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Curitiba

Moradores fecham rua de Curitiba e protestam contra alagamentos: “É um grito de socorro”

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Quatro dias após a forte chuva que provocou alagamentos em várias partes de Curitiba, moradores da Vila Leonice, no bairro Cachoeira, fizeram um protesto na noite desta segunda-feira (13). Eles se utilizaram de móveis perdidos e fogo para fechar a Rua Nair Schultz Helvig e mobilizar a comunidade.

De acordo com Reginaldo da Silva Farina, os alagamentos são constantes na região e o protesto é uma medida de desespero. “Toda vez que chove, é a mesma situação. A gente sabe que é uma situação precária e precisamos que algo seja feito”, disse.

Os moradores confirmam que o protesto tem o objetivo de chamar atenção das autoridades e prometem medidas mais extremas caso não sejam atendidos. “Vamos fechar também a Avenida Anita Garibaldi”, disse Eleonara Correa, se referindo a principal rua da região.

Na região, há uma área de invasão e outra com imóveis regularizados. Os moradores afirmam que todos são afetados pelas chuvas.

Segundo Adenilson de Lara, o protesto foi a forma encontrada por eles para que algo seja feito. “É um grito por socorro. A gente não pode andar por aqui quando chove e precisamos que as autoridades façam algo por nós”, comentou.

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A Banda B entrou em contato com a Prefeitura de Curitiba, que informou que o Departamento de Pontes e Drenagem da Secretaria Municipal de Obras Públicas fará uma vistoria no local e tomará as providências cabíveis.

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Curitiba

Crise de abastecimento de remédios chega aos postos de saúde no Paraná

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A crise de abastecimento de remédio não só continua nas farmácias como já afeta os postos de saúde gerenciados pelas Prefeituras dos municípios do Paraná. Um ofício publicado no dia 22 de junho pelo Consórcio Paraná Saúde, que atua na aquisição de medicamentos para 398 municípios paranaenses, alertou sobre os medicamentos que estarão em falta para os próximos lotes de abastecimento.

Entre os remédios que podem faltar estão alguns essenciais para o tratamento de síndromes respiratórias, como Amoxilina + Clavunalato e Dipirona. Em pelo menos cinco prefeituras, também há falta de Tamiflu, antiviral para pacientes com complicações do vírus Influenza.

Segundo o consórcio, o problema se agravou nas últimas semanas, devido ao avanço da pandemia de coronavírus, ao aumento dos casos de doenças respiratórias em crianças, ao cenário de epidemias de dengue em várias regiões do Estado, e ainda pela falta de princípios ativos para a produção de diversos medicamentos.

Os remédios em falta, segundo o Consórcio Paraná Saúde, são: Amoxicilina + Clavulanato (50 + 12,5 mg/ml – suspensão oral), Dipirona Sódica – comprimido, Dipirona Sódica – solução injetável, Gentamicina 5 mg/ml – solução oftálmica e Hipromelose – 5 mg/ml – solução oftálmica.

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Os medicamentos em falta fazem parte do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF), cuja responsabilidade pela aquisição é das Secretarias Municipais de Saúde para posterior dispensação no nível ambulatorial por meio das Unidades Básicas de Saúde e abastecimento das Unidades de Pronto Atendimento.

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