Polícial
PMPR e PF apreendem embarcação com 655 quilos de maconha em Foz do Iguaçu
A Polícia Militar do Paraná (PMPR) e a Polícia Federal apreenderam 655 quilos de maconha e uma embarcação utilizada no transporte da droga nesta quinta-feira (7), em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado. O prejuízo estimado ao crime organizado é de R$ 1,3 milhão.
A ação foi realizada por equipes do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON) e do Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM/PF), durante patrulhamento da Operação Protetor de Fronteiras e Divisas na região conhecida como Favela do Jupira.
Os policiais visualizaram uma embarcação deixando a margem paraguaia do rio em direção ao Brasil, carregada com diversos volumes suspeitos. Diante da situação, equipes iniciaram acompanhamento simultâneo por terra e via fluvial para interceptar o transporte ilícito.
Ao perceber a aproximação policial, o piloto abandonou a embarcação à deriva e fugiu, não sendo localizado.
A droga e a embarcação apreendida foram encaminhadas à Delegacia da Polícia Federal de Foz do Iguaçu para os procedimentos cabíveis.
OPERAÇÃO PROTETOR – Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Operação Protetor das Divisas e Fronteira está inserida no Programa Nacional de Enfrentamento das Organizações Criminosas (ENFOC) e tem o objetivo de desarticular grupos criminosos e reduzir a circulação de drogas, principalmente em rota de contrabando de mercadorias ilícitas nas regiões de fronteiras.
Fonte: Polícia Militar PR
Polícial
PCPR cumpre ordem judicial de afastamento cautelar de dois funcionários públicos em Palmital
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu na manhã desta quinta-feira (7), uma ordem judicial de afastamento cautelar de dois funcionários públicos de Palmital, no Oeste do Estado.
A medida foi determinada pelo Poder Judiciário no âmbito de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado pelo Ministério Público de Palmital para apurar os crimes de excesso de exação, prevaricação e falsidade ideológica supostamente praticados pelos investigados.
O Ministério Público ofereceu denúncia contra os investigados e representou pelo afastamento cautelar dos cargos diante de indícios de que as práticas investigadas ocorreriam há pelo menos 15 anos.
“Na manhã desta quinta-feira, a PCPR acompanhou o cumprimento da medida cautelar e assegurou que os investigados não tivessem mais acesso às dependências da unidade judicial”, explica o delegado da PCPR Marcio Cristiano.
Fonte: PJC PR
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