Connect with us


Paraná

Unidades do Gaeco de Maringá e Umuarama deflagram operações simultâneas contra lideranças de grupo criminoso com atuação em vários estados

Publicado em

Os núcleos regionais de Maringá e Umuarama do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagraram na manhã desta quarta-feira, 22 de outubro, de forma simultânea, duas operações que apuram a prática do crime de organização criminosa por lideranças de uma facção com atuação no estado do Paraná e em outras unidades da federação. No total, foram cumpridos 69 mandados, sendo 27 de busca e apreensão, 35 mandados de prisão preventiva e 6 de prisão temporária, além de uma prisão em flagrante e de ordens de sequestro de altas quantias em dinheiro.

Operação Mosaico – Na região de Umuarama, no Noroeste do estado, foi realizada a Operação Mosaico. As investigações revelaram a atuação de uma organização criminosa composta por 35 pessoas. A descoberta ocorreu a partir da análise de anotações manuscritas apreendidas pela Polícia Penal no interior da Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste, que indicam que essas pessoas exerciam funções de liderança em uma facção criminosa. Na Operação Mosaico, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e 35 de prisão preventiva.

As ordens judiciais, deferidas pela Vara Criminal de Cruzeiro do Oeste, foram cumpridas nos municípios de Cruzeiro do Oeste, Guaíra, Maringá e Piraquara. A ação contou com o apoio da Polícia Penal e da Polícia Militar.

Leia mais:  Sanepar abre inscrições para evento internacional sobre inovações e tecnologias para água

Operação Trama de Ferro – Na região de Maringá, no Norte Central do estado, foi realizada a Operação Trama de Ferro, durante a qual foram cumpridos sete mandados de prisão temporária, 24 mandados de busca e apreensão e medidas de sequestro de valores contra 27 alvos, com valor total estimado em R$ 3,5 milhões. Expedidas pela 1ª Vara Criminal de Paranavaí, as ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Paranavaí, Iporã, Guaíra e Sarandi, em endereços relacionados aos investigados. A ação contou com o apoio da Polícia Militar e da Polícia Penal.

As investigações tiveram início em janeiro de 2025, após o Gaeco de Maringá receber denúncia sobre o envolvimento de um agente público com membros de facção criminosa atuante no tráfico de drogas dentro de unidade prisional. Com o aprofundamento das investigações, foi possível identificar o envolvimento direto e estruturado de integrantes de uma organização criminosa nacionalmente conhecida que, mesmo presos, continuavam coordenando o tráfico de drogas na região de Paranavaí, em atuação conjunta com pessoas em liberdade.

Leia mais:  Beto Moraes planeja deixar a Câmara de Curitiba

Grupo Especializado – O Gaeco é composto por membros e servidores do Ministério Público, além de policiais civis, militares, penais e integrantes da Polícia Científica, que atuam sob a coordenação do MP. As principais atribuições do Grupo são a investigação de crimes organizados e de delitos praticados por agentes e autoridades públicas, entre outros. Atualmente, o Gaeco do MPPR está estruturado em dez núcleos regionais, distribuídos em todo o estado: Curitiba, Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Londrina, Maringá, Paranaguá, Ponta Grossa e Umuarama.

Aviso de coletivas de imprensa

Umuarama
Às 11 horas, na sede do MPPR em Umuarama (Rua Des. Antônio Franco Ferreira da Costa, 3683 – Zona I), integrantes do Gaeco e de outros órgãos que participaram da Operação Mosaico atenderão a imprensa para esclarecimento de dúvidas.

Paranavaí
Também às 11 horas, na sede do MPPR em Paranavaí (Avenida Maringá, 1422), integrantes do Gaeco e de outros órgãos que participaram da Operação Trama de Ferro atenderão a imprensa para esclarecimento de dúvidas.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook

Paraná

Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

Published

on

O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

Leia mais:  Educação ambiental: IAT prepara a estreia do Castrapet no Verão Maior Paraná

A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

Leia mais:  Sanepar abre inscrições para evento internacional sobre inovações e tecnologias para água

TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262