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Agro

Dia de Campo em Paraíso do Tocantins destaca manejo de solo e estratégias para aumentar a produtividade da soja

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Evento técnico fortalece difusão de tecnologia no agro tocantinense

Produtores rurais, técnicos e profissionais do agronegócio já têm compromisso marcado no próximo dia 4 de maio de 2026, em Paraíso do Tocantins. O município receberá o 2º Dia de Campo + Palhada + Soja, iniciativa voltada à difusão de tecnologias e práticas de manejo que visam elevar a produtividade agrícola com sustentabilidade.

Promovido pela Embrapa em parceria com a Agrícola Invernadinha e com apoio da Aprosoja Tocantins, o evento será realizado das 7h às 12h, na Fazenda Invernadinha, reunindo participantes de diferentes regiões do estado.

Foco em manejo eficiente e conservação do solo

A proposta do Dia de Campo é apresentar, de forma prática e aplicada, estratégias que contribuam para o fortalecimento da produção agrícola no Tocantins. Entre os principais temas da programação, destacam-se:

  • Uso de mix de plantas de cobertura
  • Manejo de plintossolos pétricos
  • Avaliação de híbridos de sorgo
Estratégias para melhoria da fertilidade e estrutura do solo

As abordagens estão alinhadas aos desafios enfrentados pelos produtores da região, especialmente diante das variações climáticas e da necessidade de maior eficiência produtiva.

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Aprosoja reforça importância do conhecimento no campo

A presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, destaca que iniciativas como o Dia de Campo são fundamentais para o avanço técnico do setor.

Segundo ela, o apoio à pesquisa e à disseminação de práticas sustentáveis é estratégico para garantir ganhos consistentes de produtividade. A entidade tem atuado no incentivo ao uso de plantas de cobertura, manejo adequado do solo e alternativas para a segunda safra.

Experiência prática comprova ganhos produtivos

Anfitriã do evento, a produtora rural Caroline Vilela ressalta que os resultados do manejo conservacionista são percebidos diretamente no campo.

De acordo com ela, o uso de plantas de cobertura contribui para um solo mais resiliente, com maior capacidade de retenção de água, melhor aeração e aumento da matéria orgânica — fatores que impactam positivamente o desenvolvimento das culturas.

A produtora também destaca a importância da troca de experiências entre agricultores, especialmente na adoção de práticas como o consórcio de culturas e o uso contínuo de cobertura vegetal ao longo das safras.

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Integração entre produtores e pesquisa impulsiona o setor

A realização do evento por uma produtora associada reforça o protagonismo do setor produtivo na busca por inovação e sustentabilidade. A parceria com a Embrapa amplia o acesso a tecnologias e valida práticas adaptadas à realidade regional.

Com inscrições gratuitas, o Dia de Campo deve reunir um público qualificado, consolidando-se como um importante espaço de aprendizado, troca de experiências e atualização técnica no agronegócio tocantinense.

  • Evento: 2º Dia de Campo + Palhada + Soja
    • Data: 4 de maio de 2026
    • Horário: das 7h às 12h
    • Local: Fazenda Invernadinha, km 35 da estrada Palmas–Paraíso, Paraíso do Tocantins

LocalizaçãoInscrições gratuitas

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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