Paraná
Integrantes de organização criminosa denunciados pelo MPPR em Paranaguá são condenados por tráfico de drogas e outros crimes
A 2ª Vara Criminal de Paranaguá, no Litoral do estado, condenou oito integrantes de uma organização criminosa denunciados pelo Ministério Público do Paraná por diversos crimes, entre eles tráfico de drogas, organização criminosa armada e associação para o tráfico. As penas fixadas variaram de 5 anos a 11 anos de reclusão, todas em regime inicial fechado.
Eles foram investigados no curso de apuração conduzida pela Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil, com posterior ação penal proposta pela 3ª Promotoria de Justiça de Paranaguá. Segundo o processo, os réus integravam um grupo estruturado e armado, associado a facções criminosas. A atuação da organização envolvia o uso de armamento para manter o domínio e a hegemonia territorial sobre pontos de venda de entorpecentes na região do bairro Emboguaçu (nas localidades do Morro da Cocada e Beco da Mostarda), em Paranaguá, além de buscar frear de forma violenta o avanço de uma facção rival na região.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro
A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:
O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.
O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.
Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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