Polícial
PCPR prende homem por descumprir medida protetiva em Irati
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu preventivamente um homem, de 36 anos, por descumprir medidas protetivas de urgência. A captura aconteceu nesta terça-feira (5), em Irati, no Sudoeste do Estado.
O investigado, apesar de devidamente notificado sobre as medidas protetivas, vinha descumprindo as ordens de restrição e mantendo contato intimidatório com a ex-companheira.
Segundo o delegado da PCPR Raimundo de Carvalho, o suspeito quebrou o portão e a porta do imóvel da vítima, contatou o filho do casal ameaçando a vítima para que ela não levasse terceiros à sua residência.
“O indivíduo compareceu à casa da cuidadora do filho do casal, em duas oportunidades, no momento em que a vítima buscava o menino” explicou.
A reiteração das condutas evidenciou o risco à integridade da vítima, resultando na atuação das equipes da Polícia Civil.
Diante da gravidade dos fatos apurados, a autoridade policial local representou pela decretação da prisão preventiva, medida que contou com manifestação favorável do Ministério Público e posterior deferimento pelo Poder Judiciário.
O Poder Judiciário decretou a prisão preventiva como medida necessária para resguardar a ordem pública e, sobretudo, garantir a integridade física e psicológica da vítima, diante da insuficiência de medidas cautelares diversas da prisão.
O homem foi encaminhado ao sistema penitenciário.
DENÚNCIAS – A PCPR reforça o compromisso com a proteção de crianças, adolescentes e mulheres vítimas de violência. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.
Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.
Fonte: PJC PR
Polícial
PCPR localiza laboratório de cultivo de maconha e prende três pessoas em Curitiba
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) localizou um laboratório de cultivo e refino de maconha no bairro Portão, em Curitiba, na tarde desta terça-feira (5). Três homens foram presos em flagrante.
Na casa, os policiais encontraram pés de maconha em diversos cômodos, além de equipamentos para seu cultivo. Aos policiais, os presos alegaram que a produção tinha como objetivo a colheita da flor da planta, que é o ativo mais caro do produto.
“As plantas têm média nove meses de idade e a partir dessas técnicas artificiais de iluminação e refrigeração elas produzem um fruto muito mais com valor agregado e que interessa muito mais ao mercado consumidor dessa droga”, explica o delegado da PCPR Victor Loureiro Mattar Assad.
De acordo com o delegado, a estimativa é que, a cada dois meses, os suspeitos conseguissem colher dois quilos do produto. A partir disso, faziam a desidratação e embalo para venda em pontos de comércio de entorpecentes da Capital.
A PCPR segue em investigação para identificar outros possíveis envolvidos.
Fonte: PJC PR
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