Brasil
Passagem aérea nacional teve redução de 20% em novembro
O preço médio das passagens aéreas caiu 20% em novembro de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior. De acordo com levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o preço médio do bilhete aéreo caiu de R$ 758,87, em novembro de 2024, para R$ 607,85, em novembro de 2025.
Na comparação com dados apurados em novembro de 2022 – último ano do governo anterior, quando o tíquete aéreo foi comercializado por valor médio de R$ 727,98 – a queda no indicador foi superior a 16%.
“Mais da metade dos bilhetes aéreos do país foram vendidos, em novembro, por valor abaixo de R$ 500, e quase um terço por até R$ 300. Essa queda consistente ao longo dos últimos anos é fruto do trabalho intenso do Ministério em pautas sensíveis ao setor e em conjunto com a Petrobras para a redução do custo do querosene de aviação (QAv), que representa cerca de 35% dos gastos das companhias aéreas”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. “Custo mais baixo significa tarifa aérea menor e mais acessível ao povo brasileiro”, complementou.
De acordo com o levantamento, os bilhetes vendidos a menos de R$ 300 correspondem a 28,2% de todas as passagens vendidas. Os dados também mostram que 55,6% das passagens custaram menos de R$ 500 e que apenas 6% foram vendidas acima de R$ 1.500. Em novembro de 2024, 17% dos bilhetes aéreos foram comercializados por até R$ 300 e 41,9% por até R$ 500, com 10% deles custando acima de R$ 1.500.
“A redução do preço médio das tarifas aéreas é resultado do aumento de competitividade do setor aéreo brasileiro. O Governo Federal tem trabalhado para criar um ambiente regulatório compatível com as melhores práticas internacionais. Nosso objetivo tem sido estimular a realização de investimentos e atrair novas empresas para o nosso mercado. Isso se traduz em passagens mais acessíveis e em mais brasileiros podendo voar”, declarou o secretário de Aviação Civil, Daniel Longo.
A queda no preço das passagens é um resultado conjunto entre planejamento, confiabilidade do mercado e esforços do Ministério para a redução no preço do QAv, que caiu 4% na comparação entre novembro de 2024 – quando custava R$ 3,72, em média – e novembro de 2025, quando estava cotado a R$ 3,57.
No acumulado de 2025 (janeiro a novembro), a redução no preço das passagens foi de 3%; passando de R$ 658,94, em 2024, para R$ 639,22, em 2025.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
Brasil
Emprego formal teve crescimento de 2,8 milhões de vagas no ano passado, aponta RAIS 2005
O número de empregos formais no país em 2025, englobando o setor público e privado, teve um crescimento de 5%, com acréscimo de 2.838.789 novos vínculos em relação a 31/12/2024, alcançando 59.970.945 vínculos ativos no ano. O número de estabelecimentos passou de 4,7 milhões para 4,8 milhões, um crescimento de 2,1%. O emprego formal nas empresas do setor privado chegou a 40.071.636 vínculos (66,8%), enquanto no setor público a 14.125.683 vínculos (23,6%). As organizações sem fins lucrativos a 6,6% do total (3.959.493 vínculos) e os contratos com pessoas físicas e outras organizações 0,6% (374.420). Os números são da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), divulgados nesta quarta-feira (13), pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho durante coletiva em Brasília.
“Apresentamos recentemente o menor índice de desemprego da história. Estamos num momento bom, apesar dos juros altos. Estamos no rumo certo”, avaliou.
Ele destacou o crescimento de celetistas, que teve acréscimo 5 milhões de vínculos no período, e também da administração pública. “Desde 2023, geramos mais 7,8 milhões de vagas formais no mercado de trabalho, com um crescimento importante no setor público, federal, estadual e municipal, pela realização de novos concursos públicos”, salientou.
Os vínculos não típicos entre os celetistas representaram 10,68% do total, demonstrando estabilidade em comparação com o ano anterior (10,75%). A análise desagregada revela que a maior concentração de vínculos não típicos está entre os trabalhadores com jornada de 30 horas ou menos, totalizando 2.908.729 vínculos, assim como nos trabalhadores vinculados a uma pessoa física (1.422.938vínculos).
Em todos os grandes grupamentos de atividades econômicas houve variação absoluta positiva, sendo maior no setor de Serviços (7,2%, um acréscimo de 2.411.696 vínculos, seguido pelos setores do Comércio (1,7% – 172.827 vínculos), Indústria (1,7% – 153.103 vínculos), Construção Civil (2,5% – 71.816 vínculos), e a Agropecuária (1,6% – 29.322 vínculos).
No setor de serviços, a Administração Pública mostrou um crescimento de 15,2% no número de empregos (1.483.555 vínculos), com a maior parte desse crescimento concentrada nos municípios (18,2% ou 1.182.629) e nos governos estaduais (10,3% ou 408.018 vínculos). Houve aumentos expressivos também na Educação (6,2% ou 212.611 vínculos) e de menor intensidade na saúde humana (4,2% ou 142.598 vínculos).
O setor de Serviços registrou o maior estoque de empregos do ano (35.694.977 vínculos), seguido pelo setor de Comércio (10.486.872 vínculos), pela Indústria (9.016.940 vínculos), Construção (2.956.623 vínculos) e agropecuária (1.812.263 vínculos).
Crescimento regional
O crescimento relativo foi mais intenso nas regiões Nordeste (10,1%, com 1.076.603 vínculos criados), no Norte (10,1% – 354.753 vínculos), no Centro-Oeste (5,7% – 322.513 vínculos) que registraram variações relativas superiores. Já no Sudeste o crescimento chegou a 2,9% (807.240 vínculos), no Sul 2,9% (285.514 vínculos) que também tiveram aumentos absolutos expressivos. A distribuição do emprego formal permaneceu concentrada na região Sudeste (47,4%), seguida pela região Nordeste (19,5%) e pela região Sul (16,8%).
Entre as Unidades da Federação, o maior crescimento relativo do estoque de empregos em comparação a 2024 foi registrado no Amapá (+20,5% – 31.396 vínculos), no Piauí (13,2% – 74.244), em Alagoas (13,0% – 81.633 vínculos) e na Paraíba (12,9% – 103.278 vínculos).
Em variação absoluta, os maiores crescimentos foram em São Paulo +2,3% (357.493 vínculos), na Bahia, com 9,7% (266.035 vínculos), em Minas Gerais, crescimento de 3,7% (224.876) e no Ceará, com aumento de 10,6% (195.462 vínculos).
Os números da RAIS 2025 estão disponíveis no link https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/estatisticas-trabalho/rais/rais-2025/rais-2024
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