Paraná
Tecpar lança pedra fundamental do Centro de Inovação Tecnológica de Londrina
Solenidade nesta quarta-feira (1º) marcou o lançamento da pedra fundamental do Centro de Inovação Tecnológica do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) em Londrina, na Região Norte do Estado. A nova unidade do instituto será no Câmpus Londrina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e contará com investimentos também da Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial (Seia) e da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti).
A criação do novo centro de inovação do instituto é fruto de uma parceria com a PUCPR, que cedeu um terreno de 1.500 metros quadrados para a construção da unidade, dentro do seu câmpus em Londrina.
Com a iniciativa, o Tecpar dá mais um passo para descentralizar as ações de base científica e tecnológica, em consonância com as diretrizes de interiorização do Governo do Estado. A intenção é que o novo centro do Tecpar em Londrina se torne um espaço de referência em pesquisa, desenvolvimento e inovação, fortalecendo a indústria da saúde e biotecnologia no Norte do Paraná.
A expectativa é de que a implantação do novo centro também traga impactos positivos no desenvolvimento social e econômico da cidade. Para o diretor-presidente do Tecpar, Eduardo Marafon, a parceria com a PUCPR é estratégica para fortalecer o desenvolvimento científico inovador, unindo a excelência acadêmica das duas instituições, alinhadas às demandas do mercado e da sociedade. “O Tecpar têm trabalhado para difundir novas tecnologias que impactem positivamente a vida dos paranaenses e proporcionem novos negócios no Estado. Com a criação deste novo centro, vamos contribuir para inserir o município de Londrina, que já tem se consolidado como um dos principais polos de tecnologia e inovação do Paraná, em um novo patamar no cenário tecnológico nacional”, salientou o diretor-presidente do Tecpar, Eduardo Marafon.
O secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, destacou que a chegada do Tecpar a Londrina atende a uma demanda histórica da região, que buscava um campus do Tecpar na região Norte do Paraná, e que houve uma convergência com a PUCPR para a chegada do instituto à cidade. “O Tecpar é um instituto de excelência e queremos aproveitar a sua experiência na área da saúde junto à universidade, que cedeu uma área em seu campus. Essa somatória, aliada ao ecossistema da saúde da região, vai alavancar mais oportunidades e fortalecer ainda mais a vertical da saúde, que é tão importante para o Paraná e para o Brasil”, ressaltou.
Para o reitor da PUCPR, Irmão Rogério Renato Mateucci, o projeto nasce da união da Universidade e poder público em torno de um propósito comum. “O Centro de Inovação Tecnológica não é pensado como um prédio isolado, ele nasce como um espaço de encontro: entre conhecimento acadêmico e aplicação social, entre pesquisa e política pública, entre tecnologia e ética. Este projeto está profundamente alinhado à missão institucional da PUCPR, de formar pessoas, produzir conhecimento e servir à sociedade, sempre à luz de valores que colocam a vida, o cuidado e o bem comum no centro”, destacou.
PROJETO INOVADOR – O novo câmpus será construído a partir de um projeto de referência, que seguirá diretrizes de alta tecnologia, sustentabilidade e eficiência de processos, unindo conhecimento acadêmico avançado à prática de engenharia. O grande diferencial será o uso da madeira engenheirada, um material inovador criado a partir de madeira natural, que une tecnologia avançada e sustentabilidade, trazendo mais eficiência e produtividade para a obra.
A edificação contará com uma área de aproximadamente 3 mil metros quadrados, idealizada de acordo com a metodologia da maior e mais prestigiada universidade técnica sueca, a KTH Royal Institute of Technology, de Estocolmo. A instituição adota uma abordagem em que a infraestrutura física é desenvolvida para refletir e potencializar a excelência acadêmica e a sustentabilidade rigorosa.
Fonte: Governo PR
Paraná
Alunos paranaenses do ensino médio participam da Genius Olympiad, nos EUA
As estudantes Beatriz Maria Ferreira dos Santos e Fernanda Graciele Jank, ambas de 17 anos, do Colégio Estadual Jardim Porto Alegre – Ensino Integral, em Toledo, embarcaram neste fim de semana para os Estados Unidos, onde participam da Genius Olympiad, uma das maiores feiras de ciências do mundo. A competição tem início nesta segunda-feira (08) e segue até 12 de junho.
A conquista é resultado do comprometimento das estudantes e do trabalho desenvolvido no colégio. No período destinado às atividades complementares do ensino integral, Beatriz e Fernanda desenvolvem pesquisas voltadas a desafios ambientais e agrícolas. As alunas estão acompanhadas pela técnica pedagógica do Integral, professora Ingrid Kautzmann.
Para o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, além de ampliar a permanência dos estudantes na escola, a Educação em Tempo Integral oferece oportunidades para aprofundar conhecimentos e desenvolver atividades que fazem diferença na formação acadêmica.
“A participação das estudantes em uma das maiores feiras de ciências do mundo reforça o reconhecimento do sucesso do Programa Paraná Integral e do trabalho inovador desenvolvido nas escolas estaduais”, afirma o secretário.
Beatriz investiga o uso de extratos vegetais para acelerar a germinação e o enraizamento de orquídeas cultivadas in vitro. A pesquisa busca ampliar a reprodução dessas plantas, cujo desenvolvimento é considerado lento e complexo, já que poucas sementes conseguem germinar naturalmente e a primeira floração pode levar de três a dez anos.
Já Fernanda desenvolveu uma pesquisa voltada ao controle biológico de pragas que afetam os bananais. Segundo a estudante, os extratos vegetais analisados apresentaram resultados mais acessíveis e menos agressivos ao meio ambiente e à saúde humana em comparação aos agroquímicos convencionais.
INTERCÂMBIO CULTURAL – A Genius Olympiad é uma competição internacional voltada a estudantes do Ensino Médio, com foco em questões ambientais e sustentabilidade. Realizada anualmente em Nova York, a feira reúne jovens de mais de 70 países para apresentar soluções inovadoras.
Além da premiação, com medalhas e reconhecimento internacional, o evento também é um espaço de intercâmbio cultural, permitindo que os participantes compartilhem experiências e debatam temas relacionados às mudanças climáticas e aos desafios do futuro.
Fonte: Governo PR
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