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IAT reforça sinalização nas Unidades de Conservação com a instalação de 2 mil placas

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“Mandamentos da visitação”, “Trilhas de alta intensidade” e “Fique em silêncio, feche os olhos e ouça a natureza”. Essas são algumas das frases estampadas em 2 mil placas informativas que começaram a ser instaladas em 32 Unidades de Conservação (UCs) administradas pelo Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest). O investimento é de R$ 247.702,70. 

Nesta quinta-feira (7) o trabalho de sinalização ocorre no Parque Estadual Pico Paraná, entre os municípios de Campina Grande do Sul e Antonina. A segunda fase do projeto, prevista para começar ainda neste ano, prevê a instalação em outras 43 UCs do Estado.

“Estamos buscando fortalecer a conscientização ambiental e melhorar a experiência dos visitantes nas Unidades de Conservação do Paraná. Essa nova sinalização é fundamental para orientar os turistas, aumentar a segurança e contribuir para a proteção dos ecossistemas”, diz o chefe de Divisão da Gerência de Áreas Protegidas do IAT, Alan Lessa.

As placas vão ajudar a propagar informações referentes ao dia a dia nas Unidades de Conservação, com foco em um turismo de natureza responsável. No ano passado, os parques e complexos ambientais do Paraná quebraram recorde de visitação – foram 665.710 turistas, um crescimento de 12% ante 2024 (596.756 turistas).

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“Alçando cada vez mais pessoas com informações pertinentes, refirmamos o compromisso do Governo do Estado com a conservação da natureza, o turismo sustentável e a valorização do nosso patrimônio natural. Garantimos também uma visita mais segura e consciente para todos”, afirma Lessa.

ÁREA VERDE – O Paraná possui atualmente 74 Unidades de Conservação geridas pelo IAT – a 75ª, em Castro, está em fase de implantação. Esse montante compreende mais de 12,2 mil km² de áreas protegidas por legislação, formadas por ecossistemas livres que não podem sofrer interferência humana ou àquelas com o uso sustentável de parte dos seus recursos naturais, como os parques abertos à visitação pública.

Essas 74 Unidades de Conservação são divididas em grupos Uso Sustentável, com 11.155,34 km²; de Proteção Integral (1.007,72 km²). O Paraná também conta com as Áreas Especiais de Uso Regulamentado (Aresur), 234,14 km², todas com administração do Governo do Estado.

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O cenário se completa com as Reservas Particulares do Patrimônio Natural, as chamadas RPPNs, que somam atualmente 553,83 km²; terras indígenas, com 846,87 km²; e Unidades Federais, de 8.840,39 km², sendo o Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, a área mais simbólica; e Unidades Municipais (3.959,55 km²), como o Parque Barigui, em Curitiba.

Confira a lista dos parques que estão recebendo novas placas de sinalização: 

Pico Marumbi

Ilha do Mel

Pico Paraná

Mata São Francisco

Salto São Francisco da Esperança

Salto São João

Santa Clara

Serra da Baitaca

São Camilo

Cabeça do Cachorro

Campinhos

Monge

Vale do Codó

Guartelá

Ibicatu

Ibiporã

Matas dos Godoy

Vila Velha

Boguaçu

Ilha das Cobras

Estação Ecológica do Caiuá

Amaporã

Vila Rica do Espírito Santo

Cerrado

Lago Azul

Palmito

Rio da Onça

Rio Guarani

Jardim Botânico de Londrina 

Pau Oco

Lauráceas

Penhasco Verde

Fonte: Governo PR

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MPPR ajuíza ação civil pública para que Município de Quatro Barras adote medidas para sanar irregularidades no atendimento a pessoas com deficiência

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, ajuizou nesta quarta-feira, 1° de julho, ação civil pública para que o Município adote medidas para a garantia de direitos de pessoas com deficiência acolhidas em instituição situada no bairro Jardim Menino Deus. A ação decorre de apuração conduzida em inquérito civil sobre possíveis irregularidades estruturais e assistenciais no atendimento prestado às pessoas acolhidas pela instituição, que é de natureza privada, mas recebe recursos públicos.

Áudio do Promotor de Justiça André Luiz de Araújo

Durante a apuração, relatório de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) apontou a ausência de condições adequadas de acessibilidade no imóvel, e relatório do Serviço Social do próprio Ministério Público registrou a superlotação da instituição, a falta de vinculação à Rede de Atenção Psicossocial e a inexistência de Projetos Terapêuticos Singulares, instrumentos de cuidado individualizado em saúde mental para os moradores que apresentem quadros como esquizofrenia, demência e doença de alzheimer.

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Antes de ingressar com a medida judicial, o Ministério Público expediu recomendação administrativa ao Município, sem, entretanto, obter resposta satisfatória por parte da administração pública, que alegou, para o não cumprimento das medidas recomendadas, o fato de a entidade ser privada, com fins lucrativos. Na ação civil, entretanto, a Promotoria de Justiça demonstrou que o dever de fiscalizar os serviços de saúde e de assistência social e de garantir atenção psicossocial às pessoas com deficiência é do poder público municipal, ainda que a instituição que preste o serviço seja de natureza privada, sobretudo porque o Município custeia vaga de acolhimento no local.

Em caráter de urgência, o Ministério Público requer que o Município promova em até 30 dias, por meio do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), a vinculação, a triagem, a avaliação e o acompanhamento psiquiátrico de todos os moradores acolhidos, com a elaboração do respectivo Projeto Terapêutico Singular. Na análise do mérito da ação, pede a condenação do Município à obrigação de fazer a fiscalização contínua das adequações de acessibilidade da instituição e manter acompanhamento ininterrupto pela rede pública de atenção psicossocial.

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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