Paraná
Palácio Iguaçu recebeu 3,4 mil visitantes em 2025; saiba como fazer uma visita guiada
O Palácio Iguaçu, sede do Poder Executivo Estadual com mais de 70 anos de história, recebeu 3.473 visitantes em 2025. São desde estudantes de diversas regiões do Estado até turistas interessados em conhecer mais sobre a história do Paraná. O número não considera os visitantes que participaram de eventos realizados ao longo do ano passado.
O mês com o maior número de visitantes foi setembro, com 609 pessoas, seguido de agosto (433), maio (421), junho (373) e abril (365). Com exceção de janeiro e fevereiro, todos tiveram mais de 200 pessoas visitando o Palácio Iguaçu. Eles conheceram alguns ambientes da sede do Poder Executivo, como a Capela, o mapa do Paraná do jardim, os Salões Monumental, de Atos e de Inverno, entre outros espaços.
Considerado um museu devido à riqueza de obras de arte espalhadas pelo prédio e salões imponentes, o Palácio Iguaçu completou 70 anos de história em 19 de dezembro de 2024. Inaugurado no centenário da emancipação política do Estado, ele representa um marco da arquitetura modernista brasileira, localizado no ponto mais alto do primeiro Centro Cívico criado no Brasil. Projetado pelo arquiteto paranaense David Azambuja, serviu de exemplo para construção de Brasília, no que tange à centralização dos poderes.
COMO VISITAR – As visitas ao Palácio Iguaçu devem ser agendadas com o Cerimonial do Governo do Paraná, responsável pelo tour guiado pela história de um dos ícones da arquitetura paranaense e brasileira.
Para isso, é necessário entrar em contato pelo telefone (41) 3350-2983 ou enviar um e-mail para [email protected], informando a quantidade de pessoas previstas. As visitas acontecem de segunda a sexta-feira, em horário comercial. Para quem preferir, há também a opção de visita virtual ao Palácio, que pode ser conferida AQUI.
A Agência Estadual de Notícias (AEN) também lançou, em 2024, uma série especial sobre os 70 anos do Palácio Iguaçu. Gravada em qualidade 4k, é composta por três capítulos que contam sobre a história, a arquitetura e as pessoas que vivem o espaço todos os dias. Os episódios estão disponíveis no Youtube.
Fonte: Governo PR
Paraná
Seca recua em várias regiões do Paraná, aponta monitor nacional
Com o recuo da seca fraca, o extremo Noroeste, Norte, Norte Novo e região Central do Paraná são as áreas que não têm mais nenhum registro de seca relativa no Estado. É o que aponta o Monitor de Secas, divulgado nesta quarta-feira (17). O estudo da Agência Nacional de Águas é realizado em parceria com vários institutos, entre eles o Simepar – Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná.
Também houve recuo da área com seca moderada no Norte Pioneiro, Noroeste, Campos Gerais, norte da Região Metropolitana de Curitiba e de cidades no Sul, próximas à divisa com Santa Catarina. Por outro lado, foi registrado avanço da seca moderada em cidades do Sudoeste e Oeste que ficam na área de fronteira com o Paraguai e a Argentina.
“A chuva foi acima da média no último bimestre em algumas regiões, o que motivou o recuo da seca. Já na área de fronteira a chuva ficou abaixo da média nos últimos meses, o que levou ao avanço da área com registro de seca moderada”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar que participa do Monitor de Secas.
Os impactos são de curto e longo prazo no Centro-Leste e Nordeste do Paraná, ou seja, podem ter reflexos na agricultura, e de curto prazo nas demais áreas, interferindo também nas atividades agrícolas.
O Boletim Agroclimático do Simeagro, divulgado em maio, aponta que o milho, já em proximidade de colheita, estava com uma área cultivada estimada em 2,9 milhões de hectares – a maior área já registrada para a cultura no Paraná. Já o trigo, favorecido pelas condições de umidade do solo, avançou para 67% da área prevista no Estado.
CHUVAS – Em maio, entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas nove registraram volumes de chuva abaixo da média histórica para mês. Em 18 delas, o volume médio histórico foi atingido nos primeiros dez dias de maio.
Com mais chuva, a temperatura média ficou dentro a abaixo da média histórica em todo o Paraná. As temperaturas mais baixas de maio de 2026 também foram as mais baixas do ano até o momento, registradas entre os dias 11 e 13, datas em que também houve registro de geada em cidades da metade sul do Estado, e chuva congelada em General Carneiro.
A temperatura mais baixa foi -2,4°C, às 7h do dia 11, no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava. A sensação térmica chegou a -7°C em General Carneiro na mesma data, devido ao vento na região.
MONITOR – O Monitor de Secas iniciou em 2014 focado no semiárido, que sofria desde 2012 com a seca mais grave dos últimos 100 anos. Desde 2017 a ANA articula o projeto entre as instituições envolvidas e coordena o processo de elaboração dos mapas.
O Simepar todos os meses faz a análise das regiões Sul e Sudeste, utilizando dados como precipitação, temperatura do ar, índice de vegetação, níveis dos reservatórios e dados de evapotranspiração (a relação entre a temperatura e a evaporação da água). A cada três meses, o Simepar ainda coordena a elaboração do mapa completo.
No Brasil, no mapa divulgado nesta quarta-feira (17), não há registro de seca extrema ou seca excepcional em nenhum estado. A seca grave está concentrada em uma pequena área de São Paulo. A seca moderada, além de atingir o Oeste e Sudoeste do Paraná, é registrada no Noroeste de Santa Catarina e em áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rondônia, Leste do Mato Grosso do Sul, Oeste do Rio de Janeiro, Sudeste do Tocantins, em várias áreas do Nordeste e em pequenas áreas ao Oeste da Amazônia.
A seca fraca está espalhada por todas as regiões do país. Os únicos estados que não têm nenhum registro de seca relativa no mapa de maio do Monitor de Secas são Roraima, Amapá e Mato Grosso.
Fonte: Governo PR
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