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Gaeco de Londrina denuncia quatro policiais militares investigados na Operação Rebote por roubo, associação para o tráfico e tráfico de drogas

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra quatro policiais militares pelos crimes de associação para o tráfico, violação de domicílio, roubo qualificado, tráfico de drogas, peculato e usura pecuniária (agiotagem). Eles foram investigados na Operação Rebote, deflagrada em julho deste ano. A denúncia foi oferecida junto à Vara da Auditoria da Justiça Militar.

As apurações do Gaeco tiveram início em janeiro deste ano, após a prisão em flagrante de um policial militar, em Londrina, no momento em que recebia uma arma de fogo e dinheiro oriundos do tráfico de drogas. As apurações indicaram que ele estava associado com um particular na exploração de um ponto de venda de entorpecentes (vulgarmente conhecido como “biqueira”). Constatou-se que o particular indicava ao policial alguns pontos de venda de entorpecentes explorados por terceiros. O PM, então, em conluio com outros policiais, realizava abordagens e apreensões e repassava as drogas, para que fossem vendidas no seu ponto de venda. Também é investigada a possível subtração de R$ 4 mil de um suspeito de tráfico da Zona Norte de Londrina. Os denunciados integram a Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam).

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Prisão e tornozeleira – Um dos policiais denunciados, que possui maior envolvimento nos fatos, segue preso preventivamente e está afastado do cargo. A pedido do Ministério Público, foram impostas aos demais requeridos medidas cautelares diversas da prisão, como a suspensão da função pública, a proibição do uso de fardamento e de armamento (da Corporação ou particular), a suspensão de logins e senhas de acesso aos sistemas de investigação policial, a proibição de manter contato entre si e com quaisquer dos envolvidos na investigação, a proibição de se ausentar da Comarca em que residem (sem prévia e expressa autorização), a proibição de frequentar Unidades Policiais, bares, casas noturnas e estabelecimentos congêneres, o recolhimento domiciliar no período noturno e finais de semana/feriados, além da monitoração eletrônica.

Processo nº: 0020513-26.2023.8.16.0013

Notícias anteriores:

05/07/2023 – Gaeco cumpre ordens de busca e apreensão e prisão contra PMs suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas em Londrina

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro

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A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:

O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.

O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.

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Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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