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Luiz Marinho prestigia alunos formandos da Escola do Trabalhador 4.0 em SP

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou na tarde desta sexta-feira (10) na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo da entrega de certificados aos formandos de cursos de qualificação profissional do 2º Ciclo de 2026 do Programa Manuel Querino, no Palácio do Trabalhador, região central da cidade. Ministro visitou também a Associacao de Moradores de Paraisópolis, zona sul da cidade, para prestigiar cursos voltado à profissionalização e inserção de mulheres no mercado de trabalho..

No Palácio do Trabalhador os alunos receberam do ministro seus certificados após a conclusão de cursos com carga horária de 152 horas, voltados ao desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais, com foco na inserção no mercado de trabalho. Realizado pelas entidades Comunidade Integrada Brasil – CIB, em articulação com organizações da sociedade civil parceiras – Associacao Beneficente Bidinoti; Instituto Capacitando Muda Brasil; Ação Bíblica do Brasil; e ONG Benevolência, Educação e Vivência – os cursos são voltados para a profissionalização dos alunos, preparando-os para o mercado de trabalho.

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Marinho reforçou aos formandos a importância da qualificação ressaltando que “o conhecimento nunca é demais. São cursos que dão ao formando maior capacidade de inserção no mercado de trabalho, qualificando em profissões como costureira ou manicure, mas também oferecendo o acesso às novas tecnologias da era digital”, avaliou o ministro.

Mais tarde, o ministro visitou à Associacao de Moradores de Paraisópolis, Zona Sul da cidade, para prestigiar cursos de formação realizado pelo Centro Universitário Ítalo, o projeto Uni.Para, uma iniciativa de grande impacto social no município, que oferece cursos voltado a inserção de mulheres
no mercado de trabalho. Luiz Marinho conversou com as participantes dos cursos e parabenizou cada uma delas pelo interesse em se profissionalizar, visto que boa parte das alunas são trabalhadoras com idade avançada e que poderiam já não ter interesse em aprendizagem. “Propiciar programas que dão oportunidade de aprendizagem aqueles que têm interesse em se profissionalizar, independente da idade, é motivo de muito prazer”, ressaltou o ministro.

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Programa Manoel Querino

O Programa Manuel Querino do Ministério do Trabalho e Emprego tem se consolidado como uma importante ferramenta de transformação social, ao proporcionar qualificação profissional a trabalhadores e trabalhadoras em situação de vulnerabilidade, contribuindo para a redução das desigualdades e o fortalecimento do trabalho digno no Brasil. Voltado ao desenvolvimento de ações de qualificação social e profissional a jovens e trabalhadores, facilitando seu acesso e permanência no mundo do trabalho, os cursos promovidos pela Escola do Trabalhador 4.0 é uma parceria do MTE com a Microsoft que oferece cursos gratuitos nas áreas de tecnologia, produtividade e competências digitais via Programa Caminho Digital, plataforma criada para preparar os trabalhadores brasileiros para os desafios da Economia 4.0, reafirmando o compromisso do Ministério do Trabalho e Emprego com a valorização do trabalhador, a ampliação de oportunidades e o desenvolvimento social sustentável.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Brasil

Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado

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Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual.

A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado.

Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação.

No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização.

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As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado.

A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas.

O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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