Agro
51ª Expocitros 2026 projeta inovação, sustentabilidade e avanços estratégicos na citricultura brasileira
A 51ª Expocitros, considerada a maior exposição do setor citrícola do Brasil, será realizada de 26 a 29 de maio de 2026 no Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, em Cordeirópolis (SP). O evento ocorrerá em paralelo à 47ª Semana da Citricultura, reforçando a posição do país como referência global em tecnologia, produção e sanidade dos citros.
Após uma edição histórica em 2025, a expectativa é receber mais de 12 mil visitantes e ampliar a presença das empresas expositoras, com destaque para setores de tecnologia agrícola, automação, startups, bioinsumos, energia, sustentabilidade e gestão.
Público qualificado e impacto digital
O evento deve atrair um público estratégico, incluindo produtores em transição geracional, cooperativas, indústrias, jovens pesquisadores e lideranças técnicas interessadas em inovação e eficiência produtiva. Em 2025, a Expocitros e a Semana da Citricultura impactaram cerca de 300 municípios e alcançaram mais de 10 milhões de pessoas em mídias e canais digitais.
Greening e sanidade dos pomares em foco
A sanidade e o manejo do greening continuarão sendo temas centrais da programação técnica. As discussões incluirão:
- Pesquisas atualizadas sobre o greening;
- Modelos colaborativos de manejo;
- Digitalização e monitoramento de pomares;
- Estratégias integradas e novos materiais genéticos.
O objetivo é fornecer aos produtores ferramentas práticas para reduzir perdas, aumentar a competitividade e garantir a longevidade produtiva dos pomares.
“Mesmo diante de desafios climáticos e sanitários, a citricultura se mantém estratégica e em expansão, reforçando a importância de lideranças preparadas para este novo ciclo”, afirma Dirceu Mattos Jr, Diretor do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC.
Inovação tecnológica como diferencial
Após o sucesso da participação de startups em 2025, a edição de 2026 terá ambiente ainda mais estruturado para tecnologias digitais, incluindo:
- Sensoriamento remoto;
- Inteligência artificial;
- Rastreabilidade;
- Automação agrícola.
A Expocitros busca consolidar-se como o principal polo de inovação aplicada à citricultura do hemisfério sul, aproximando empresas emergentes de grandes indústrias, investidores e centros de pesquisa.
Sustentabilidade e competitividade internacional
A sustentabilidade será outro pilar da edição, com foco em:
- Carbono na citricultura;
- Energia renovável;
- Conservação de solo e água;
- Certificações ambientais.
Segundo Mattos Jr., a iniciativa visa preparar o setor para tendências globais que impactam preço, acesso a mercados e competitividade, especialmente no segmento do suco de laranja, do qual o Brasil é o maior produtor e exportador mundial.
Preparando a citricultura para a próxima década
Mais do que apresentar soluções, a Expocitros 2026 tem o objetivo de antecipar tendências, acelerar inovação e fortalecer a competitividade do setor, conectando ciência, negócios e sustentabilidade.
“O resultado deve ser uma edição ainda mais robusta, moderna e orientada ao futuro, voltada para quem lidera, investe ou produz no setor citrícola brasileiro”, finaliza Mattos Jr.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro
A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.
A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.
Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.
A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.
A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.
A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.
Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.
O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.
A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.
Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.
A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.
Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.
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Fonte: Pensar Agro
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