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Paraná renova piso salarial para até R$ 2,4 mil e deve manter maior valor do Brasil em 2026

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O Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda do Paraná (CETER) aprovou os novos valores do piso salarial estadual, válidos de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2026. A última faixa será de R$ 2.407,90, enquanto o salário mínimo nacional é de R$ 1.621. A medida representa mais um avanço na política de valorização do trabalho no Estado e consolida o Paraná como referência nacional na construção de instrumentos de proteção à renda dos trabalhadores. 

O Grupo I passa a ter piso de R$ 2.105,34, destinado a trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca. O Grupo II terá o valor de R$ 2.181,63, abrangendo trabalhadores dos serviços administrativos, comércio, reparação e manutenção. Já o Grupo III foi fixado em R$ 2.250,04, voltado aos trabalhadores da produção de bens e serviços industriais. O Grupo IV, que contempla técnicos de nível médio, terá piso de R$ 2.407,90. O Paraná já tem o maior salário mínimo do Brasil e deve manter essa posição em 2026.

Os novos valores dos pisos salariais para categorias que não têm piso definido em Lei Federal, Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho foram definidos a partir de critérios técnicos previstos em lei, considerando índices oficiais como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e a política nacional do salário-mínimo. A resolução respeita as especificidades de cada segmento do mercado de trabalho.

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O texto pactuado agora segue para publicação em Diário Oficial e, posteriormente, servirá de base para a elaboração da minuta de decreto que será encaminhada para a Casa Civil. 

O secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná, Do Carmo, destacou que a aprovação da resolução é resultado de um esforço conjunto e responsável. “Esse é um exemplo claro de como o diálogo entre governo, trabalhadores e empregadores gera resultados concretos. O piso salarial do Paraná é fruto de uma construção coletiva, que respeita a realidade econômica e, ao mesmo tempo, protege o trabalhador”, afirmou. “O processo reafirma o compromisso do Governo do Estado com o diálogo social e com decisões construídas de forma democrática”.

Do Carmo também ressaltou que a política de valorização do piso estadual está alinhada às ações de qualificação profissional e geração de emprego desenvolvidas pelo Governo do Estado. Segundo ele, garantir renda digna é parte essencial de uma estratégia maior de desenvolvimento, que fortalece a economia e amplia oportunidades para a população paranaense.

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O presidente do Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda, Luiz Roberto Romano, destacou o papel institucional do CETER no processo. “A aprovação dessa resolução demonstra a maturidade do Conselho e o compromisso das bancadas governamental, patronal e dos trabalhadores. Todas as decisões foram tomadas com base em dados, diálogo e responsabilidade social”, afirmou.

Segundo ele, o CETER cumpre uma função estratégica ao monitorar e avaliar a política estadual de valorização do piso salarial. “O Conselho é um espaço permanente de negociação e construção coletiva, onde diferentes interesses se encontram para chegar a um consenso que beneficie o conjunto da sociedade paranaense”, reforçou.

A Resolução nº 632/2026 também prevê que, em caso de alteração do salário-mínimo nacional ao longo de 2026, o Conselho poderá deliberar novamente sobre os valores dos pisos estaduais, garantindo flexibilidade e atualização conforme os critérios legais. A medida assegura que o Paraná continue atento às mudanças econômicas e à proteção da renda dos trabalhadores.

Fonte: Governo PR

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Alunos de 88 colégios da rede estadual participam do Parlamento Jovem

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Estudantes participaram, nesta terça-feira (2), das eleições do projeto Parlamento Jovem em 88 colégios da rede estadual, distribuídos em 64 municípios paranaenses. A iniciativa, desenvolvida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), por meio da Escola Judiciária Eleitoral (EJE-PR), conta com a parceria da Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) e proporciona aos alunos vivência prática do processo democrático e do funcionamento das eleições.

Em todo o Paraná, cerca de 26 mil estudantes atuaram como eleitores e 988 concorreram como candidatos-mirins. Para a realização da votação, foram disponibilizadas 238 urnas eletrônicas, entre equipamentos utilizados e de contingência.

Para o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, o projeto contribui para a formação cidadã dos estudantes ao aproximá-los das instituições democráticas. “A participação no Parlamento Jovem é uma oportunidade singular para que os estudantes vivenciem, na prática, o funcionamento do sistema democrático e do Poder Legislativo. Incentivamos fortemente a adesão dos alunos porque iniciativas como essa fortalecem o protagonismo juvenil, ampliam a compreensão sobre o processo eleitoral e contribuem para a formação de cidadãos mais conscientes e participativos”, afirmou o secretário.

Para o chefe da Seção de Educação para a Cidadania Política (SECP) do TRE-PR, Frederico Rafael Martins de Almeida, o projeto representa uma oportunidade de aproximar jovens da Justiça Eleitoral e incentivar a participação cidadã. “Ao conhecer na prática o funcionamento das eleições e do Poder Legislativo, os estudantes desenvolvem competências relacionadas à cidadania, ao diálogo, à ética pública e à participação política responsável”. 

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CIDADANIA – Segundo ele, o Parlamento Jovem é uma das principais ações de educação para a cidadania política desenvolvidas pelo TRE-PR. “Contribuímos para a formação de novas gerações de eleitores conscientes, participativos e comprometidos com os valores democráticos”, declarou Almeida. 

A coordenadora dos Programas Especiais da Seed-PR, Adriana Rigon Wille, destacou que a iniciativa complementa o trabalho desenvolvido pelas escolas na formação cidadã dos estudantes. “É uma experiência muito rica porque os estudantes vivenciam uma eleição de verdade dentro da escola. Eles organizam as chapas, apresentam propostas, fazem campanha e utilizam a urna eletrônica no processo de votação. Tudo isso ajuda a aproximá-los da democracia e torna o aprendizado muito mais significativo”, afirmou.

NOVIDADES – “A edição de 2026 marca uma nova fase do Parlamento Jovem, resultado de um amplo processo de modernização”, destacou Almeida. Entre os avanços implementados recentemente pelo TRE-PR, estão a criação do Regulamento Oficial do Parlamento Jovem e o lançamento de um hotsite que reúne informações sobre todas as etapas do projeto, incluindo cronogramas, materiais pedagógicos, vídeos explicativos, manuais operacionais, modelos de documentos e orientações destinadas às escolas, Cartórios Eleitorais e Câmaras Municipais.

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Também foram promovidas capacitações para servidores, professores, equipes pedagógicas e representantes das Câmaras Municipais, além da disponibilização de vídeos, checklists, cartilhas e manuais para consulta permanente. Neste ano, as instituições participantes passaram a formalizar a adesão ao projeto por meio de termos específicos, ampliando a integração entre a Justiça Eleitoral e os parceiros envolvidos.

VEREADORES – O Parlamento Jovem permite aos estudantes vivenciarem todas as etapas de uma eleição, de forma semelhante ao que ocorre nas disputas para cargos políticos. Nos meses que antecederam a votação, os alunos participaram de atividades como registro de candidaturas, campanhas eleitorais, apresentação de propostas e debates, utilizando as mesmas regras e procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral.

Os estudantes eleitos serão diplomados e empossados como vereadores-mirins em seus respectivos municípios, passando a desenvolver atividades legislativas ao longo do ano. A proposta busca estimular o protagonismo juvenil e ampliar o conhecimento sobre o funcionamento dos poderes públicos e os mecanismos de participação democrática.

Fonte: Governo PR

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