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Tribunal do Júri em Piraquara sentencia a 60 anos de prisão em regime fechado homem denunciado pelo MPPR pela morte da mulher e do enteado de 9 anos

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Em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, durante julgamento realizado nesta quinta-feira, 23 de novembro, o Tribunal do Júri sentenciou a 60 anos de prisão em regime fechado um réu denunciado pelo Ministério Público do Paraná por dois homicídios qualificados. Ele matou a mulher e o filho dela, de apenas 9 anos. O crime ocorreu em setembro de 2021. O casal era conhecido na cidade por cantarem músicas gospel.

As vítimas foram mortas em casa, a facadas, durante a noite. Após o crime, o denunciado fugiu. Ele e a mulher, que era uma cantora gospel, ainda tinham uma filha, de 2 anos, que foi deixada trancada na casa, com os corpos da mãe e do irmão. No julgamento, o Conselho de Sentença acatou integralmente a denúncia do MPPR de que a mulher foi morta com as qualificadoras de meio cruel, que dificultou a defesa da vítima, e feminicídio, e o menino, por meio cruel, que dificultou a defesa da vítima, e com objetivo de ocultar a prática de crime anterior.

Indenização – O réu já se encontra preso preventivamente e deve iniciar de imediato o cumprimento da pena, sem direito de recorrer em liberdade. Além da prisão, ele foi sentenciado a pagar uma indenização para a filha dele e da vítima, fixada em valor mínimo de R$ 1 milhão. Conforme a sentença, “para lhe trazer o mínimo de segurança financeira durante sua infância e adolescência”.

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Processo número: 0005360-55.2021.8.16.0034

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4469

Fonte: Ministério Público PR

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MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”

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No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.

Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).

Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).

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A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.

Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.

Matéria anterior:

14/07/2026 – MPPR denuncia vereadora de Matinhos e seu marido, investigados por exigirem repasse de parte das diárias recebidas por assessores lotados em seu gabinete

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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