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Inscrições abertas para o XXV Seminário Internacional do Café em Santos: evento destaca inovação e sustentabilidade no setor

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A Associação Comercial de Santos (ACS) abriu as inscrições para o XXV Seminário Internacional do Café, um dos mais importantes eventos do setor cafeeiro no Brasil e no mundo. O encontro será realizado entre 19 e 21 de maio de 2026, no Santos Convention Center, e reunirá especialistas, produtores, pesquisadores e representantes da indústria cafeeira nacional e internacional.

As inscrições já podem ser feitas pelo site oficial: www.seminariocafesantos.com.br.

Tema central: o futuro do café em um mundo em transformação

Com o tema “O setor de café do Brasil está pronto para um mundo disruptivo?”, o evento discutirá as principais tendências, desafios e inovações que estão moldando o futuro da cadeia cafeeira global.

De acordo com o presidente da ACS, Mauro Sammarco, a expectativa é reunir mais de mil participantes ao longo dos três dias de programação. “O seminário consolida Santos como a sede oficial do evento, graças à sua importância histórica no comércio do café e à relevância do seu complexo portuário para a economia nacional e internacional”, destacou Sammarco.

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Tradição e relevância internacional

Realizado de forma bienal, o Seminário Internacional do Café chega à sua 25ª edição consolidando uma trajetória de debates técnicos e estratégicos sobre o mercado cafeeiro.

Na última edição, em 2024, o evento contou com representantes de 36 países, reforçando sua dimensão global e seu papel de destaque na promoção de conhecimento e negócios relacionados ao café.

Compromisso com a sustentabilidade

Assim como em edições anteriores, a sustentabilidade segue como um dos pilares do seminário. Todos os fornecedores envolvidos passam por avaliação quanto à regularidade de suas operações e às práticas ambientais adotadas.

A ACS também obteve certificação pela compensação total das emissões de gases de efeito estufa geradas durante o evento de 2024 — tornando-o 100% carbono neutro em menos de um ano. A meta é repetir a iniciativa em 2026, reforçando o compromisso ambiental do setor.

Serviço
  • 📅 Data: 19 a 21 de maio de 2026
  • 📍 Local: Santos Convention Center – Santos (SP)
  • 🌐 Inscrições e informações: www.seminariocafesantos.com.br

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Setor do arroz une forças para enfrentar crise de preços e buscar apoio ao produtor no Rio Grande do Sul

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As principais lideranças da cadeia orizícola do Rio Grande do Sul reforçaram a articulação em defesa dos produtores rurais diante dos desafios enfrentados pelo setor. Em reunião realizada na última semana, representantes do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) discutiram medidas para fortalecer a comercialização, ampliar a competitividade e garantir melhores condições para os arrozeiros gaúchos.

O encontro reuniu o presidente do Irga, Alexandre Azevedo Velho, e o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, em um momento considerado decisivo para a cadeia produtiva, especialmente após a conclusão da colheita e diante de um cenário de forte volatilidade nos preços do cereal.

Rio Grande do Sul concentra 70% da produção nacional

Responsável por aproximadamente 70% da produção brasileira de arroz, o Rio Grande do Sul tem papel estratégico no abastecimento do mercado interno e nas exportações do cereal.

Durante a reunião, as entidades avaliaram o panorama atual da atividade, marcado por margens pressionadas, aumento dos custos de produção, dificuldades de comercialização e elevado nível de endividamento dos produtores.

A preocupação do setor é ampliar mecanismos que contribuam para a recuperação da rentabilidade da cultura e garantam maior sustentabilidade econômica para as propriedades rurais.

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Valorização do arroz e estímulo ao consumo estão entre as prioridades

Entre os principais temas debatidos pelas lideranças estiveram ações voltadas à valorização do arroz brasileiro e ao fortalecimento do consumo interno.

O setor avalia que a ampliação da demanda é um dos caminhos para equilibrar a oferta disponível no mercado e contribuir para a recuperação dos preços pagos aos produtores.

Além disso, a busca por novos mercados e estratégias de promoção do cereal também integra as pautas consideradas prioritárias para os próximos meses.

Agenda conjunta busca soluções em Brasília

Ao final do encontro, Irga e Federarroz reafirmaram o compromisso de atuar de forma coordenada junto ao governo federal, ao governo do Estado e aos parlamentares ligados ao agronegócio.

A proposta é construir uma agenda unificada de reivindicações para ampliar o apoio ao setor produtivo, especialmente em um período de desafios financeiros para os arrozeiros.

Entre as demandas defendidas pelas entidades estão:

  • Ampliação das linhas de crédito para custeio e investimento;
  • Condições especiais para renegociação de dívidas rurais;
  • Políticas de apoio à comercialização;
  • Incentivos para armazenagem e logística;
  • Investimentos em inovação e tecnologia para a produção de arroz.
Preparação para a próxima safra já está no radar

Além das questões relacionadas à comercialização da safra atual, as lideranças também discutiram os preparativos para o próximo ciclo produtivo.

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A preocupação é garantir que os produtores tenham acesso a recursos financeiros, infraestrutura adequada e ferramentas de gestão que permitam maior eficiência e competitividade diante dos desafios do mercado.

Segundo as entidades, a construção de políticas públicas estruturantes será fundamental para assegurar a continuidade dos investimentos e a manutenção da liderança do Rio Grande do Sul na produção nacional de arroz.

Setor busca maior previsibilidade

Em meio às oscilações de mercado e às dificuldades enfrentadas pelos produtores, Irga e Federarroz defendem medidas que promovam maior previsibilidade para a atividade.

A avaliação das lideranças é que o fortalecimento institucional da cadeia produtiva, aliado a políticas públicas eficientes e mecanismos de apoio à renda do produtor, será essencial para garantir a sustentabilidade do setor e preservar a competitividade do arroz gaúcho nos próximos anos.

Com uma agenda conjunta e foco na valorização da produção, as entidades pretendem ampliar o diálogo com os governos e buscar soluções que permitam ao setor superar os desafios atuais e construir um ambiente mais favorável para os produtores rurais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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