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Educação

MEC lança pedra fundamental de prédio e hospital da UFDPar

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Nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, o ministro da Educação, Camilo Santana, lança a pedra fundamental do prédio acadêmico e do Hospital Universitário, além de assinar termo que autoriza a licitação da obra de revitalização do Restaurante Universitário da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar), em Parnaíba (PI). As iniciativas têm investimentos de R$ 48,3 milhões, que foram destinados pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), do governo federal. 

Com cinco pavimentos, o prédio acadêmico terá 42 salas de aula, quatro laboratórios de informática, quatro salas multiuso para fortalecimento das ações de inovação pedagógica e uma área para instalação da biblioteca, com ampliação dos espaços voltados ao acervo e mais locais de estudos individuais e em grupo. As salas de aula atenderão diretamente a cinco cursos da UFDPar: administração, contabilidade, economia, pedagogia e o novo curso de inteligência artificial, beneficiando 1,2 mil estudantes. Já a biblioteca, os laboratórios e as salas multiuso beneficiarão os 4 mil alunos da universidade. As iniciativas terão um investimento total de R$ 22,3 milhões. 

Outros R$ 915,7 mil garantirão a revitalização do restaurante. Com estrutura atual para 149 pessoas sentadas, o local passará a ter 326 lugares, sendo 12 assentos para pessoas neurodivergentes e quatro vagas para cadeirantes. Com isso, a universidade proporcionará mais comodidade aos estudantes, de forma a diminuir o impacto de grandes filas e os atrasos nas atividades acadêmicas após o almoço e o jantar. 

Quanto às obras do Hospital Universitário, o orçamento de R$ 25 milhões custeará a implantação da primeira fase da obra, que contempla a construção do ambulatório, da subestação elétrica e das obras de infraestrutura necessárias para a futura implantação do hospital. Quando finalizadas todas as etapas, o hospital contará com 120 leitos, sendo 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A unidade hospitalar deverá reforçar a rede pública de saúde da região e ampliar o acesso da população a serviços de média e alta complexidade, além de qualificar a formação acadêmica e profissional dos estudantes, consolidando Parnaíba (PI) como polo regional de ensino, pesquisa e formação em saúde. 

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UFDPar – Criada em 2018, após o desmembramento da Universidade Federal do Piauí (UFPI), a UFDPar se consolida como polo estratégico de desenvolvimento no litoral piauiense. Atualmente, a instituição abriga uma comunidade acadêmica de aproximadamente 4 mil estudantes, suportada por um corpo de cerca de 150 técnicos-administrativos e 280 docentes. Com 16 cursos de graduação, incluindo medicina, psicologia, biomedicina, matemática e engenharia de pesca, a universidade aprovou a criação do bacharelado em inteligência artificial. O novo curso, pioneiro entre as federais do estado, ofertou 50 vagas para ingresso via Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026. 

Novo PAC – No total, os investimentos do Novo PAC no Piauí somam R$ 921,8 milhões, com destinação de R$ 783 milhões para a educação básica, R$ 99,4 milhões para a educação profissional e tecnológica e R$ 39,2 milhões para a educação superior. Os valores contemplam 148 ônibus para o transporte escolar; 41 novas escolas de tempo integral; 75 creches; três novos campi do Instituto Federal do Piauí (IFPI) no estado: Altos, Barras e Esperantina; e 25 obras de melhoria de institutos e universidades federais existentes. As melhorias de infraestrutura em instituições federais de ensino, com recursos do Novo PAC, beneficiam 18 municípios piauienses: Altos; Barras; Bom Jesus; Campo Maior; Cocal; Corrente; Esperantina; Oeiras; Parnaíba; Paulistana; Pedro II; Picos; Pio IX; Piripiri; São João do Piauí; Teresina; Uruçuí; e Valença do Piauí. 

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Resumo | Mais educação para o Piauí 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) 

Fonte: Ministério da Educação

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Prouni: comprovação de informações para lista de espera é até 14/09

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Participantes da lista de espera do processo seletivo para o segundo semestre do Programa Universidade para Todos (Prouni) têm até o dia 14 de setembro para comprovar as informações apresentadas no momento da inscrição. A comprovação dos dados deve ser realizada diretamente na instituição privada de educação superior indicada pelo candidato. Cada faculdade ou universidade define o formato de recebimento dos documentos exigidos, que pode ser presencial ou por meio de plataforma online. A perda do prazo ou a não apresentação dos documentos comprobatórios acarreta a reprovação no âmbito das bolsas do Prouni. 

O resultado da lista de espera desta edição do Prouni foi divulgado na terça-feira, 1° de setembro, e pode ser conferido no Portal Acesso Único ao Ensino Superior, por meio da conta Gov.br. A ordem de classificação dos participantes da lista de espera é observada pelas instituições de ensino, responsáveis pela análise da documentação exigida e pela emissão do termo de aprovação para a obtenção da bolsa. Esta é a última etapa da atual seleção, de modo que todos os participantes da lista de espera devem entregar a documentação exigida dentro do prazo. 

Para comprovar as informações declaradas na inscrição, o participante deve apresentar os seguintes documentos originais com suas respectivas cópias: 

  1. Comprovante de residência atualizado; 
  2. Identificação do candidato e dos membros do grupo familiar; 
  3. Comprovantes de rendimento bruto mensal de todos os integrantes do grupo familiar; 
  4. Comprovante de conclusão do ensino médio em escola da rede pública ou em instituição privada, conforme declarado na inscrição.  
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Prouni – O Programa Universidade para Todos é uma iniciativa do MEC que concede bolsas de estudo integrais (100%) e parciais (50%) em cursos de graduação em instituições privadas de educação superior. O programa destina-se a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), alcançado nota mínima de 450 pontos na média das provas e não tenham zerado a redação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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