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Aviação na Região Norte supera mais de 9,1 milhões de passageiros em 2025

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Os aeroportos da Região Norte movimentaram mais de 9,1 milhões de passageiros em voos domésticos em 2025, consolidando a retomada da demanda aérea na região. Os terminais de Belém (PA) e Manaus (AM) lideraram o fluxo, concentrando, juntos, mais de 61% da movimentação regional.

O Aeroporto de Belém registrou 325,6 mil passageiros, o equivalente a 34,8% do total regional, enquanto Manaus contabilizou 249,6 mil passageiros, com participação de 26,7%. O desempenho reflete a ampliação da malha aérea e o fortalecimento de rotas que conectam o Norte a grandes centros como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.

Para o ministro de Portos e Aeroportos Silvio Costa Filho, o crescimento demonstra a importância estratégica da aviação para a economia local. “Estamos fortalecendo a infraestrutura aeroportuária para atender à demanda crescente e apoiar setores produtivos essenciais, como a indústria e o comércio”, concluiu o ministro

O crescimento também beneficiou aeroportos regionais, como Macapá (AP), Porto Velho (RO), Santarém (PA) e Rio Branco (AC), ampliando o acesso da população ao transporte aéreo e fortalecendo a integração entre os estados da região.

Transporte de cargas em destaque

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O transporte aéreo de cargas e correios manteve trajetória de crescimento ao longo de 2025, consolidando a Região Norte como um dos principais polos logísticos do país. No período, os aeroportos da região movimentaram mais de 39,1 milhões de quilos de cargas aéreas. Manaus (AM) liderou de forma expressiva, com 8,87 milhões de quilos transportados, o que corresponde a aproximadamente 72% de toda a carga aérea da região. O resultado é impulsionado pela atividade industrial da Zona Franca de Manaus e pela importância estratégica do transporte aéreo para o abastecimento e a logística regional.

Entre as rotas com maior volume de cargas em 2025 estão as ligações entre Guarulhos–Manaus, Campinas–Manaus e Brasília–Manaus, fundamentais para o escoamento da produção industrial e a distribuição de insumos e mercadorias.

Ao longo de 2025, o Governo Federal e o Ministério de Portos e Aeroportos intensificaram os investimentos em infraestrutura aeroportuária na Região Norte, com obras de modernização e ampliação da capacidade operacional dos terminais. As intervenções incluem melhorias em terminais de passageiros, pistas, pátios e sistemas de segurança operacional, além de ações voltadas à eficiência logística e à qualidade dos serviços prestados aos usuários. Os investimentos buscam preparar os aeroportos da região para atender ao crescimento contínuo da demanda por passageiros e cargas.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Aedes aegypti: 49% dos municípios avaliados estão em situação de alerta ou risco

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O Ministério da Saúde divulgou o resultado do 2º ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre maio e agosto de 2026. Dos 3.732 municípios que informaram dados, 49,2% apresentaram índices que indicam situação de alerta ou de risco para a presença do mosquito, transmissor da dengue, da chikungunya e da zika. 

O levantamento identifica os principais tipos de criadouros do Aedes aegypti e é uma ferramenta estratégica para orientar as ações de vigilância, prevenção e controle nos territórios. Os resultados permitem que gestores locais direcionem as medidas de acordo com a situação encontrada em cada município. 

Os dados mostram que a maior parte dos focos está em recipientes presentes no dia a dia da população. Vasos e pratos de plantas, garrafas e outros recipientes que podem acumular água correspondem a 42,3% dos criadouros identificados. Na sequência, aparecem os reservatórios de água, como caixas d’água e tonéis (26,1%), e pneus e resíduos sólidos, incluindo garrafas PET, latas e entulho (23%). 

O perfil dos criadouros varia entre as regiões do país. Na Região Norte, predominam pneus e resíduos sólidos. Na Região Nordeste, destacam-se os recipientes utilizados para armazenamento de água. Já nas Regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, a maior concentração está em vasos, pratos de plantas, garrafas e outros recipientes. 

Preparação para o período de maior risco 

Com a aproximação do verão e as condições climáticas associadas ao El Niño, os resultados do LIRAa ajudam estados e municípios a se prepararem para o período de maior risco de proliferação do Aedes aegypti. Os resultados do LIRAa ajudam a identificar áreas em situação de alerta ou risco, reconhecer os principais tipos de criadouros e orientar ações antecipadas de prevenção e controle, de acordo com a realidade de cada território. 

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A eliminação de criadouros é uma medida fundamental, com atuação integrada da gestão, dos serviços de saúde, das equipes de agentes de combate às endemias e da população. 

Ações de prevenção e controle 

Os Agentes de Combate às Endemias (ACE) atuam na prevenção e no controle das arboviroses, com identificação e tratamento de criadouros que não podem ser eliminados, orientação da população e ações de vigilância. A atuação integrada com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) contribui para a articulação entre a Vigilância em Saúde e a Atenção Primária nos territórios. Até o fim deste ano, está prevista a formação de mais 300 mil profissionais. 

As ovitrampas são dispositivos utilizados para monitorar a presença do Aedes aegypti a partir da coleta de ovos do mosquito e podem ajudar a identificar áreas com maior presença do vetor. A estratégia está presente em aproximadamente 2 mil municípios e fornece informações complementares aos indicadores obtidos pelo LIRAa, contribuindo para orientar as ações de vigilância e controle. 

Entre as tecnologias de controle vetorial utilizadas no país estão a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI-Aedes) em imóveis especiais, como escolas, unidades de saúde e locais de grande circulação, as Estações Disseminadoras de Larvicida (EDL) e o método Wolbachia. 

Cuidados dentro e fora de casa 

A população também tem papel importante na prevenção. A orientação é fazer vistorias regulares em casa e nos espaços ao redor para identificar e eliminar locais que possam acumular água. 

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É importante verificar vasos e pratos de plantas, garrafas, baldes, pneus, calhas, ralos, caixas d’água e outros recipientes. Sempre que possível, eles devem ser esvaziados, descartados ou mantidos protegidos da chuva. 

Caixas d’água, tonéis e cisternas devem permanecer bem fechados. Garrafas e baldes devem ser guardados virados para baixo, enquanto calhas e ralos precisam ser mantidos limpos. Pneus, latas, plásticos e entulhos devem receber destinação adequada. 

Esses cuidados devem fazer parte da rotina durante todo o ano e ganham ainda mais importância nos períodos em que as condições ambientais favorecem a reprodução do Aedes aegypti. 

Casos de dengue caem 70% em 2026 

O Brasil registra queda de aproximadamente 70% nos casos prováveis de dengue em 2026, na comparação com o mesmo período de 2025. Até 26 de setembro, foram contabilizados 470,5 mil casos prováveis no país, contra 1,5 milhão no mesmo período do ano anterior. 

Também houve redução nos registros de chikungunya e Zika. Foram contabilizados 67.902 casos de chikungunya, 43% a menos que os 118.885 registrados em 2025. Para Zika, foram 2.141 casos, 35% abaixo dos 3.724 casos registrados no mesmo período do ano anterior. 

Os resultados do LIRAa reforçam a importância de manter as medidas de prevenção e controle do Aedes aegypti. Com a aproximação do verão e as condições climáticas associadas ao El Niño, a adoção antecipada dessas medidas por estados, municípios e população contribui para reduzir o risco de transmissão das arboviroses no próximo período sazonal. 

Ministério da Saúde  

Fonte: Ministério da Saúde

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