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Economia

Alckmin celebra assinatura de acordo: “Novo patamar para a política comercial brasileira”

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A ampliação do comércio, a geração de empregos e o fortalecimento da inserção internacional do Brasil foram celebrados neste sábado (17/1) pelo vice-presidente e ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, após a assinatura Acordo MercosulUnião Europeia, em Assunção, no Paraguai.

Para Alckmin, o acordo eleva a política comercial brasileira a novos patamares. “Consolida o maior acordo entre blocos comerciais do mundo e amplia de forma significativa as oportunidades para o Brasil”, disse.

Ele destacou que o entendimento reforça a estratégia brasileira de ampliar sua inserção internacional. “Ao concluir esse acordo, o Brasil reafirma sua estratégia de abrir mercados, fortalecer o multilateralismo e transformar resultados comerciais em crescimento econômico, emprego e investimento”.

O acordo reúne os países do Mercosul e os 27 Estados-membros da União Europeia, ampliando o comércio, estimulando investimentos recíprocos e gerando impactos positivos para o emprego e o desenvolvimento econômico.

Como parte da agenda de implementação do acordo, o MDIC lançou na sexta-feira (16) o Painel de Oportunidades Mercosul–União Europeia, ferramenta digital que permite identificar oportunidades de exportação a partir de recortes por produtos, mercados de destino e unidades da Federação, apoiando a atuação de empresas brasileiras interessadas no mercado europeu.

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O MDIC também disponibilizou, em seu portal, o factsheets e os documentos oficiais do acordo. com informações sobre compromissos assumidos, impactos esperados e oportunidades para o setor produtivo brasileiro.

Próximos passos

Para entrar efetivamente em vigor, agora o acordo precisa ser internalizado pelos países. A validação da parte comercial passa pelo Parlamento Europeu e pelos parlamentos dos países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai).

Os temas relativos à cooperação, facilitação e questões políticas (como compromissos com direitos humanos, democracia e outros) precisam ser submetidos aos parlamentos dos 27 países da UE.

A parte comercial não precisa esperar a aprovação destas outras partes (cooperação e política) para entrar em vigor. E pode começar a valer, para o Brasil, antes mesmos que os demais parceiros do Mercosul internalizem – bastando apenas que seja ratificado pelo Congresso Nacional e pelo Parlamento Europeu.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Brasil e Colômbia debatem ampliação do comércio e novas parcerias bilaterais

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Brasil e Colômbia, em encontro bilateral realizado nesta terça-feira (16/06), em Bogotá, entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e a ministra de Comércio, Indústria e Turismo da Colômbia, Diana Morales Rojas, reafirmaram o compromisso de intensificar o diálogo e a cooperação em matéria de comércio, investimentos e integração produtiva no setor automotivo, celebrando a continuidade da vigência do Acordo Automotivo no âmbito do ACE 72, destacando seu papel na previsibilidade dos fluxos comerciais entre os dois países.

Com o objetivo de fortalecer os vínculos econômico-comerciais e avançar em iniciativas de ampliação e cooperação industrial entre os dois países, as autoridades reafirmaram a disposição de preservar e aprofundar os instrumentos bilaterais existentes, além de promover novas oportunidades comerciais.

Segundo o ministro Márcio Elias Rosa, “a visita do presidente Lula a Bogotá, em abril de 2024, marcou um novo patamar na relação bilateral, elevando-a ao nível de prioridade estratégica. Temos hoje a oportunidade de traduzir essa orientação em resultados concretos e benéficos para nossas economias e sociedades”.

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O ministro do MDIC também ressaltou a convergência entre a Nova Indústria Brasil (NIB) e a política de reindustrialização colombiana como oportunidade para ampliar a cooperação bilateral e impulsionar o desenvolvimento conjunto em áreas estratégicas, como mobilidade sustentável, insumos farmacêuticos, construção naval, defesa, hidrogênio verde, biocombustíveis e bioinsumos.

Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Colômbia alcançou US$ 5,4 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 3,4 bilhões. A pauta exportadora é diversificada e inclui veículos e autopeças, café, papel e cartão, produtos de perfumaria, pneus, medicamentos, produtos químicos, calçados, máquinas e equipamentos.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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