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Vasco arranca virada heróica nos acréscimos contra Fluminense no Maracanã

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Em uma noite de tirar o fôlego no Maracanã, o Vasco da Gama protagonizou uma virada espetacular sobre o Fluminense, vencendo o clássico por 3 a 2 pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. A emocionante vitória, sacramentada nos instantes finais, impulsiona o Cruzmaltino para a 10ª posição na tabela, com oito pontos, distanciando-o da zona de rebaixamento. Para o Tricolor das Laranjeiras, que chegou a estar vencendo por dois gols de diferença, a derrota significa a perda da chance de se aproximar dos líderes, mantendo-se na quarta colocação com 13 pontos.

O jogo

O clássico começou de forma avassaladora para o Fluminense. Com apenas 55 segundos de jogo, um erro na saída de bola do Vasco, com um recuo equivocado de Hugo Moura, colocou a bola nos pés de Lucho Acosta. O meia prontamente acionou Canobbio, que não perdoou e mandou para o fundo da rede, abrindo o placar.

No segundo tempo, o Fluminense parecia determinado a liquidar a fatura. Aos oito minutos, após uma bela troca de passes, a bola encontrou Hércules, que desferiu um chute certeiro, sem chances para o goleiro Léo Jardim, ampliando a vantagem para 2 a 0 e deixando a torcida tricolor em êxtase.

Reação Cruzmaltina e virada improvável no apagar das luzes

Quando muitos já davam a vitória como garantida para o Fluminense, o Vasco iniciou sua improvável reação. Aos 13 minutos da etapa final, após uma cobrança de escanteio, Nuno Moreira acertou um bom chute, diminuindo a diferença e reacendendo a esperança cruzmaltina. O gol deu novo ânimo ao time de Renato Gaúcho, que passou a pressionar em busca do empate.

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A persistência vascaína foi recompensada aos 42 minutos. Em uma falta levantada na área, Spinelli subiu mais alto que a defesa e cabeceou com precisão, balançando as redes e igualando o marcador, para a festa da torcida do Vasco e a apreensão da torcida adversária.

Mas o drama não terminaria aí. Nos acréscimos, aos 50 minutos da etapa complementar, em um lance digno de filme, Thiago Mendes aproveitou um cruzamento na área e, também de cabeça, marcou o gol da virada. Uma explosão de alegria tomou conta do Maracanã, selando a vitória emocionante do Vasco por 3 a 2.

Próximos desafios

O Vasco terá outro desafio em casa, recebendo o Grêmio em São Januário no domingo, 22 de março de 2026, às 16h (de Brasília).

Já o Fluminense buscará a recuperação no sábado, 21 de março de 2026, às 18h30 (de Brasília), quando enfrenta o Atlético-MG novamente no Maracanã.

FICHA TÉCNICA
                                                           VASCO 3 x 2 FLUMINENSE
Competição Campeonato Brasileiro | 7ª rodada
Local Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data 18 de março de 2026 (quarta-feira)
Horário 21h30 (de Brasília)
Cartões Amarelos Saldívia e Thiago Mendes (Vasco)
Cartões Vermelhos Nenhum
Arbitragem
Árbitro Raphael Claus (SP)
Assistentes Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Fabrini Bevilaqua Costa (SP)
VAR Wagner Reway (SC)
Gols
Fluminense Agustín Canobbio, ao 1′ do 1ºT
Hércules, aos 8′ do 2ºT
Vasco Nuno Moreira, aos 13′ do 2ºT
Claudio Spinelli, aos 42′ do 2ºT
Thiago Mendes, aos 50′ do 2ºT
Escalações
Vasco Léo Jardim, Paulo Henrique (Puma Rodríguez), Saldivia, Robert Renan e Cuiabano; Hugo Moura (Rojas), Thiago Mendes e Tchê Tchê; Nuno Moreira (Brenner), Andrés Gómez (Adson) e David (Spinelli)
Técnico: Renato Portaluppi
Fluminense Fábio; Samuel Xavier (Guga), Jemmes, Ignacio e Renê; Martinelli (Otávio), Hércules e Lucho Acosta (Ganso); Savarino (Serna), Canobbio e John Kennedy (Castillo)
Técnico: Luís Zubeldía

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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