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Vinhos Larentis celebra 25 anos com edição especial da Colheita Noturna 2026 no Vale dos Vinhedos

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Evento celebra os 25 anos da Vinhos Larentis com edição histórica

A tradicional Colheita Noturna da Vinhos Larentis, uma das experiências mais prestigiadas do Vale dos Vinhedos (RS), ganhará uma edição especial em 2026, marcando o início das comemorações dos 25 anos da vinícola. O evento, reconhecido pela exclusividade e alta procura anual, terá sete datas disponíveis, sendo seis já esgotadas — 31 de janeiro, 7, 14, 21 e 28 de fevereiro e 7 de março.

Com apenas 20 vagas por noite, resta somente o dia 15 de fevereiro ainda disponível, aberto recentemente para atender à crescente demanda.

Colheita sob a lua no histórico Vinhedo Arcângelo

Realizada no Vinhedo Arcângelo, cultivado pela família há mais de 140 anos, a Colheita Noturna é uma experiência imersiva que combina tradição, enoturismo e emoção. A programação tem início às 18h30 e se estende por cerca de 4h30, conduzindo os visitantes por uma jornada que envolve conhecimento, música, gastronomia e a magia do parreiral iluminado pela lua.

O evento começa com recepção e degustação de vinhos Larentis acompanhados de canapés, seguida de um tour técnico guiado pelos enólogos da casa. O público conhece os bastidores da produção, degusta vinhos diretamente dos tanques e visita a cave subterrânea, onde são guardados os rótulos ícones da marca.

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Vindima sob as estrelas e jantar entre as videiras

O momento mais aguardado da noite acontece em duas etapas emocionantes.

Primeiro, os participantes são convidados a realizar a colheita das uvas à noite, ao som de música ao vivo, vivenciando a essência da vindima de forma autêntica e participativa.

Em seguida, o destaque da experiência é o jantar harmonizado servido em uma única mesa montada entre as videiras do Vinhedo Arcângelo. Sob iluminação cênica, o cenário transforma o parreiral em um espaço de celebração, onde gastronomia e memória afetiva se unem em uma noite inesquecível.

Menu especial une sabores italianos e porteños

Para 2026, o menu de cinco etapas celebra a fusão da culinária italiana da família Larentis com influências da gastronomia porteña, cuidadosamente harmonizado com vinhos da marca.

Como tradição, cada participante recebe um rótulo exclusivo elaborado com as uvas colhidas por suas próprias mãos durante o evento. Após cerca de 20 meses de maturação, a vinícola envia aos visitantes uma garrafa personalizada, simbolizando o vinho que nasceu da experiência vivida no vinhedo.

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Experiência exclusiva que conecta pessoas, tradição e vinho

Com vagas extremamente limitadas e procura crescente a cada edição, a Colheita Noturna da Vinhos Larentis se consolidou como uma das experiências mais icônicas do Vale dos Vinhedos.

Em 2026, além de celebrar um quarto de século de história, o evento reafirma o compromisso da vinícola com o enoturismo de excelência, proporcionando vivências únicas e afetivas, nas quais cada visitante se torna parte da história do vinho — da colheita à taça.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtos bovinos brasileiros podem ganhar mais espaço no mercado japonês

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Estabelecimentos brasileiros registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) que produzem produtos bovinos processados têm até as 18h desta segunda-feira (31.08) para manifestar interesse em participar da auditoria sanitária que o Japão realizará no Brasil e que poderá ampliar o acesso de produtos bovinos processados ao mercado japonês. A iniciativa ocorre em meio ao esforço brasileiro para aumentar a presença da pecuária nacional em um dos mercados de carne mais exigentes e valorizados do mundo.

A chamada foi aberta pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para identificar estabelecimentos interessados e preparados para receber a missão japonesa. O trabalho será conduzido pelas autoridades sanitárias do Japão e deverá avaliar as condições brasileiras de produção e processamento.

A lista inclui produtos como carne bovina desidratada, conhecida internacionalmente como beef jerky, envoltórios bovinos submetidos a tratamento térmico e o chamado Prime Beef, produto elaborado a partir de colágeno bovino e extrato de carne.

O objetivo da auditoria é revisar o Programa de Verificação de Exportação (EVP, na sigla em inglês), conjunto de procedimentos que estabelece as condições que os estabelecimentos brasileiros precisam cumprir para vender determinados produtos ao Japão.

Na prática, uma avaliação favorável poderá permitir a inclusão de novos produtos e estabelecimentos brasileiros no comércio com o país asiático.

O prazo desta segunda-feira não significa, portanto, abertura automática do mercado. Ele representa uma etapa preparatória para a auditoria e para a negociação sanitária necessária antes da autorização das exportações.

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A movimentação ganha importância porque o Japão é fortemente dependente da importação de alimentos. Cerca de 60% das calorias consumidas pela população japonesa têm origem externa, ao mesmo tempo em que o país mantém padrões sanitários rigorosos para entrada de produtos agropecuários.

Na carne bovina, aproximadamente 70% do consumo japonês é abastecido por importações. Austrália e Estados Unidos estão entre os principais fornecedores, enquanto o Brasil ainda busca ampliar sua participação nesse mercado.

A abertura para a carne bovina brasileira in natura é uma negociação separada e muito mais ampla, que se arrasta há mais de duas décadas. Brasil e Japão decidiram acelerar as discussões e estabeleceram a realização de inspeções técnicas como uma das etapas necessárias para avançar na avaliação de risco.

Por isso, embora a auditoria relacionada ao prazo de segunda-feira seja destinada a produtos processados, o movimento ocorre dentro de uma aproximação sanitária e comercial mais abrangente entre os dois países.

Para a pecuária brasileira, conquistar espaço no Japão teria importância que vai além do volume vendido. O país asiático é considerado um mercado de elevado valor agregado e possui exigências sanitárias capazes de funcionar como referência para outros compradores.

A diversificação também ganhou importância neste segundo semestre. As exportações brasileiras de carne bovina chegaram a 1,97 milhão de toneladas entre janeiro e julho, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o setor enfrenta mudanças nas condições de acesso a alguns de seus principais destinos.

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Nesse cenário, ampliar o número de compradores reduz a dependência de poucos mercados e aumenta as alternativas comerciais dos frigoríficos. O efeito pode chegar ao pecuarista por meio de maior disputa pela matéria-prima e da valorização de animais que atendam às exigências dos destinos mais remuneradores.

A abertura de um mercado, entretanto, não termina com a autorização sanitária. Frigoríficos precisam cumprir requisitos específicos de produção, processamento, rastreabilidade e certificação para serem habilitados a exportar.

É justamente esse processo que começa agora para os produtos incluídos na chamada. Os estabelecimentos interessados devem encaminhar a documentação por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do respectivo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), para que a manifestação chegue ao Mapa dentro do prazo.

Manifestações apresentadas depois das 18h desta segunda-feira não serão consideradas.

A auditoria japonesa será o passo seguinte. Se o resultado permitir a revisão das regras atuais, o Brasil poderá acrescentar novos produtos bovinos à pauta de exportações para o Japão enquanto continua negociando o objetivo de maior peso econômico para a pecuária nacional: a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira in natura.

Fonte: Pensar Agro

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