Agro
Vazio sanitário da soja começa nesta quinta (15) em Mato Grosso
Começa quinta-feira (15.06), em Mato Grosso (há um calendário, com datas de cada Estado ) o período chamado de “Vazio Sanitário da Soja”. O Vazio Sanitário da Soja é um período de 60 dias, definido por lei, onde fica proibido o cultivo de soja. Durante esse período, os agricultores são obrigados a eliminar todas as plantas de soja existentes em seus campos, visando quebrar o ciclo de vida de insetos e doenças que afetam a cultura da soja.
Essas pragas podem causar danos significativos às lavouras, reduzindo a produtividade e prejudicando a qualidade dos grãos. Ao eliminar a presença da soja no campo, espera-se que a população desses insetos e doenças como a ferrugem asiática, seja drasticamente reduzida, diminuindo a necessidade de uso de agrotóxicos e contribuindo para uma produção mais sustentável.
O ALERTA – Desde sua introdução no Brasil, em 2001, a ferrugem asiática da soja é a mais severa doença da cultura. Segundo levantamentos do Consórcio Antiferrugem, a doença pode levar a perdas de até 80%, se não for controlada, enquanto os custos com o controle da ferrugem e de outras doenças para os agricultores no Brasil excedem US$ 2 bilhões por safra.
O fungo é capaz de se adaptar às estratégias de controle, seja pela perda da sensibilidade aos fungicidas ou da “quebra” da resistência genética presente em algumas cultivares de soja, de modo que o número de soluções práticas para o controle da doença ainda é limitado.
De acordo com a pesquisadora Claudia Godoy, da Embrapa Soja, as estratégias de manejo estão centradas em práticas como o Vazio Sanitário, a utilização de cultivares de ciclo precoce e semeadura no início da época recomendada como estratégia de escape da doença, a adoção de cultivares resistentes, o respeito ao calendário de semeadura e a utilização de fungicidas.
Fonte: Pensar Agro
Agro
Safrinha de milho 2026 avança no Centro-Sul, mas calor e falta de chuva preocupam produtores
Plantio da safrinha de milho acelera no Centro-Sul
O plantio da safrinha de milho 2026 atingiu 31% da área estimada no Centro-Sul do Brasil até a última quinta-feira (12), de acordo com levantamento da AgRural. O ritmo representa um avanço em relação à semana anterior, quando o índice era de 22%, embora ainda esteja abaixo dos 36% registrados no mesmo período do ano passado.
Mato Grosso mantém liderança, mas clima traz alerta
O estado de Mato Grosso segue na dianteira das atividades, impulsionado por boas condições de solo e clima favorável para o avanço das máquinas. Logo atrás está o Paraná, onde a situação é mais delicada. As temperaturas elevadas e o tempo mais seco já começam a preocupar produtores, especialmente nas lavouras que se encontram em fase de germinação e desenvolvimento vegetativo.
Em Mato Grosso do Sul, cenário semelhante é observado, com a falta de umidade se tornando um desafio crescente para o desenvolvimento saudável das plantas.
Colheita do milho verão 2025/26 avança lentamente
Enquanto a safrinha ganha ritmo, o milho verão 2025/26 estava 22% colhido no Centro-Sul até o dia 12, avanço sobre os 15% da semana anterior. Apesar da melhora, o percentual segue abaixo dos 29% observados há um ano.
No Rio Grande do Sul, as lavouras plantadas mais tarde enfrentam impactos da estiagem, o que pode reduzir a produtividade em algumas regiões.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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