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Curitiba

Um em cada cinco curitibanos admite usar o celular enquanto dirige

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Bem Paraná

Quase um quinto dos motoristas curitibanos admite que usa o celular enquanto dirige. O dado faz parte do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2018, divulgado no começo desta semana pelo Ministério da Saúde e serve de alerta para as causas de acidentes de trânsito no País. Segundo a pesquisa feita por meio de entrevistas, 18,22% dos curitibanos ouvidos disseram que já usaram o celular ao volante.

Além disso, o Vigitel ainda perguntou se o motorista já havia dirigido após beber qualquer quantidade de bebeida alcóolica. A resposta foi positiva para 7,91% dos entrevistados. Ainda em relação ao consumo de álcool, uma outra questão inquiriu se isso já havica ocorrido após o consumo abusivo, e a resposta sim para 0,40% dos motoristas da Capital. Com relação a multas recebidas nos últimos doze meses, 10,4% dos curitibanos confessaram terem sido multados.

As capitais que apresentaram maior percentual de uso de celular por condutores foram Belém (24%), Rio Branco (23,8%) e Cuiabá (23,7%), seguido por Vitória (23,3%), Fortaleza (23,2%), Palmas (22,4%), Macapá e São Luís (22,3%). Por outro lado, as capitais com menor uso de celular durante a condução de veículo foram: Salvador (14,1%), Rio de Janeiro (17,1%), São Paulo (17,2%) e Manaus (17,7%). Curitiba aparece como a sexta capital com menor índice.

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Na média nacional, o índice fica mnuito perto de Curitiba — 19,3% da população das capitais brasileiras usam o celular enquanto dirige.

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Curitiba

Jovem que estava desaparecida foi assassinada em Curitiba

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Desaparecida desde outubro deste ano, a jovem Ana Carla Dalacosta de Menezes foi encontrada morta em Curitiba. O corpo já havia sido localizado na manhã do dia 10 do mês passado, mas só nesta sexta-feira (19) foi identificado.

Ana era moradora de Rolândia e foi considerada desaparecida após sair de casa informando que iria atrás de um emprego em Maringá. Alguns dias depois, ela teria sido vista em Apucarana.

No entanto, Ana viajou para Curitiba e foi brutalmente assassinada na capital paranaense. O corpo foi localizado em chamas às margens do Rio Belém, na Rua Sérgio Venci, por moradores da região. A Guarda Municipal foi chamada e controlou o fogo.

A Polícia Científica realizou a perícia e contratou que ela pode ter sido morta asfixiada, antes de atearem fogo no corpo.

Nos últimos dias, o pai da vítima divulgou nas redes sociais sobre o seu desaparecimento, pois estranhou que ela estava há muitos dias sem se comunicar com a família. Ao descobrir que havia um corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Curitiba, que batia com as características de Ana Carla, familiares foram até a capital e com um exame de arcada dentária, conseguiram confirmar que se tratava dela. A família também reconheceu as roupas que ela usava.

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A Divisão de Homicídios segue com a investigação para tentar identificar o autor ou autores do crime. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de Ana Carla após ser liberado, deverá ser encaminhado para Rolândia onde acontecerá o enterro.

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