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Com o tema mulheres na ciência, a Olimpíada Nacional de História do Brasil bate recorde de inscrições

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A 18ª Olimpíada Nacional em História do Brasil de 2026 bateu o recorde de inscrições. Estão participando 64 mil equipes e 250 mil estudantes do ensino médio e fundamental de todo o País. Em 2025, foram 57,1 mil equipes e aproximadamente 225 mil competidores. Os inscritos estão na primeira fase da competição, que consiste em prova on-line de multipla escolha e que pode ser cumprida até sábado (17). Oitenta por cento dos participantes permanecerão na corrida pela medalha. A segunda fase se inicia em 11 de maio.

Neste ano, a competição tem como tema Mulheres Cientistas, Mulheres na Ciência, o mesmo assunto escolhido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) e os eventos de popularização da ciência.

A coordenadora da olimpíada e professora do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Cristina Meneguello, observa que o tema da edição acompanha os recentes avanços em políticas públicas de equidade para mulheres na carreira científica. “Algo que abordamos logo na introdução da prova é justamente o que nós chamamos de efeito tesoura, que é a diferença nos números de mulheres na graduação, e na pós-graduação, comparados aos de cargos de liderança ocupado por elas”, explicou.

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Ao responderem as questões da olimpíada, os participantes são estimulados a refletir sobre a dimensão histórica das mulheres cientistas. “É muito importante a gente chamar a atenção dos jovens para as mulheres que já são cientistas e aquelas que estão se formando, mas também para as meninas na escola, que estão sonhando com a carreira das ciências”, conclui Cristina.

A olimpíada

A ONHB é uma olimpíada do conhecimento voltada a estudantes da educação básica que ocorre anualmente. As equipes, compostas por três estudantes e um professor orientador, trabalham de forma colaborativa durante seis fases. Neste ano, a final ocorrerá presencialmente em 29 de agosto, na Unicamp, em Campinas (SP), e a premiação será em 30 de agosto.

Lançada em 2009, a Olimpíada Nacional de História do Brasil é promovida pela Unicamp com apoio do MCTI, via chamada pública.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Semana do Trabalhador e da Trabalhadora mostra a força da economia solidária

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Do artesanato ao hortifrúti, quem passou pela Semana do Trabalhador e da Trabalhadora, organizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na Esplanada dos Ministérios entre os dias 4 e 8 de maio, pôde conferir esses e muitos outros produtos expostos e comercializados na feira promovida pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes).

Ao todo, foram 30 estandes que reuniram mais de 50 empreendimentos de economia solidária do Distrito Federal e do Entorno. Entre eles, estava a banca do José Roberto Machado, que atua no ramo da agricultura familiar e é conhecido como Zé do Coco, apelido que ganhou por ter sido um dos fundadores da Cooperativa de Coco do DF. A iniciativa recicla e dá nova utilidade às cascas de coco, que são transformadas em vasos, tapetes, estofamentos para carros, adubos e diversos outros produtos.

Na Semana do Trabalhador e da Trabalhadora, a equipe de Zé, composta majoritariamente por assentados e agricultores familiares, expôs produtos produzidos de forma artesanal. “Aqui nós temos produtos caseiros, como flocão, café orgânico e broa de milho”, destacou. O feirante ressaltou a importância da economia solidária e da agricultura familiar para a preservação ambiental e para a produção de alimentos saudáveis.

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Já o artesão Alex Magno, que trabalha com placas e imãs personalizados, destacou a possibilidade de alcançar diferentes públicos do Distrito Federal. “Aqui você tem um público muito diversificado, amplo. Isso permite expor o seu produto para uma variedade muito grande de pessoas”, ressaltou.

Economia solidária

A economia solidária é um modelo econômico baseado na cooperação, na autogestão e na solidariedade entre os participantes. Reúne práticas que envolvem produção, distribuição e consumo, priorizando o ser humano e o meio ambiente em detrimento do lucro individual.

Para a coordenadora de Monitoramento e Avaliação do Departamento de Parcerias e Fomento da Senaes, Claudia Machado, o modelo aponta para a construção de uma alternativa mais inclusiva. “A Economia Solidária tem esse olhar de um outro mundo possível, tem essa lógica de um universo de inclusão, com geração de trabalho e renda”, afirma.

Para a educadora aposentada Adenilce Maria, que expôs produtos ligados à cultura afro, a economia solidária é uma forma mais coletiva e humana de organizar o trabalho. “Quanto mais juntos, quanto mais próximos nós estamos, melhor nós produzimos, melhor nos compreendemos e nos aceitamos. Na economia solidária, todas somos donas dos nossos trabalhos e das nossas rendas. Compartilhamos tristezas, alegrias, gostos, vendas e produção”, destacou.

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Sobre a Semana do Trabalhador e da Trabalhadora

A Semana do Trabalhador e da Trabalhadora é uma iniciativa do MTE que integra as celebrações do Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio. O evento ocorre entre os dias 4 e 8 de maio, no estacionamento do Bloco F, na Esplanada dos Ministérios. O objetivo é promover uma programação especial voltada à valorização do trabalho e à ampliação do acesso a serviços públicos.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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