unidos, com 54 mil toneladas, e a Alemanha, com 31 mil toneladas importadas.
Paraná lidera embarques de produtos florestais
O estado do Paraná concentrou a maior parte da carga exportada pelo terminal, com aproximadamente 255 mil toneladas movimentadas no período.
Santa Catarina aparece na sequência, com 89 mil toneladas, enquanto Mato Grosso respondeu por cerca de 9 mil toneladas exportadas.
Os principais produtos embarcados incluem:
- Madeira compensada;
- Madeira serrada;
- Painéis de fibras;
- Madeira perfilada;
- Produtos de marcenaria voltados à construção civil.
Infraestrutura logística sustenta expansão da TCP
Segundo a empresa, a ampliação da participação no mercado está diretamente ligada à eficiência operacional e à estrutura logística oferecida pelo terminal.
De acordo com Fabio Mattos, a confiabilidade da operação se tornou diferencial competitivo para o setor florestal.
“O aumento da participação de mercado na exportação de madeira está diretamente relacionado à confiabilidade da infraestrutura e à qualidade do atendimento oferecido pela TCP aos clientes do segmento”, afirmou.
Entre os diferenciais operacionais estão as 23 escalas semanais regulares conectando Paranaguá aos principais mercados internacionais, além do período de sete dias de armazenagem gratuita para cargas de exportação.
A estrutura também conta com armazém alfandegado próprio, conexão ferroviária direta à zona primária e investimentos recentes em expansão operacional.
Expansão ferroviária e aumento do calado ampliam competitividade
Desde 2026, o terminal passou a operar com calado máximo de 13,30 metros, permitindo maior capacidade de carga por embarcação e ganhos de eficiência logística.
Além disso, a expansão da malha ferroviária em andamento deverá ampliar em aproximadamente 20% a capacidade operacional do modal dentro da TCP.
Segundo a companhia, os investimentos reforçam o posicionamento do terminal como plataforma estratégica para exportadores brasileiros que buscam acesso mais competitivo aos mercados internacionais.
Exportações de madeira ganham importância estratégica para o Brasil
O avanço da movimentação de produtos florestais reforça a relevância do setor madeireiro na pauta exportadora brasileira e evidencia a crescente demanda internacional por produtos industrializados da cadeia florestal.
Com infraestrutura ampliada, maior integração logística e expansão das rotas comerciais, a TCP busca consolidar Paranaguá como um dos principais corredores de exportação de madeira do país nos próximos anos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Exportação de açúcar do Brasil ganha força em maio e line-up supera 1,8 milhão de toneladas
Line-up de açúcar cresce nos portos brasileiros
O line-up de exportação de açúcar nos portos brasileiros voltou a avançar em maio, reforçando o forte ritmo dos embarques do setor sucroenergético em 2026.
Levantamento da agência marítima Williams Brasil aponta que 47 navios aguardavam carregamento de açúcar na semana encerrada em 13 de maio, acima das 43 embarcações registradas na semana anterior.
O volume total programado para exportação alcança 1,837 milhão de toneladas, contra 1,791 milhão de toneladas na semana passada, indicando continuidade da forte movimentação logística nos principais portos do país.
Porto de Santos concentra maior volume de açúcar
O Porto de Santos segue liderando os embarques brasileiros de açúcar, concentrando a maior parte da carga prevista para exportação.
Confira os volumes programados por porto:
- Porto de Santos: 1.465.638 toneladas
- Porto de Paranaguá: 270.589 toneladas
- Porto de São Sebastião: 56 mil toneladas
- Porto de Maceió: 9,8 mil toneladas
- Porto do Recife: 21.943 toneladas
- Porto de Suape: 14 mil toneladas
O line-up considera navios já atracados, embarcações em espera e aquelas com previsão de chegada até 8 de junho.
Açúcar VHP domina exportações brasileiras
A maior parte da carga programada corresponde ao açúcar VHP, principal produto exportado pelo Brasil no segmento.
Do total previsto:
- 1.775.970 toneladas são de açúcar VHP;
- 56 mil toneladas equivalem a VHP ensacado;
- 6 mil toneladas correspondem ao açúcar refinado A45.
O cenário confirma a forte presença brasileira no mercado global de açúcar bruto, especialmente voltado às refinarias internacionais.
Exportações avançam em volume, mas preços recuam
Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que as exportações brasileiras de açúcar e melaços seguem em ritmo acelerado em maio.
A receita diária média obtida com os embarques alcança US$ 48,092 milhões nos cinco primeiros dias úteis do mês.
O volume médio diário exportado chega a 136,651 mil toneladas.
Na parcial de maio, o Brasil embarcou 683.255 toneladas de açúcar, gerando receita de US$ 240,461 milhões.
O preço médio da commodity ficou em US$ 351,90 por tonelada.
Volume sobe mais de 28%, mas preço médio cai
Na comparação anual, o setor registra crescimento expressivo no volume exportado.
O embarque médio diário avançou 28,4% frente às 106,386 mil toneladas registradas em maio de 2025.
Já a receita diária apresenta alta moderada de 1,1% na comparação anual.
Por outro lado, o preço médio do açúcar exportado caiu 21,3% em relação aos US$ 447,10 por tonelada observados no mesmo período do ano passado.
O movimento reflete a maior oferta global da commodity, além da pressão exercida pelas oscilações internacionais do mercado de açúcar.
Mercado acompanha clima, produção e demanda global
O setor sucroenergético segue atento às condições climáticas no Centro-Sul do Brasil, ao ritmo da moagem e à demanda internacional, especialmente de grandes importadores asiáticos e do Oriente Médio.
Além disso, o comportamento do câmbio continua influenciando diretamente a competitividade do açúcar brasileiro no mercado externo, impactando preços e margens de exportação.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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