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Agro

ABMRA cancela prêmio da 23ª Mostra de Comunicação do Agro após identificar inconformidades

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Cancelamento de premiação na Mostra de Comunicação do Agro

A Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) informou o cancelamento do prêmio “Espantalho de Ouro”, concedido ao case “O Agro no Comando Delas”. O trabalho havia sido inscrito na categoria “Ativação da Imprensa e Comunicação Corporativa”, pela agência Ana Rosado em parceria com a Macfor Full Marketing Digital.

Processo administrativo identificou inconformidades

De acordo com a entidade, a decisão foi tomada após a realização de um processo administrativo de apuração, conduzido de forma imparcial. Durante a análise, foram avaliados documentos e informações relacionados à inscrição, sendo identificadas inconformidades consideradas graves em relação às regras do processo de inscrição e avaliação.

Participação das partes e auditoria independente

A ABMRA destacou que todas as partes envolvidas tiveram liberdade para apresentar esclarecimentos, os quais foram integralmente considerados pela Comissão Organizadora.

O material também foi submetido à análise de auditores externos independentes, cujo parecer técnico serviu de base para a decisão final pelo cancelamento da premiação.

Tradição e credibilidade do evento

A Mostra de Comunicação do Agro ABMRA é realizada há cerca de quatro décadas e é reconhecida por valorizar as melhores práticas de marketing e comunicação no agronegócio brasileiro. Segundo a entidade, o evento segue princípios de integridade, transparência e equidade em seus processos de avaliação.

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Compromisso com ética e boas práticas no agro

A associação reforçou seu compromisso com a lisura dos processos e com o fortalecimento de práticas éticas no setor. A decisão, segundo a ABMRA, busca respeitar participantes, jurados, associados e organizações que atuam com responsabilidade no agronegócio.

São Paulo, 24 de março de 2026

Comissão Organizadora da 23ª Mostra de Comunicação do Agro ABMRA

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportação de milho do Brasil deve cair em 2025/26 com pressão dos EUA, Argentina e dólar mais fraco

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O mercado brasileiro de milho enfrenta um cenário mais desafiador para as exportações na temporada 2025/26. A forte concorrência dos Estados Unidos e da Argentina no mercado global, somada ao fortalecimento do real frente ao dólar, levou o Itaú BBA a reduzir sua estimativa para os embarques brasileiros do cereal.

Segundo relatório divulgado nesta segunda-feira, o banco revisou a projeção de exportação de milho do Brasil de 44 milhões para 40 milhões de toneladas na safra 2025/26.

Caso a previsão se confirme, o volume ficará abaixo do registrado na temporada passada, quando o Brasil exportou 41,6 milhões de toneladas e manteve a posição de segundo maior exportador mundial de milho, atrás apenas dos Estados Unidos e à frente da Argentina.

Concorrência internacional reduz competitividade do milho brasileiro

De acordo com a análise do Itaú BBA, o milho brasileiro enfrenta atualmente uma disputa mais intensa no mercado internacional, principalmente diante da elevada oferta dos Estados Unidos e da Argentina.

Além disso, a valorização do real frente ao dólar reduz a competitividade do cereal brasileiro nas exportações, tornando o produto nacional relativamente mais caro para compradores internacionais.

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O cenário cambial, combinado com a maior disponibilidade global do grão, vem limitando o avanço dos embarques brasileiros e pressionando a participação do país no comércio internacional de milho.

Segunda safra preocupa mercado

Outro fator de atenção está relacionado à produção brasileira, especialmente à segunda safra, responsável pela maior parte da colheita nacional de milho.

Segundo o Itaú BBA, a oferta brasileira deverá ser menor do que o esperado inicialmente, após ajustes negativos nas estimativas da safrinha.

A segunda safra de milho está agora projetada em 110 milhões de toneladas, enquanto a produção total brasileira foi estimada em 138 milhões de toneladas, volume que representa queda anual de 2%.

O banco destaca que, apesar de o mercado interno ainda apresentar oferta relativamente confortável e estoques considerados adequados, novas revisões negativas podem alterar significativamente o equilíbrio do setor.

Mercado doméstico pode reter mais milho

O relatório também alerta que eventuais perdas adicionais na segunda safra podem incentivar retenção do cereal no mercado doméstico, reduzindo ainda mais o potencial exportador do Brasil.

Segundo o banco, caso a quebra da safrinha se intensifique, o mercado tende a manter estímulos de preços para segurar o milho internamente, priorizando o abastecimento nacional.

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Esse movimento pode impactar diretamente os embarques brasileiros, especialmente em um momento de forte competição internacional e custos logísticos ainda elevados.

Brasil segue como protagonista global no milho

Mesmo com a redução nas projeções de exportação, o Brasil continua entre os principais players globais do mercado de milho.

O país mantém forte participação no comércio internacional graças ao avanço tecnológico no campo, à expansão da segunda safra e à elevada capacidade produtiva do Centro-Oeste.

No entanto, o cenário para 2025/26 mostra um ambiente mais competitivo e sensível às condições climáticas, ao câmbio e às oscilações da demanda global.

Analistas do setor seguem monitorando principalmente:

  • o desenvolvimento final da segunda safra;
  • o comportamento do dólar;
  • a competitividade frente aos Estados Unidos e Argentina;
  • o ritmo da demanda chinesa;
  • e os estoques globais do cereal.

A expectativa é de manutenção da volatilidade nos preços e ajustes constantes nas projeções ao longo dos próximos meses, conforme o avanço da colheita e das negociações internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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