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Tribunal do Júri de Reserva condena homem denunciado pelo MPPR a 14 anos e 6 meses de reclusão por crime cometido em via pública na véspera de Natal

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O Tribunal do Júri de Reserva, no Centro-Oriental do estado, condenou a 14 anos e 6 meses de reclusão um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pela prática de duas tentativas de homicídio duplamente qualificadas. O crime ocorreu na véspera de Natal de 2020 e expôs várias pessoas a risco.

Áudio do Promotor de Justiça Otavio Guizzo Duncan Couto

Segundo a denúncia oferecida pela Promotoria de Justiça de Reserva, o crime foi cometido em via pública do bairro São Francisco, na noite da véspera de Natal de 2020. O condenado efetuou seis disparos de arma de fogo, que atingiram as duas vítimas.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente as teses do MPPR, que sustentou as qualificadoras de motivo fútil — decorrente de um desentendimento banal anterior entre o agressor e os homens baleados — e do uso de meio que resultou em perigo comum, uma vez que os tiros foram disparados em via pública, onde outras pessoas poderiam ter sido atingidas.

Processo 0001651-10.2020.8.16.0143

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
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(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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Ministério Público denuncia por cárcere privado e violência psicológica homem que manteve mulher confinada na própria casa em Colombo

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O Ministério Público do Paraná denunciou pelo crime de cárcere privado e violência psicológica um homem investigado por manter a mulher com quem convivia confinada, por cerca de um ano, em sua própria residência, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. A vítima, que tem um filho ainda criança, foi resgatada na última sexta-feira, 7 de agosto, após conseguir enviar um e-mail pedindo ajuda a um serviço da Secretaria da Mulher do Município. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 11 de agosto, pela 3ª Promotoria de Justiça de Colombo.

De acordo com o apurado, o denunciado controlava e restringia a liberdade da mulher, mantendo as grades e janelas da residência fechadas e a porta trancada por fora nas ocasiões em que estava ausente, somente permitindo que ela deixasse o imóvel mediante sua autorização. Ele ainda instalou um sistema de monitoramento por câmeras na residência para vigiá-la, além de controlar o uso de telefone celular, o acesso telefônico e às redes sociais, condições que a impediam de manter contato com amigos ou familiares e dificultavam qualquer tentativa de pedido de ajuda.

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Agressões – Durante o período em que manteve a então convivente em cárcere privado, o homem também fez uso de violência física, dentre outras condutas. Com a prática dos atos, o acusado causou grave dano emocional à vítima, prejudicando sua saúde psicológica.

Preso em flagrante na última sexta-feira (7), ele teve a prisão convertida em preventiva, a pedido do Ministério Público do Paraná, que também requereu a aplicação de medidas protetivas de urgência em favor da mulher e da criança. Além da condenação às penas previstas na legislação, o Ministério Público requer, com o oferecimento da denúncia, a fixação da obrigação de pagamento de valor mínimo a título de reparação pelos danos morais causados à vítima.

Processo 0008078-67.2026.8.16.0028 (sob sigilo)

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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