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Feriado do Dia do Trabalhador é uma oportunidade para curtir a natureza do Paraná

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Para quem gosta da natureza, o Paraná oferece um cardápio com 28 Unidades de Conservação (UCs) em pleno funcionamento durante o feriado do Dia do Trabalhador, nesta sexta-feira (1º). O conjunto é complementado por mais dois complexos ambientais, o Jardim Botânico de Londrina, no Norte do Paraná, e o Aquário de Paranaguá, no Litoral.

Apenas o Parque Estadual Serra da Baitaca, entre os municípios de Piraquara e Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, vai funcionar parcialmente em razão da celebração da Missa da Paz no Morro do Samambaia. Nas demais UCs, os horários seguem o padrão habitual de cada espaço e podem ser consultados no site do Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) e responsável pelos espaços.

Há opções para os mais variados gostos. O Parque Estadual da Cabeça do Cachorro, em São Pedro do Iguaçu, e Parque Estadual de São Camilo, em Palotina, são opções para quem busca por trilhas na região Oeste do Estado.

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No Litoral, a Ilha do Mel e o Aquário de Paranaguá são propostas diferentes de lazer para o feriado prolongado. O Aquário mistura diversão, educação ambiental e muito conhecimento sobre a vida marinha. Além dos animais nativos, é possível conhecer também espécies exóticas como o tubarão-bambu, encontrado na Ásia, além de uma infinidade de diferentes raias, pinguins e jacaré. Já a Ilha é indicada para quem curte areia, mar e conservação ambiental.

Nos Campos Gerais, as indicações são o Parque Estadual do Guartelá, com um dos maiores cânions do Brasil, em Tibagi, e o Parque Estadual de Vila Velha, Ponta Grossa, recentemente reconhecido como Patrimônio Histórico e Cultural do Paraná em razão formações geológicas únicas.

Já os fãs de cachoeiras encontram no Parque Estadual Salto São Francisco, nos municípios de Guarapuava, Prudentópolis e Turvo, no Centro-Sul do Paraná, a maior queda d’água da região Sul do Brasil, com impressionantes 196 metros de altura. O Parque Estadual Vale do Codó, em Jaguariaíva, nos Campos Gerais, encanta visitantes com a Cachoeira Véu da Noiva, localizada nas proximidades do Lago Azul, formando um mosaico de grande beleza natural.

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No Norte, os destaques são as Unidades de Conservação Ibicatu, em Centenário do Sul; Ibiporã, em Ibiporã; e Mata dos Godoy, em Londrina.

Fonte: Governo PR

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Combate às arboviroses no Paraná conta com monitoramento por sistema inteligente e de baixo custo

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O combate às arboviroses no Paraná ganhou um aliado tecnológico e estratégico que tem apresentado resultados práticos na saúde pública. Diferente das ações tradicionais de limpeza e monitoramento, a ovitrampa funciona como uma armadilha inteligente e de baixo custo. O sistema é formado por um vaso plástico preto preenchido com água, onde é inserida uma palheta de madeira áspera. Esse ambiente simula o local ideal para a reprodução do mosquito Aedes aegypti. Atraída pela água, a fêmea deposita seus ovos na palheta de madeira.

As armadilhas são instaladas em residências e comércios, distribuídas de forma homogênea, respeitando a distância de 300 a 400 metros entre elas. Após um período de cinco a sete dias, a equipe técnica municipal recolhe o material para análise.

“Desde 2019, a Sesa capacita as equipes de combate a endemias para utilizar e fazer o trabalho com as ovitrampas e, desta forma, fomos o primeiro Estado a estar 100% capacitado para o método que tem apresentado resultados bastante significativos”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

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“A ovitrampa não elimina o mosquito diretamente. Na prática, ela funciona como um sensor que possibilita o cálculo de índices mais precisos quanto à presença e quantidade do mosquito naquela região”, explicou o secretário.

Na análise das palhetas, que é feita em laboratório, é possível calcular a positividade, ou seja, a indicação da presença do mosquito, a densidade de ovos, que mede a quantidade de fêmeas depositando ovos na região e ainda determina a média geral de infestação do território. Com essas informações, é possível direcionar, com maior precisão, as ações práticas de controle vetorial.

MUDANÇA – O sistema de ovitrampas substitui o LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti) como principal metodologia de monitoramento do Aedes aegypti.

A diferença do LIRAa e das ovitrampas é que o LIRAa era realizado no máximo em ciclos de monitoramento bimestrais e a abrangência ocorria por amostragem de sorteio, o que levava a resultados momentâneos. Já a frequência das ovitrampas é quinzenal e abrange 100% do território urbano, gerando dados constantes.

Porém, o LIRAa permanece, com aplicação uma vez ao ano (entre outubro e novembro), como atividade complementar para identificar os tipos de criadouros predominantes no município, uma vez que esta metodologia busca encontrar de larvas do vetor nos depósitos presentes no ambiente.

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CONTROLE – O monitoramento e controle dos mosquitos do gênero Aedes (A. aegypti e A. albopictus) previnem a circulação dos vírus que causam dengue, chikungunya, zika e até febre amarela urbana. Por isso, o monitoramento sistemático com as ovitrampas permite ao município determinar quais são as áreas de maior risco vetorial e assim priorizar as ações de controle do mosquito, que é a principal forma de prevenção das arboviroses.

Esta conduta inclui, no ambiente privado (residências, comércios, edifícios públicos, entre outros), a eliminação dos criadouros e, no domínio público, a oferta de coleta de lixo, saneamento e abastecimento regular de água. Monitoramento e controle do vetor, dentre outras ações, quando bem implementadas e executadas, permitem reduzir o número de casos de arboviroses.

Fonte: Governo PR

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