Paraná
Secretaria da Saúde reforça orientações sobre onde buscar ajuda na rede pública no Paraná
Saber onde procurar atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos fatores que contribuem para a agilidade no cuidado e para o bom funcionamento da rede pública. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), reforça a importância de a população compreender o fluxo de atendimento e o papel de cada nível de assistência.
Unidade Básica de Saúde (UBS), Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Unidade Mista de Saúde (UMS), Pronto Atendimento Municipal (PAM), hospital, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) – saber onde buscar assistência evita deslocamentos desnecessários, reduz filas e garante que cada pessoa receba o cuidado adequado em tempo oportuno.
No Paraná, a organização dos serviços segue uma lógica integrada de atenção, que acompanha o cidadão em diferentes fases da vida e conforme a necessidade clínica apresentada.
REDE – O SUS é organizado em Redes de Atenção à Saúde (RAS), que conectam aos serviços específicos. Cada serviço tem uma função, mas todos atuam de forma articulada. No centro dessa organização está a Atenção Primária à Saúde (APS), responsável por coordenar o cuidado e orientar o acesso aos demais níveis do sistema. Diariamente, milhões de paranaenses, em todas as regiões do Estado, utilizam desses serviços. Em 2025, o Paraná encerrou com mais de 30.887.464 atendimentos individuais e 3.478.277 atendimentos odontológicos na APS.
ATENDIMENTO PRÓXIMO – Para demandas do dia a dia e acompanhamento contínuo da saúde, a população deve buscar as Unidades Básicas de Saúde (UBS). São 2.708, indicadas para consultas de rotina, acompanhamento de crianças, gestantes, idosos, controle de doenças crônicas, vacinação, pré-natal, atendimentos de enfermagem e ações de prevenção e promoção da saúde. Sempre que possível, a UBS deve ser o primeiro local procurado, por isso é chamada de “porta de entrada do SUS”.
As Unidades Mistas de Saúde (UMS) e os Prontos Atendimentos Municipais (PAM) também realizam atendimentos clínicos e de urgência de menor gravidade, funcionando como pontos intermediários de assistência conforme a organização de cada município.
Pioneiros no Estado, objetivam descentralizar os atendimentos dos grandes centros para estruturas menores e resolutivas, fortalecendo a proposta do Governo do Estado de levar os serviços para mais próximo da casa dos paranaenses. Os projetos foram construídos pelo governo estadual e as liberações de recursos acontecem mediante convênio com as prefeituras.
PAM – Esse tipo de unidade é destinado ao atendimento de urgências e emergências de menor complexidade, geralmente em funcionamento contínuo ou por período estendido. Atende situações que demandam rapidez, mas não configuram emergência hospitalar.
Em dezembro foi inaugurado o primeiro no Estado nessa modalidade, com um investimento de R$ 5,9 milhões. O PAM de Paraíso do Norte integra um conjunto de 52 obras de PAMs em diferentes fases no Paraná. Além desta, duas outras unidades já estão concluídas, nos municípios de Bela Vista do Paraíso e Astorga, enquanto 21 obras seguem em andamento, com avanço superior a 90% em Curiúva, Reserva e Pontal do Paraná.
UNIDADES MISTAS DE SAÚDE – Reúnem atendimentos básicos e de urgência em um mesmo local. Além de consultas e procedimentos da atenção básica, também presta atendimento a casos agudos, funcionando como uma alternativa para municípios que concentram diferentes tipos de cuidado em uma única estrutura.
A primeira UMS do Paraná está localizada em Maria Helena, no Noroeste, e foi inaugurada em 15 de agosto. Outras nove já estão em construção. Na região Oeste, em Quatro Pontes, as obras estão quase finalizadas, com mais de 90% de execução. No total, 11 municípios terão esse tipo de serviço.
UPA – A UPA atende situações de urgência e emergência que necessitam de avaliação imediata, mas que nem sempre exigem internação hospitalar. Funciona 24 horas por dia e recebe pacientes com quadros como dor intensa, febre alta, falta de ar, fraturas, crises clínicas ou outros agravos que não podem aguardar atendimento eletivo.
HOSPITAIS – Os hospitais são responsáveis pelos atendimentos de média e alta complexidade, como internações, cirurgias, exames especializados e cuidados intensivos. O acesso ocorre de forma organizada, por meio de encaminhamento e regulação, garantindo que os casos mais graves recebam atendimento prioritário.
SAMU – O Samu deve ser acionado em situações graves e emergenciais, quando há risco imediato à vida, como acidentes graves, suspeita de infarto, AVC, paradas cardiorrespiratórias ou outras ocorrências que exigem atendimento rápido no local. O serviço realiza os primeiros cuidados e encaminha o paciente à unidade adequada. O acionamento é feito pelo telefone 192.
Fonte: Governo PR
Paraná
Capacitações: Hospital Infantil Monastier aprimora atendimento a pacientes com TEA
Em alusão ao Abril Azul, mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o Hospital Infantil Waldemar Monastier, unidade da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) promoveu, ao longo deste mês, uma série de ações voltadas à qualificação das equipes assistenciais e ao fortalecimento de práticas de acolhimento humanizado.
Os encontros abordaram estratégias práticas para o atendimento no ambiente hospitalar, com foco na compreensão das especificidades comportamentais e emocionais desses pacientes, garantindo maior segurança e assertividade nas condutas adotadas no cotidiano hospitalar.
Como parte das ações, foi apresentado o “Guia de Interação com o Paciente”, instrumento que passa a ser utilizado pela equipe de Psicologia. O material consiste em um questionário aplicado aos familiares, com o objetivo de identificar preferências, sensibilidades e necessidades específicas de cada paciente. Após o preenchimento, o guia permanece disponível no leito, facilitando a comunicação entre o paciente e a equipe multiprofissional.
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“As ações integram a política institucional de qualificação contínua e reforçam o compromisso do Estado com a inclusão, a humanização do atendimento e o respeito às necessidades individuais dos pacientes e seus familiares”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
Encerrando a programação, nesta terça e quarta-feira (28 e 29), o hospital promoveu o Seminário Hospitalar Atendimento Interdisciplinar ao Paciente com TEA. O evento teve como objetivo ampliar a capacitação dos profissionais, promovendo uma abordagem integrada e qualificada no cuidado. A programação também foi transmitida ao vivo pelas redes sociais da instituição, ampliando o acesso ao conteúdo.
Para Karina Chiquitti, diretora do hospital, falar sobre TEA é falar sobre diversidade e reconhecer que não existe uma única forma de perceber o mundo. “O nosso papel enquanto profissionais é estarmos preparados para acolher essa singularidade, por isso, discutir conceitos e protocolos nos convida a refletir sobre essas práticas. Que possamos sair desse mês muito mais informados, mais preparados para fazer a diferença na vida de cada paciente de cada família”, afirmou.
Fonte: Governo PR
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