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Fundação Araucária apresenta projetos de inovação para o agro na Expolondrina

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A Fundação Araucária marca presença na Expolondrina 2026 com a apresentação de projetos e iniciativas voltadas à inovação no setor agropecuário. Realizado em Londrina, o evento reúne empresários, produtores e startups que impulsionam o agronegócio no Paraná e no país.

Até sexta-feira (17), a instituição apresenta ao público 12 dos 51 Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) em execução no Estado, com destaque para iniciativas que contribuem diretamente para o desenvolvimento sustentável no campo. Entre eles estão os NAPIs Prosolo, Inova Vitis, Space, Hidrocarbonetos Renováveis, Proteínas Alternativas, Complexo de Enfezamento do Milho, Abelhas, Cia-AGRO, Segurança Pública e Ciências Forenses, Biodiversidade RESTORE e RGB, Eletrônica Orgânica e Alimento e Território.

A assessora de Relações Institucionais e de Inovação da Fundação Araucária, Cristianne Cordeiro, destacou a importância da participação em um dos principais eventos do setor. “É uma oportunidade de apresentar o que temos desenvolvido e os investimentos realizados, mas, sobretudo, de ouvir o setor produtivo e compreender as demandas reais do agronegócio”, afirma.

Segundo ela, o contato direto com produtores, pesquisadores e empresas fortalece a troca de informações e contribui para orientar as ações da Fundação. “Nos colocamos como parceiros na busca por soluções no campo, conectando o conhecimento científico às necessidades práticas do setor”, completa.
A programação também inclui a participação de dois dos 14 Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) apoiados pela Fundação — NanoDefender e MicroAgro — que, assim como os NAPIs, são apresentados no Pavilhão Smart Agro, espaço dedicado à soluções tecnológicas para o agronegócio.

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O professor do Departamento de Microbiologia do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Londrina e coordenador do INCT NanoDefender, Gerson Nakazato, explicou que são desenvolvidas pesquisas voltadas à produção biológica e à síntese verde de nanopartículas com propriedades antimicrobianas. “Essas soluções têm aplicação no conceito de saúde única, que integra a saúde humana, animal e ambiental, especialmente no agronegócio. Nosso objetivo é desenvolver produtos nanobiotecnológicos capazes de combater infecções nesses diferentes contextos, com o apoio de uma ampla rede de parcerias nacionais e internacionais”, disse.

Na sexta-feira (17), às 9h, o evento recebe o painel Conexão Startups Londrina, com a palestra sobre o Programa Centelha, que abrirá inscrições em breve.

ESTADO NA EXPOLONDRINA – O Governo do Estado participa da feira com uma ampla estrutura integrada, levando serviços, conhecimento e políticas públicas ao público urbano e rural. O Sistema Estadual de Agricultura (Seagri) promove seminários, palestras e encontros técnicos, além da tradicional Via Rural “Fazendinha”, espaço com mais de 11 mil metros quadrados dedicado à difusão de tecnologias e práticas sustentáveis.

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Também estão presentes instituições como o BRDE, com ações de fomento ao desenvolvimento econômico, e na área de segurança, forças estaduais atuam com estandes, demonstrações e atendimento ao público, incluindo delegacia móvel, exposição de viaturas e atividades educativas.

FEIRA – A ExpoLondrina chega à 64ª edição consolidada como uma das principais vitrines do agronegócio da América Latina, conectando produtores, empresas e a população em um ambiente que une inovação, conhecimento e geração de oportunidades. A feira é reconhecida por reunir tecnologia, conhecimento e oportunidades de negócios. Na edição anterior, o evento movimentou cerca de R$ 1,7 bilhão e atraiu mais de 590 mil visitantes ao longo de dez dias.

Fonte: Governo PR

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MPPR recomenda que Município de Paranaguá cumpra legislação e adote providências para a efetiva instalação de um segundo Conselho Tutelar

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O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa para que o Município de Paranaguá, no Litoral do estado, adote providências para a implantação e estruturação de um segundo conselho tutelar na cidade. A medida administrativa decorre de procedimento instaurado pela 5ª Promotoria de Justiça da Paranaguá que, a partir de apuração, demonstrou inércia do poder público local no efetivo cumprimento de legislação municipal (Lei 4.449/2024) que instituiu formalmente uma segunda unidade do órgão integrante da rede de proteção à infância e juventude.

De acordo com a Promotoria de Justiça, após atraso inicial causado em razão da transição da gestão municipal ocorrida entre os anos de 2024 e 2025, o Município passou a justificar a não implantação do novo Conselho por “inviabilidade financeira para o custeio contínuo e contratação de pessoal frente aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal”. Entretanto, as apurações demonstraram haver uma desarticulação interna entre órgãos do próprio Executivo Municipal, cenário que dificultaria o início da operacionalização da nova unidade do Conselho.

Apesar de a implantação do novo Conselho estar expressamente prevista no Plano Plurianual (PPA 2026-2029), a Secretaria Municipal da Mulher, Desenvolvimento Social e Igualdade Racial (Semdir), pasta finalística responsável pela área de proteção à infância, sequer formalizou à Secretaria Municipal da Fazenda (Semfa) a inserção das despesas relacionadas à criação da nova sede do Conselho na proposta orçamentária do próximo exercício e também não apresentou à pasta os estudos técnicos relacionados.

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Além disso, também não ficou demonstrado que o Município esteja adotando qualquer providência no sentido de promover uma articulação interinstitucional para a economia de recursos públicos, tampouco solicitou ao Legislativo Municipal a devolução de sobras do repasse duodecimal para o custeio de programas de prioridade absoluta, prática frequentemente adotada por outras Administrações, inclusive no âmbito estadual e na capital Curitiba, e que tem se mostrado exitosa.

A cobrança do Ministério Público para a efetiva instalação do novo Conselho deve-se ao fato de ser insustentável a existência de somente um Conselho Tutelar em Paranaguá, uma vez que o município possui mais de 145 mil habitantes, com vasta extensão territorial, que inclui ilhas e áreas rurais de difícil acesso, “sendo absolutamente inadmissível e gerador de graves prejuízos à proteção da infância e da juventude que o ente municipal conte com apenas uma sede e cinco conselheiros tutelares, contingente insuficiente para a demanda e cuja capacidade de resposta é drasticamente reduzida pelo fato de os servidores precisarem se revezar no gozo de férias, eventuais licenças para tratamento de saúde e outras eventualidades”, sustentou a recomendação.

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Outro fator apontado pela Promotoria de Justiça é o de que a Administração Pública está às vésperas da confecção da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2027, sendo “estritamente necessária e urgente a adoção de medidas concretas e definitivas para a inclusão da totalidade dos custos de implantação e manutenção do 2º Conselho Tutelar no orçamento municipal do próximo ano, viabilizando sua entrada em funcionamento”.

Foi concedido prazo de 15 dias úteis, a partir do recebimento da medida administrativa, para que o Município informe à Promotoria de Justiça sobre o acatamento das recomendações e as respectivas providências adotadas para a solução dos problemas.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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