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Abertura da Colheita da Oliva no RS estreia feira focada em negócios e inovação

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A Abertura Oficial da Colheita da Oliva no Rio Grande do Sul, marcada para o dia 17 de abril, em Triunfo (RS), contará com uma novidade nesta edição: a estreia de uma feira voltada à geração de negócios na olivicultura. O evento será realizado no lagar da Azeite Milonga e reunirá produtores, fornecedores e compradores em um mesmo ambiente.

Feira conecta produtores, fornecedores e mercado

A proposta da iniciativa é fortalecer as relações comerciais dentro da cadeia produtiva da oliva, promovendo a integração entre quem produz, fornece insumos e adquire os produtos finais.

De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Flávio Obino Filho, o foco está na criação de um ambiente estratégico para negócios:

“A proposta é aproximar quem produz de quem fornece e de quem compra, criando um espaço voltado para o desenvolvimento comercial da olivicultura.”

Comercialização de azeites e presença de empresas do setor

Durante o evento, cerca de 25 produtores irão comercializar azeites da safra 2026, ampliando as oportunidades de mercado e visibilidade para os produtos nacionais.

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A feira também reunirá empresas de diferentes segmentos da cadeia produtiva, incluindo fornecedores de insumos, fertilizantes, máquinas e equipamentos, além de instituições que participarão com estandes no local.

Inovação e tecnologia ganham destaque

Outro ponto central da programação será a apresentação de soluções tecnológicas voltadas à olivicultura, além de novos formatos de consumo de produtos derivados da oliva.

Segundo Obino Filho, o objetivo é evidenciar a evolução do setor:

“Queremos mostrar as inovações e como a olivicultura vem avançando em diferentes áreas, tanto na produção quanto na comercialização.”

Organização e apoio ao evento

A 14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva é organizada pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi-RS).

O evento conta com patrocínio de Banrisul, Badesul e BRDE, reforçando o apoio institucional ao desenvolvimento da olivicultura no Estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.

Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.

O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.

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A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.

No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.

Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.

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O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.

Fonte: Pensar Agro

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