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Ministério do Turismo leva capacitação em turismo de base comunitária a assentamentos da reforma agrária

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O Ministério do Turismo iniciou uma nova etapa do projeto Experiências do Brasil – Assentamentos. Com ciclo de oficinas de capacitação voltadas ao fortalecimento do turismo de base comunitária em assentamentos da reforma agrária, a iniciativa do Ministério do Turismo, realizada em parceria com o Instituto Federal do Maranhão (IFMA), vai agora qualificar moradores para estruturar, comunicar e promover experiências turísticas baseadas na cultura, na natureza e no modo de vida do campo.

Nesta primeira etapa, as oficinas ocorrem nos assentamentos Egídio Brunetto, em Mato Grosso; Denis Gonçalves, em Minas Gerais; Nova Esperança, em Alagoas; e Abril Vermelho, no Pará. Os encontros reúnem moradores interessados em desenvolver e divulgar vivências ligadas às tradições locais, à produção rural e à sociobiodiversidade de cada território. Até o momento, 34 moradores já participaram das capacitações realizadas pelo projeto.

“Além de identificar as potencialidades do território, buscamos apoiar os participantes no desenvolvimento de competências para comunicar suas experiências e alcançar novos públicos, utilizando ferramentas acessíveis como as redes sociais”, explica a coordenadora-geral de Produtos e Experiências Turísticas do Ministério do Turismo, Fabiana Oliveira.

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A fase de capacitação é composta por quatro módulos, que abordam desde a identificação de potencialidades até estratégias de comunicação e divulgação das experiências turísticas. As oficinas integram um processo mais amplo do projeto Experiências do Brasil – Assentamentos, que também envolve diagnóstico participativo, o desenvolvimento e a validação de atrativos, além do apoio à promoção e comercialização dos destinos.

Segundo Mirella Carvalho, coordenadora do IFMA, quando as comunidades passam a ver no turismo uma possibilidade real, elas mudam a forma como enxergam o próprio território. “Saberes, tradições, a culinária, a produção e a relação com a terra passam a ser reconhecidos como patrimônio cultural e também como oportunidades de geração de renda. A capacitação ajuda justamente nesse processo, ao apoiar os moradores a identificar e organizar essas vivências do cotidiano para transformá-las em experiências turísticas autênticas, que valorizam a identidade local e fortalecem o protagonismo da comunidade”, detalha Mirella.

VALORIZAÇÃO E FORTALECIMENTO – Com a iniciativa, o Ministério do Turismo busca valorizar os territórios da reforma agrária, estimular o desenvolvimento local sustentável e ampliar a oferta de experiências autênticas no turismo brasileiro, conectando visitantes às culturas, histórias e modos de vida das comunidades rurais.

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“A oficina foi muito importante para entendermos melhor os desafios do turismo de base comunitária e perceber que, com o que temos no assentamento, é possível construir experiências que valorizem nosso território e também gerem renda para as famílias”, relata Itelvina Masioli, do Assentamento Egídio Brunetto.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Guias reúnem orientações para uso e gestão de equipamentos nas unidades básicas de saúde

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Equipamentos como ultrassons portáteis, balanças digitais, desfibriladores externos automáticos (DEA) e aparelhos de raios X portátil ajudam no diagnóstico e acompanhamento dos usuários nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Para que esses recursos sejam utilizados de forma segura dois novos guias técnicos reúnem orientações direcionadas tanto aos profissionais que utilizam esses equipamentos quanto aos gestores responsáveis pela organização dos serviços.

As publicações foram organizadas em duas versões complementares. A primeira, o Guia Prático: equipamentos clínicos e gerais – versão profissional é destinada aos profissionais da atenção primária e apresenta instruções detalhadas sobre indicação clínica, formas de utilização, cuidados de conservação e registro das informações no Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC e-SUS APS). A segunda, o Guia Prático : equipamentos clínicos e gerais – versão gestão,  reúne orientações para administradores municipais e coordenadores de unidades de saúde sobre recebimento, instalação, manutenção, cadastro e monitoramento dos equipamentos ao longo de sua vida útil.

A proposta dos materiais é apoiar a organização do trabalho nas equipes e contribuir para que as tecnologias disponíveis nas unidades sejam incorporadas à rotina assistencial. 

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Foram previstos 170 mil equipamentos, organizados em 10 mil combos destinados a 10 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS). A composição dos equipamentos considera informações do Censo Nacional das UBS, realizado em 2024, que mapeou a capacidade instalada, os serviços ofertados e as condições de funcionamento das unidades. 

Orientações para quem está na assistência

O guia voltado aos profissionais reúne recomendações para equipamentos utilizados no cotidiano da APS. Cada capítulo apresenta a finalidade do equipamento, as situações em que seu uso é indicado, orientações para posicionamento do paciente, medidas de segurança, formas corretas de registro no prontuário eletrônico e procedimentos de limpeza e conservação.

Um exemplo é o aparelho de raios X portátil, indicado especialmente para atendimentos domiciliares, instituições de longa permanência e localidades remotas ou de difícil acesso. O documento orienta que sua utilização seja restrita a profissionais habilitados, observando medidas de proteção radiológica e registrando todas as solicitações e exames realizados no prontuário eletrônico.

Gestão vai além da entrega dos equipamentos

A publicação destinada aos gestores dá recomendações para que as equipes verifiquem previamente as condições da infraestrutura física da unidade para recebimento dos equipamentos. Também orienta a definição de responsáveis pelo patrimônio, pela manutenção, pela infraestrutura tecnológica e pelo uso clínico dos aparelhos.

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Outro aspecto abordado é a necessidade de incorporação patrimonial, cadastramento dos equipamentos nos sistemas oficiais, como o Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, elaboração de protocolos locais de utilização, planejamento da manutenção preventiva e realização de treinamentos periódicos para as equipes. Segundo o guia, essas medidas ajudam a reduzir os períodos de ociosidade dos equipamentos, evitar interrupções nos atendimentos e prolongar a vida útil das tecnologias incorporadas às UBS.

Tenha acesso aos materiais:

Boas práticas na Atenção Primária à Saúde : guia prático : equipamentos clínicos e gerais : versão profissional 

Boas práticas na Atenção Primária à Saúde : guia prático de equipamentos clínicos e gerais na Atenção Primária à Saúde : versão gestão  

Thaís Rodrigues
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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