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Ministério da Saúde recebe contribuições para desenvolver a nova plataforma de pesquisas que envolvem seres humanos

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O Ministério da Saúde disponibilizou um formulário eletrônico para receber sugestões que irão subsidiar o desenvolvimento da nova plataforma de pesquisa com seres humanos no Brasil. A iniciativa é parte dos esforços implementados pela pasta para ampliar a participação social e consolidar um ambiente ainda mais ético, transparente e seguro para a realização das pesquisas. As informações serão usadas na construção da nova base de registros, em substituição à Plataforma Brasil

A nova plataforma é uma estratégia para modernizar e qualificar a base de dados, para isso conta com o envolvimento da comunidade científica, gestores, representantes da sociedade e atores envolvidos com pesquisa em saúde a contribuírem desde as etapas iniciais, com compartilhamento de experiências e indicações de demandas e prioridades. Com a coleta de subsídios e o envolvimento dos participantes, o ministério instituirá uma rede colaborativa com a participação ativa dos interessados em diferentes fases de concepção, desenvolvimento, testes e validação da nova plataforma. 

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, ressaltou que a ação está em conformidade à Lei de Pesquisa com Seres Humanos (Lei 14.874/2024) , que foi recentemente regulamentada para alinhar o país aos padrões globais de inovação e ética (Decreto 12.651/2025). Nesse contexto, avaliou a secretária, o formulário é essencial para garantir que a solução final contemple a diversidade de visões e a experiência prática de todos os envolvidos nessa temática. 

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“A proposta reforça o compromisso do Ministério da Saúde com a participação social, a transparência e o aprimoramento contínuo da ética em pesquisa, valorizando o conhecimento de quem atua diariamente na área”, destacou De Negri. 

Implementação da nova plataforma

As contribuições serão recebidas ao longo de todo o processo de implementação da nova plataforma. À medida que os formulários forem preenchidos, as informações serão organizadas em módulos e os participantes poderão ser mobilizados em diferentes momentos. A proposta é manter espaços permanentes de diálogo, possibilitando que os colaboradores participem de oficinas temáticas, consultas dirigidas e testes controlados, conforme os perfis indicados no formulário. 

Para a diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTIE/MS), Meiruze Sousa Freitas, a construção coletiva assegura que a ferramenta seja aderente às necessidades reais do país. “A transição para a nova plataforma não é apenas uma mudança de software. Trata-se de um salto qualitativo. Nosso objetivo é reduzir gargalos e oferecer uma ferramenta que acelere a inovação em saúde, mantendo o Brasil na rota dos grandes centros globais de estudo.” 

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Como participar

Os membros de Comitês de Ética em Pesquisa (Ceps), pesquisadores, participantes de pesquisa, patrocinadores, instituições de ensino, pesquisa e saúde, além de gestores, poderão contribuir por meio de formulário eletrônico. Para fazer parte da rede colaborativa e cooperar com a elaboração da nova plataforma, basta seguir o passo a passo e completar os eixos ali descritos. 

Fortalecimento da análise ética no Brasil

Toda pesquisa realizada com seres humanos deve passar por avaliação ética para assegurar respeito, proteção e cuidado aos participantes. A implementação do novo marco regulatório instituiu o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Sinep), composto por duas instâncias:

  • Instância Nacional de Análise Ética em Pesquisa (Inaep): responsável por orientar, coordenar e estabelecer diretrizes para o sistema.
  • Comitês de Ética em Pesquisa (Cep): responsáveis pela análise e aprovação ética dos projetos de pesquisa nas instituições. 

A legislação estabelece princípios, diretrizes e regras para a análise ética de protocolos de pesquisa, conforme o grau de risco, fortalece a proteção dos participantes, impulsiona a ciência e a inovação no Brasil. 

Janine Russczyk
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Maceió é palco das discussões sobre o futuro da pesca e aquicultura

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participa da etapa estadual da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, em Maceió (AL) . Depois de passar por Porto Velho (RO), Uberlândia (MG), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Macapá (AP), neste sábado (20/06), foi a vez da capital de Alagoas. O evento discutiu os temais mais relevantes do setor, reunindo pescadores, aquicultores, proprietários de embarcações, pesquisadores e outros interessados para falar sobre o futuro do pescado no Brasil.

“É muito importante estar aqui em Alagoas para debater as políticas públicas com vocês reunindo lideranças dos pescadores e pescadoras, com os representantes do setor aquícola. Também se faz presente o público da pesca amadora esportiva, da pesca industrial. Este é um espaço de diálogo. Alagoas foi o primeiro estado a deflagrar a Conferência. Liderar pelo exemplo é o que Alagoas fez. Além disso, o Governo do presidente Lula está fazendo um esforço para estar presente em todas as Conferências. O que temos de mais valioso nisso são os homens e as mulheres das águas. “, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araújo. 

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Alagoas tem 32 mil trabalhadores no setor pesqueiro. Destes, 59% são mulheres. “As pescadoras têm o papel estratégico para colocar o alimento nas nossas mesas”, enfatizou o ministro Edipo Araújo. 

Retorno da participação social

A última edição da Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca foi realizada em 2009. A iniciativa foi retomada pelo Governo para garantir a participação social nas decisões que envolvem a pesca e aquicultura, setores estratégicos para o combate à fome, a geração de renda e a manutenção dos recursos aquáticos.

Neste ano, cada estado realiza uma etapa, que elegerá delegados para participar do evento principal. A Conferência nacional vai ser realizada entre os dias 11 e 13 de novembro, em Brasília (DF). O tema é “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”.

ASCOM 

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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