Educação
Abertas inscrições para o Observatório de Equidade Educacional
O Ministério da Educação (MEC) abriu as inscrições para o processo seletivo do Observatório de Equidade Educacional, vinculado ao Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais da Universidade Federal de Alagoas (NEES/Ufal), que instituirá o Núcleo Especializado em Pesquisa Custo Amazônico. A iniciativa é voltada a pesquisadoras e pesquisadores com reconhecida experiência em financiamento, monitoramento e avaliação de políticas públicas e análise de dados educacionais da educação básica.
As candidaturas podem ser encaminhadas até o dia 12 de março, e todas as informações estão disponíveis na página do NEES. A seleção está sendo conduzida pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC em parceria com o NEES/Ufal.
As vagas são para as seguintes áreas:
- Especialista Territorial em Monitoramento e Avaliação – Vaga exclusiva para candidatos(as) pretos(as), pardos(as) e indígenas.
Podem se candidatar professores, tutores, doutorandos ou pós-doutorandos vinculados a instituições de ensino superior da Amazônia Legal que tenham nascido na região ou nela residam há, no mínimo, cinco anos.
A chamada pública tem por finalidade reunir especialistas que contribuirão para o desenvolvimento de estudos técnicos voltados à análise, modelagem e avaliação do cálculo do Custo Amazônico nas políticas públicas educacionais, considerando as especificidades territoriais, socioeconômicas e estruturais da Amazônia Legal. O intuito é promover a equidade e o aperfeiçoamento do financiamento educacional.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
Fonte: Ministério da Educação
Educação
Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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