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Brasil Fortalece Exportações de Proteína Animal com Presença na Gulfood 2026, em Dubai

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), está levando 22 agroindústrias brasileiras para a Gulfood 2026, uma das maiores feiras internacionais de alimentos do planeta. O evento acontece entre os dias 26 e 30 de janeiro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos — um dos principais polos mundiais de comércio de alimentos halal.

O objetivo da iniciativa é fortalecer a imagem do Brasil como fornecedor global de proteína animal, abrir novos canais de exportação e estreitar laços comerciais com mercados estratégicos do Oriente Médio e outras regiões.

Empresas brasileiras representam a força do agronegócio nacional

Entre as empresas que integram a missão brasileira estão grandes nomes do setor, como Ad’oro Alimentos, Avivar Alimentos, Copacol, C.Vale, Lar Cooperativa Agroindustrial, Pif Paf Alimentos, GT Foods, Zanchetta Alimentos, Villa Germania Alimentos, entre outras.

Essas companhias representam diferentes segmentos da cadeia da proteína animal — aves, suínos e ovos — reforçando a diversificação e competitividade da produção brasileira no cenário internacional.

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Estande do Brasil destaca qualidade e inovação da proteína nacional

A ABPA terá um estande exclusivo de 432 metros quadrados, projetado para dar suporte às agendas comerciais das empresas e promover reuniões com importadores, distribuidores e representantes do food service.

Um dos destaques será o espaço de degustação, localizado na área central, com pratos típicos da culinária do Oriente Médio — como shawarma de frango, shawarma de pato e omeletes — preparados com proteínas brasileiras. A proposta é valorizar a versatilidade e qualidade dos produtos do país, além de reforçar sua adaptação às preferências locais.

Gulfood 2026 amplia estrutura e oportunidades de negócios

A edição de 2026 da Gulfood será realizada simultaneamente em dois centros de exposições — o Dubai World Trade Centre e o Dubai Exhibition Center —, ampliando a área total do evento e o fluxo de compradores internacionais.

A feira é reconhecida como um dos principais pontos de encontro do setor de alimentos e bebidas, reunindo representantes de dezenas de países e servindo como plataforma para novos acordos comerciais e expansão de mercados.

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Brasil reforça imagem de fornecedor confiável e sustentável

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a presença brasileira em Dubai reforça o posicionamento do país no comércio global de alimentos.

“A Gulfood é uma vitrine fundamental para o relacionamento com compradores do Oriente Médio e de outras regiões. A presença das empresas brasileiras, com o apoio da ApexBrasil, fortalece a imagem do Brasil como fornecedor confiável de proteína animal, com produção alinhada aos mais altos padrões sanitários e às demandas dos mercados internacionais”, destaca Santin.

Ação integra estratégia de promoção internacional da ABPA e ApexBrasil

A participação na Gulfood faz parte do calendário internacional da ABPA e da ApexBrasil, voltado à promoção das exportações brasileiras de proteína animal. As ações buscam consolidar o Brasil como referência mundial em alimentos seguros, sustentáveis e de alta qualidade, especialmente em mercados estratégicos como o Oriente Médio, Ásia e Europa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de suínos perde força em maio diante de maior oferta e demanda interna mais fraca

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O mercado brasileiro de suínos vivos encerrou o mês de maio em cenário de baixa, pressionado principalmente pelo aumento da oferta de animais para abate e pela desaceleração do consumo doméstico. O avanço da disponibilidade reduziu o poder de negociação dos produtores e manteve as cotações fragilizadas ao longo de praticamente todo o período.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a dinâmica do setor continuou enfraquecida tanto no mercado independente quanto no atacado. Embora alguns cortes tenham apresentado comportamento misto, o ritmo de reposição ao longo da cadeia perdeu intensidade, refletindo o consumo mais moderado das famílias brasileiras.

Segundo o especialista, a indústria frigorífica adotou uma postura mais cautelosa nas compras de animais vivos, diante da menor liquidez no mercado interno e do aumento da oferta disponível para abate.

Margens da suinocultura ficam mais apertadas

Além da pressão sobre os preços do suíno vivo, maio também foi marcado pela preocupação crescente dos produtores com o estreitamento das margens da atividade. O cenário de preços mais baixos para os animais, aliado aos custos de produção ainda elevados, reduziu a rentabilidade da cadeia suinícola.

Mesmo diante desse ambiente mais desafiador, as exportações continuaram exercendo papel fundamental para limitar perdas mais intensas no mercado doméstico.

“As exportações permaneceram como principal fator de sustentação do mercado, ajudando a absorver parte da oferta interna”, destacou Allan Maia.

Apesar de uma leve desaceleração no ritmo médio diário dos embarques durante maio, o fluxo externo continuou relevante para equilibrar a disponibilidade de carne suína no país.

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Expectativa para junho é de recuperação gradual da demanda

Para junho, a perspectiva é de um ambiente um pouco mais favorável ao setor. A entrada de salários na economia tende a estimular o consumo de proteínas, enquanto a recente queda nos preços da carne suína aumenta a competitividade do produto frente às demais proteínas animais.

Outro fator que pode favorecer o mercado é a valorização da carne bovina e da carne de frango, cenário que tende a direcionar parte do consumo para a proteína suína no varejo.

A expectativa do setor é de recuperação gradual da demanda doméstica ao longo das próximas semanas, especialmente no atacado.

Preços do suíno recuam em diversos estados

Levantamento da Safras & Mercado apontou queda na média nacional do quilo do suíno vivo, que passou de R$ 5,46 para R$ 5,38 na semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça recuou de R$ 9,00 para R$ 8,96 por quilo, enquanto o preço médio do pernil caiu de R$ 11,43 para R$ 11,40.

Em São Paulo, a arroba suína recuou de R$ 103,00 para R$ 102,00.

No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,90 para R$ 5,70, enquanto no mercado do interior passou de R$ 5,30 para R$ 5,20.

Em Santa Catarina, o preço na integração recuou de R$ 5,90 para R$ 5,70. Já no interior catarinense, o valor permaneceu em R$ 5,05.

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No Paraná, o mercado livre registrou queda de R$ 5,10 para R$ 5,00 por quilo vivo. Na integração, a cotação caiu de R$ 5,90 para R$ 5,75.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande permaneceu em R$ 5,15, enquanto na integração houve recuo de R$ 5,80 para R$ 5,65.

Em Goiânia, os preços avançaram de R$ 5,15 para R$ 5,35.

No interior de Minas Gerais, o quilo vivo caiu de R$ 5,70 para R$ 5,60. Já no mercado independente, os preços seguiram em R$ 5,80.

Em Mato Grosso, a cotação em Rondonópolis permaneceu em R$ 5,50, enquanto na integração estadual houve queda de R$ 5,95 para R$ 5,70.

Exportações de carne suína seguem sustentando o setor

As exportações brasileiras de carne suína in natura movimentaram US$ 191,943 milhões em maio, considerando 15 dias úteis, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A média diária exportada ficou em US$ 12,796 milhões. O volume total embarcado atingiu 77,427 mil toneladas, com média diária de 5,161 mil toneladas.

O preço médio da tonelada exportada foi de US$ 2.479.

Na comparação com maio de 2025, houve queda de 2,1% no valor médio diário exportado. Por outro lado, o volume médio diário embarcado cresceu 2,3%, enquanto o preço médio da tonelada registrou recuo de 4,3%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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