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Dólar abre em queda com alívio geopolítico e impacta mercados globais

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A semana começa com o mercado financeiro reagindo a sinais de alívio no cenário internacional. O dólar abriu em queda nesta segunda-feira (6), influenciado por expectativas de um possível acordo diplomático entre Irã e Estados Unidos, o que reduz tensões e favorece ativos de risco.

Dólar hoje: cotação abre em queda no Brasil

O dólar iniciou o pregão desta segunda-feira em baixa de 0,21%, sendo negociado a R$ 5,1489 na abertura. O movimento ocorre após leve alta registrada na última sexta-feira, quando a moeda norte-americana fechou com variação positiva de 0,05%, cotada a R$ 5,1594.

A desvalorização da moeda reflete o aumento do apetite ao risco por parte dos investidores, diante da possibilidade de um cessar-fogo envolvendo Irã e Estados Unidos, fator que tende a reduzir a busca por ativos considerados mais seguros, como o dólar.

Ibovespa inicia semana com viés positivo

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, inicia as negociações às 10h, após ter encerrado a última sessão com leve alta de 0,05%, aos 188.052 pontos.

O desempenho da bolsa acompanha o ambiente externo mais favorável, além do fluxo de capital estrangeiro e das expectativas em torno da política monetária global.

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Cenário geopolítico influencia o mercado financeiro

O foco dos investidores nesta segunda-feira está no cenário internacional. Durante a madrugada, surgiram informações sobre uma possível proposta para encerrar o conflito entre Irã e Estados Unidos.

Caso haja avanço nas negociações, o movimento tende a beneficiar mercados emergentes, como o Brasil, fortalecendo moedas locais e impulsionando bolsas de valores.

Desempenho do dólar no período recente
  • Na semana: -1,56%
  • No mês: -0,37%
  • No ano: -6,00%

A trajetória recente indica perda de força da moeda americana frente ao real, influenciada pelo diferencial de juros e pela entrada de capital estrangeiro.

Desempenho do Ibovespa no período recente

Na semana: +3,58%

No mês: +0,31%

No ano: +16,71%

O índice segue sustentado por fatores como resultados corporativos, fluxo externo e perspectivas mais positivas para a economia brasileira.

Perspectivas para o mercado

Ao longo do dia, investidores devem seguir atentos a novos desdobramentos do cenário geopolítico, além de indicadores econômicos internacionais e sinalizações sobre política monetária nos Estados Unidos.

A movimentação de commodities, especialmente o petróleo, também permanece no radar, com potencial de impactar diretamente o comportamento do dólar e da bolsa brasileira nos próximos dias.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agro brasileiro avançam em abril e soja lidera embarques, aponta ANEC

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O Brasil segue com ritmo acelerado nas exportações do agronegócio em 2026, com destaque para a soja e o milho, segundo dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O relatório da Semana 16 mostra avanço consistente nos embarques e reforça o protagonismo do país no comércio global de grãos.

Embarques semanais superam 3,4 milhões de toneladas de soja

Na semana de 19 a 25 de abril, os embarques brasileiros de soja somaram cerca de 3,48 milhões de toneladas. Para o período seguinte, entre 26 de abril e 2 de maio, a projeção indica aumento para aproximadamente 4,46 milhões de toneladas.

Os dados refletem a intensificação da logística portuária, com destaque para:

  • Porto de Santos: maior volume embarcado, superando 1,4 milhão de toneladas de soja
  • Paranaguá: mais de 400 mil toneladas
  • Barcarena e São Luís/Itaqui: forte participação no escoamento pelo Arco Norte

Além da soja, o farelo e o milho também apresentaram movimentação relevante nos principais portos do país.

Exportações crescem em abril e reforçam tendência positiva em 2026

No acumulado mensal, abril deve registrar entre 18,0 milhões e 20 milhões de toneladas exportadas, considerando todos os produtos analisados.

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Entre os destaques:

  • Soja: cerca de 14,9 milhões de toneladas embarcadas
  • Milho: 2,75 milhões de toneladas
  • Farelo de soja: volumes mais modestos, mas com recuperação frente a meses anteriores

No acumulado do ano, o Brasil já soma mais de 41 milhões de toneladas exportadas de soja, mantendo desempenho robusto no mercado internacional.

Comparativo com 2025 mostra avanço nas exportações

Os dados da ANEC indicam crescimento relevante frente ao ano anterior, especialmente no primeiro quadrimestre:

  • Janeiro: alta expressiva nos embarques
  • Março e abril: consolidação do crescimento
  • Fevereiro: leve recuo pontual

Em abril, o volume exportado supera em mais de 2,3 milhões de toneladas o registrado no mesmo período de 2025.

China segue como principal destino da soja brasileira

A demanda internacional permanece aquecida, com forte concentração nas compras chinesas. Entre janeiro e março de 2026:

  • China: responsável por 75% das importações de soja brasileira
  • Espanha e Turquia: aparecem na sequência, com participações menores
  • Países asiáticos e do Oriente Médio ampliam presença
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No caso do milho, os principais destinos incluem Egito, Vietnã e Irã, reforçando a diversificação dos mercados compradores.

Logística e demanda sustentam desempenho do agro

O avanço das exportações brasileiras está diretamente ligado à combinação de fatores como:

  • Safra robusta
  • Demanda internacional aquecida
  • Eficiência logística, com maior uso de portos do Norte

A tendência é de manutenção do ritmo positivo ao longo dos próximos meses, especialmente com o avanço da comercialização da safra e a continuidade da demanda global por grãos brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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