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Agro

Brasil Conquista Novo Mercado no Equador para Exportação de Farinhas de Origem Animal

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Brasil Expande Presença no Mercado Equatoriano com Novas Exportações

O Brasil conquistou mais uma abertura comercial importante no setor agropecuário. Após negociações bilaterais conduzidas entre os governos de Brasil e Equador, o país obteve autorização para exportar farinha de vísceras de aves e farinha de sangue bovino ao mercado equatoriano.

A medida reforça o avanço das exportações brasileiras de produtos agroindustriais e amplia o leque de destinos internacionais para insumos utilizados na alimentação animal. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a conquista representa mais uma etapa do processo de diversificação de mercados, fortalecendo a posição do Brasil como um dos maiores exportadores de produtos de origem animal do mundo.

Ampliação Comercial Gera Valor às Cadeias Produtivas de Aves e Bovinos

Com a nova autorização, a indústria brasileira de insumos voltados à nutrição animal ganha mais espaço no comércio internacional. Esses produtos, derivados do processamento de aves e bovinos, são amplamente utilizados na formulação de rações e contribuem para o aproveitamento integral das cadeias produtivas, agregando valor à produção e reduzindo desperdícios.

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De acordo com o Mapa, essa abertura deve estimular novas parcerias comerciais com o Equador e abrir caminho para futuras negociações envolvendo outros produtos agropecuários brasileiros.

Exportações ao Equador Superaram US$ 346 Milhões em 2025

Em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 346 milhões em produtos agropecuários para o Equador, com destaque para papel, cereais e café, segundo dados do governo federal. Com o novo acordo, a expectativa é de que o valor das exportações cresça nos próximos anos, impulsionado pela entrada de produtos de origem animal no portfólio de comércio bilateral.

O Equador se consolida, assim, como um importante parceiro regional, reforçando a integração econômica entre os países sul-americanos e fortalecendo o agronegócio brasileiro em mercados estratégicos da América Latina.

Brasil Atinge 537 Aberturas de Mercado Desde 2023

Com o anúncio dessa nova autorização sanitária, o agronegócio brasileiro alcança 537 aberturas de mercado desde o início de 2023, um marco que reflete o esforço contínuo de expansão e diversificação comercial liderado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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Esses avanços reforçam o compromisso do governo brasileiro com a inserção competitiva do país no comércio internacional, promovendo oportunidades para produtores e indústrias de diferentes regiões do Brasil.

Cooperação Diplomática e Técnica Impulsiona Resultados

O resultado é fruto de uma ação coordenada entre o Mapa e o Itamaraty, que atuam de forma integrada para abrir novos mercados e harmonizar padrões sanitários e fitossanitários com parceiros estrangeiros.

De acordo com o Mapa, a atuação diplomática tem sido fundamental para remover barreiras comerciais, negociar acordos técnicos e fortalecer a imagem do Brasil como fornecedor confiável e sustentável de produtos agropecuários.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ministro André de Paula encerra missão à China com avanços no diálogo agropecuário e cooperação bilateral

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Encerrando a missão do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) à China, o ministro André de Paula e a delegação brasileira participaram de reuniões com o Ministério do Comércio da China (MOFCOM) e com o Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China (MARA). Os encontros ocorreram em Pequim, nesta quarta-feira (20).

Em visita ao Ministério do Comércio da China (MOFCOM), o ministro André de Paula reuniu-se com o vice-ministro chinês Jiang Chenghua e destacou o simbolismo da viagem. “Escolhi a República Popular da China como destino da minha primeira viagem internacional. Esta escolha traduz o reconhecimento da importância da China como principal parceiro comercial do agronegócio brasileiro e interlocutor estratégico para o futuro da nossa agropecuária”, afirmou.

O vice-ministro Jiang Chenghua ressaltou a importância das relações comerciais e da cooperação técnica entre os dois países. “O Brasil é o nosso principal fornecedor de carne, soja, algodão, açúcar e frango. No campo dos investimentos, empresas chinesas têm atuado no Brasil em infraestrutura, melhoramento de sementes e cooperação em tecnologia agrícola. Nos últimos dois anos, observamos crescente participação de empresas chinesas em feiras e exposições do setor agrícola brasileiro”, declarou. 

Durante a reunião, os representantes discutiram temas relacionados ao comércio agropecuário, cooperação técnica e fortalecimento da parceria bilateral.

Na sede do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China (MARA), o ministro André de Paula reuniu-se com o ministro chinês Zhang Zhu, ocasião em que destacou que as relações entre Brasil e China são resultado de uma trajetória diplomática consolidada ao longo de mais de cinco décadas.

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“As relações entre o Brasil e a China são fruto de uma trajetória diplomática consolidada ao longo de mais de cinco décadas. Desde o estabelecimento de nossas relações, em 1974, construímos juntos uma parceria que evoluiu. Mais recentemente, sob a liderança dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Xi Jinping, alcançamos um novo patamar de cooperação e confiança mútua”, destacou o ministro André de Paula.

O ministro Zhang Zhu ressaltou a relevância da recente visita do presidente Lula à China e destacou a importância do aprofundamento da cooperação bilateral em áreas como infraestrutura, agricultura, inovação e energia. “Sua visita à China logo após assumir o cargo de ministro da Agricultura demonstra a atenção dedicada à cooperação agrícola sino-brasileira. Desejo unir esforços para ampliar nossa cooperação e gerar benefícios concretos aos nossos setores produtivos”, disse.

Durante a reunião, os representantes brasileiros reiteraram a importância da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), um dos principais mecanismos de coordenação política e diálogo estratégico entre os governos do Brasil e da China.

A parte brasileira também apresentou os principais programas desenvolvidos pelo Mapa voltados à promoção de uma agropecuária sustentável, inovadora e de baixa emissão de carbono. Entre as iniciativas destacadas estiveram o Plano ABC+, política nacional de incentivo à adoção de tecnologias sustentáveis no campo; o Programa Nacional de Bioinsumos, voltado à ampliação do uso de insumos biológicos na produção agropecuária; e as ações de pesquisa, inovação e transferência de tecnologia conduzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

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Os representantes brasileiros ressaltaram ainda o interesse em ampliar o intercâmbio científico e a cooperação técnica bilateral, especialmente em áreas relacionadas à biotecnologia, segurança alimentar, sustentabilidade e modernização agrícola, reforçando a disposição do Brasil em aprofundar parcerias estratégicas com a China.

As agendas realizadas em Pequim consolidaram o diálogo técnico e institucional entre os dois países e reforçaram a importância da parceria sino-brasileira para o comércio agropecuário, a segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável. A missão reafirmou o compromisso do Brasil com o fortalecimento da cooperação bilateral em temas estratégicos para a agropecuária.

Integraram a delegação brasileira o secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua; o secretário adjunto de Defesa Agropecuária, Alan Alvarenga; o diretor do Departamento de Negociações Não Tarifárias e de Sustentabilidade, Marcel Moreira; a chefe de gabinete do ministro, Adriana Vilela Toledo; a assessora especial de Comunicação Social, Carla Madeira; a assessora especial Sibelle Andrade; e os adidos agrícolas na China, Leandro Feijó e Jean Felipe Gouhie.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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