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Fluminense vence o Grêmio no Maracanã com gols rápidos 

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O Fluminense garantiu uma vitória suada sobre o Grêmio por 2 a 1, nesta quarta-feira (28.01), em um confronto que incendiou o Maracanã. A equipe carioca abriu o placar no segundo tempo e resistiu à pressão gremista, assegurando os três pontos em casa.

O jogo

A partida começou com o Fluminense ditando o ritmo, pressionando a saída de bola do Grêmio. Logo aos dois minutos, John Kennedy por pouco não abriu o marcador, mas encontrou Weverton bem posicionado para abafar a finalização. Aos poucos, o time gaúcho conseguiu equilibrar as ações, criando sua primeira oportunidade real aos 19 minutos, quando Carlos Vinícius chutou com perigo pela linha de fundo. A resposta do Tricolor não tardou, com Serna invadindo a área, mas finalizando para fora.

Com o tempo, o ímpeto inicial diminuiu. O Fluminense mantinha maior posse de bola, enquanto o Grêmio apostava nos contra-ataques. Apesar das tentativas de ambos os lados, a primeira etapa terminou sem alteração no placar, com as defesas prevalecendo.

Segundo tempo 

A volta do intervalo trouxe um Fluminense renovado e a tática deu frutos imediatamente. Com apenas um minuto da segunda etapa, Renê disparou um chute que Weverton defendeu, mas Nonato apareceu no rebote para empurrar a bola para o fundo das redes, abrindo o placar para os donos da casa.

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Forçado a reagir, o Grêmio viu o Fluminense seguir dominante. Os cariocas quase ampliaram aos seis minutos, em jogada de Canobbio que parou em Weverton. Pouco depois, Martinelli também viu o goleiro gremista salvar. Contudo, na cobrança de escanteio seguinte, Lucho Acosta acertou uma bela finalização, indefensável para Weverton, e ampliou a vantagem tricolor.

O Grêmio, que até então tinha dificuldades para criar, só conseguiu seu primeiro chute a gol significativo aos 26 minutos, com Tetê. O lance serviu de catalisador para a equipe, que diminuiu a diferença aos 29. Após um cruzamento preciso, Gustavo Martins escorou e Carlos Vinícius mandou para a rede, recolocando o Grêmio no jogo e dando dramaticidade à reta final.

O gol gremista esquentou a partida, com o time gaúcho intensificando sua busca pelo empate. Aos 43 minutos, Gustavo Martins quase conseguiu a igualdade, sendo bloqueado na primeira tentativa e mandando por cima do travessão na segunda. O Fluminense, recuado, se defendeu bravamente e conseguiu segurar o resultado até o apito final, celebrando uma importante vitória em seus domínios.

Próximos desafios

Fluminense terá um clássico pela frente, enfrentando o Botafogo no domingo, 1º de fevereiro de 2026, às 19h30 (de Brasília), no Estádio Nilton Santos, pelo Campeonato Carioca.

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Grêmio entra em campo no sábado, 31 de janeiro de 2026, às 16h30 (de Brasília), para receber o Juventude na Arena do Grêmio, pelo Campeonato Gaúcho.

FICHA TÉCNICA
Competição Campeonato Brasileiro
Placar Fluminense 2 x 1 Grêmio
Local Maracanã, Rio de Janeiro-RJ
Data 28 de janeiro de 2026 (quarta-feira)
Horário 19h30 (de Brasília)
Cartões Amarelos Não especificados no texto fornecido
Cartões Vermelhos Nenhum
Árbitro Davi de Oliveira Lacerda (ES)
Assistentes Luanderson Lima dos Santos (BA) e Douglas Pagung (ES)
VAR Caio Max Augusto Vieira (GO)
Gols Nonato, aos 2′ do 2ºT (Fluminense)
Lucho Acosta, aos 14′ do 2ºT (Fluminense)
Carlos Vinícius, aos 30′ do 2ºT (Grêmio)
Escalação Fluminense Fábio; Samuel Xavier, Jemmes, Freytes e Renê; Martinelli, Nonato (Bernal) e Lucho Acosta (Ganso); Canobbio (Santi Moreno), John Kennedy (Everaldo) e Serna (Savarino)
Técnico: Luís Zubeldia
Escalação Grêmio Weverton; João Pedro (Marcos Rocha), Gustavo Martins, Wagner Leonardo e Marlon; Dodi (Willian), Arthur e Edenílson; Amuzu (Pavón), Tetê (Enamorado) e Carlos Vinicius (André Henrique)
Técnico: Luís Castro

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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