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Agro

Armazéns de grãos: infraestrutura inadequada pode gerar prejuízos à safra do produtor rural

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A armazenagem de grãos é uma etapa fundamental na cadeia produtiva agrícola. A escolha de um armazém confiável não só preserva a qualidade da produção, como também protege a segurança financeira do produtor e fortalece a economia regional. Em regiões com forte presença do agronegócio, episódios de má gestão e falta de infraestrutura já provocaram perdas significativas aos agricultores.

Agrobom: compromisso com confiança e credibilidade

A Agrobom atua oferecendo soluções que priorizam transparência operacional e credibilidade junto aos produtores. A empresa permite que os agricultores acompanhem cada etapa do processo de recebimento e classificação dos grãos.

“A Agrobom foi construída sobre uma base de confiança e compromisso com o produtor rural. Nossa trajetória na região reflete o trabalho de pessoas que conhecem as necessidades do campo e que colocam a seriedade acima de tudo. Esse é o diferencial que nos mantém como referência no setor”, afirma Marco Castelli, diretor comercial da companhia.

Diferenciais operacionais que garantem segurança ao produtor

Entre os principais diferenciais estão:

  • Classificação dos grãos no momento do descarregamento, com acompanhamento disponível ao produtor;
  • Aferição regular das balanças por empresa especializada;
  • Uso de medidores de umidade modernos, com aferição contínua.

“A classificação é feita de forma clara, transparente e sem margem para dúvidas. Já presenciei diversas vezes a aferição criteriosa das balanças, o que traz muita segurança ao produtor, que sabe que o produto está sendo avaliado de maneira justa”, destaca Weverley Aparecido Rizieri, produtor rural de Cássia (MG) que utiliza os serviços da Agrobom.

Infraestrutura adequada beneficia toda a cadeia produtiva

O armazém da Agrobom também oferece estrutura para motoristas e colaboradores, incluindo refeitório, banheiros, bebedouro e chuveiros, garantindo melhores condições durante o período de entrega da safra.

“Nossa região já passou por momentos difíceis com armazéns sem estrutura adequada ou sem gestão responsável, que geraram prejuízos significativos aos produtores. Ter um armazém confiável faz toda a diferença e contribui diretamente para a estabilidade do agronegócio local”, completa Rizieri.

Relacionamento e credibilidade são diferenciais duradouros

Para Castelli, a manutenção de padrões operacionais elevados e a construção de relações de confiança com os produtores são fundamentais para o sucesso da empresa.

“Não se constrói credibilidade da noite para o dia. Ela é resultado de anos de trabalho sério, de processos bem executados e de respeito ao produtor. Essa é a nossa responsabilidade com a região”, conclui o diretor comercial.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

El Niño 2026: saiba detalhes sobre o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do fenômeno no Brasil

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O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) divulgaram nesta segunda-feira (29), o Boletim nº 1 com o objetivo de apresentar o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do El Niño no Brasil em 2026.

O documento é resultado do trabalho realizado em parceria pelos órgãos nacionais e oficiais sobre monitoramento, regulação do uso das águas, gestão de riscos e previsão do clima e tempo. Mensalmente, o conteúdo será atualizado para disponibilizar informações acerca do fenômeno e, assim, apoiar os órgãos federais e estaduais além de contribuir para a tomada de decisões governamentais referentes ao País.

De acordo com o boletim, em junho de 2026 as condições observadas de temperatura da superfície do mar mostram um padrão típico do fenômeno El Niño. Este padrão se apresenta na forma de uma faixa de águas quentes em grande parte do Oceano Pacífico Equatorial que, próximo à costa da América do Sul, são superiores a 2°C.

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Previsão para os próximos meses

A previsão climática para o trimestre julho-agosto-setembro de 2026 indica, de forma geral, chuvas acima da média em áreas da Região Sul do Sul e, chuvas abaixo da média no centro-norte do País.

Ainda, as previsões indicam alta probabilidade de temperaturas acima de média no segundo semestre que, podem aumentar os eventos de onda de calor e a ocorrência de incêndios florestais.

Sobre a previsão da persistência do El Niño e sua intensidade, os modelos indicam probabilidade acima de 90% de permanência do fenômeno até, pelo menos o início de 2027, com alta probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte, quando as anomalias/desvios de temperatura da superfície do mar (TSM) no Oceano Pacífico Equatorial ficam acima de 2,0°C, entre a primavera e o verão de 2026.

Monitoramento contínuo e previsão de impactos

O boletim destaca a importância do acompanhamento das atualizações diárias e mensais dos órgãos para informações acerca de possíveis impactos na agricultura, níveis de rios e reservatórios prioritários além de riscos para inundações e deslizamentos.

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Importante também as recomendações e orientações da Defesa Civil Nacional, especialmente sobre as medidas de autoproteção para a população.

A atuação antecipada e coordenada entre os diferentes níveis de governo e instituições parceiras é fundamental para reduzir os impactos do fenômeno El Niño sobre a população brasileira. O monitoramento contínuo, o planejamento integrado e a adoção tempestiva de medidas de preparação e resposta constituem elementos essenciais para o fortalecimento da gestão de riscos e desastres no país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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