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Tráfego no Estreito de Ormuz segue quase paralisado mesmo após cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos

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Tráfego marítimo continua reduzido no Estreito de Ormuz

O fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz segue praticamente interrompido, mesmo após o acordo de cessar-fogo de duas semanas firmado entre Irã e Estados Unidos. Dados recentes de rastreamento marítimo indicam que a movimentação na região ainda está muito abaixo do normal.

Nas últimas 24 horas, apenas um navio-tanque de produtos petrolíferos e cinco graneleiros cruzaram o estreito, evidenciando a forte retração no tráfego marítimo.

Impactos do conflito no fluxo de navios

A queda no número de embarcações está diretamente relacionada ao conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, iniciado em 28 de fevereiro. Desde então, o estreito — considerado uma das rotas mais estratégicas para o transporte global de petróleo — registrou uma desaceleração significativa.

De acordo com análises baseadas em dados de plataformas como Kpler, Lloyd’s List Intelligence e Signal Ocean, o volume de navios que atravessam a região caiu para apenas algumas embarcações por dia.

Movimento atual está muito abaixo da média histórica

Antes do início das tensões no Oriente Médio, o Estreito de Ormuz registrava um fluxo médio de cerca de 140 navios por dia. O cenário atual representa uma redução drástica na circulação marítima, refletindo os riscos geopolíticos e a cautela dos operadores logísticos.

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Mercado segue atento à evolução do cenário

Apesar do cessar-fogo temporário, o baixo nível de tráfego indica que o mercado ainda avalia os riscos na região. A retomada das operações normais depende da estabilidade política e de garantias de segurança para as rotas comerciais.

O Estreito de Ormuz continua sendo um ponto crítico para o comércio internacional de energia, e qualquer instabilidade prolongada pode gerar impactos relevantes nos preços globais e na logística de transporte marítimo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar deve oscilar com tensão no Oriente Médio e indicadores econômicos dos EUA, aponta análise da StoneX

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O mercado de câmbio deve permanecer volátil nos próximos dias, com o dólar influenciado por dois fatores principais: a instabilidade geopolítica no Oriente Médio e a divulgação de novos indicadores econômicos nos Estados Unidos. A avaliação é da consultoria StoneX, que destaca um cenário externo ainda incerto e com impacto direto sobre o apetite global ao risco.

As oscilações recentes refletem a combinação de notícias divergentes sobre as negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã. Enquanto parte do mercado observa sinais de possível avanço nas conversas, outro segmento acompanha com cautela a persistência das tensões na região, o que mantém a volatilidade elevada nos mercados financeiros internacionais.

Tensão geopolítica sustenta volatilidade e influencia busca por ativos seguros

A instabilidade no Oriente Médio continua sendo um dos principais vetores de influência sobre o comportamento dos investidores. Em momentos de maior tensão, cresce a busca por ativos considerados mais seguros, como o dólar norte-americano, o que tende a fortalecer a moeda no cenário global.

Por outro lado, eventuais avanços diplomáticos podem reduzir a aversão ao risco e abrir espaço para ajustes nas cotações cambiais, com reflexos diretos sobre moedas emergentes e mercados de commodities.

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Inflação nos EUA segue acima da meta do Federal Reserve

Nos Estados Unidos, a atenção do mercado também está voltada para os indicadores de inflação. O Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE), métrica de referência para o Federal Reserve, registrou alta de 3,3% no acumulado de 12 meses.

O resultado permanece significativamente acima da meta de 2% perseguida pela autoridade monetária norte-americana, reforçando a percepção de cautela em relação aos próximos passos da política de juros.

Dados econômicos reforçam expectativa sobre juros americanos

Além da inflação, o mercado acompanha de perto os indicadores de emprego e atividade econômica nos Estados Unidos. Dados mais fortes podem sustentar a expectativa de manutenção de juros elevados por mais tempo, o que tende a favorecer o dólar.

Em contrapartida, sinais de desaceleração econômica poderiam aumentar as apostas em cortes de juros pelo Federal Reserve, reduzindo a pressão de valorização da moeda norte-americana e ampliando a volatilidade no mercado cambial global.

O cenário segue, portanto, dependente da evolução simultânea dos riscos geopolíticos e dos fundamentos econômicos dos Estados Unidos, que continuam ditando o ritmo do dólar no mercado internacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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