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Supremo deve decidir esta semana se atende à AGU e prorroga por 120 dias a lei de MT
A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou no último dia útil de dezembro de 2025, no Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido para que seja prorrogada por mais 120 dias a suspensão da lei estadual de Mato Grosso que veda benefícios fiscais e concessão de terrenos públicos a empresas que aderem a acordos comerciais de limitação da expansão agropecuária, como o caso da Moratória da Soja.
O pedido está nas mãos do ministro Flávio Dino, que deve decidir nos próximos dias se a norma estadual (Lei nº 12.709/2024, em vigor desde 1º de janeiro de 2026), continua valendo ou fica suspensa conforme pediu a AGU. A manifestação foi protocolada no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7774, da qual Flávio Dino é relator.
Argumentos da AGU
Na petição, a AGU sustenta que a aplicação imediata da lei pode levar empresas do setor a abandonarem a Moratória da Soja, acordo voluntário firmado entre grandes compradores para não adquirir soja produzida em áreas da Amazônia desmatadas após julho de 2008.
Segundo a AGU, com base em nota técnica do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o esvaziamento do acordo, sem a criação simultânea de um novo modelo institucional, pode gerar prejuízos ambientais imediatos, especialmente no bioma Amazônia, além de insegurança jurídica para empresas e investidores.
O órgão também defende que o tema seja discutido em um fórum de diálogo entre governo e setor privado, no âmbito da Câmara de Promoção da Segurança Jurídica no Ambiente de Negócios da AGU (Sejan). O pedido para abertura desse debate partiu do próprio Ministério do Meio Ambiente.
Na avaliação da AGU, o Brasil precisa avançar para um modelo mais amplo de acompanhamento estatal de acordos privados voluntários, sem se restringir a iniciativas isoladas como a Moratória da Soja, mas garantindo previsibilidade jurídica e coerência com a política ambiental e comercial do país.
Impacto para o agronegócio
A decisão do STF é acompanhada de perto pelo setor produtivo, especialmente no Mato Grosso, maior produtor de soja do país. A lei estadual foi defendida por entidades rurais como uma reação ao que classificam como restrições comerciais privadas que vão além da legislação ambiental brasileira.
Por outro lado, tradings e empresas exportadoras avaliam que a retirada de incentivos pode afetar contratos internacionais e o acesso a mercados que exigem compromissos ambientais, como a União Europeia.
A expectativa é que o ministro Flávio Dino se manifeste ainda nesta semana sobre o pedido da AGU, enquanto o julgamento definitivo da constitucionalidade da lei segue pendente no plenário do Supremo.
Veja mais sobre a polêmica da Moratória, clicando aqui.
Fonte: Pensar Agro
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Suinfair 2026 reforça valorização da carne suína e aproxima produção do consumidor final
Suinfair 2026 amplia foco e fortalece imagem da carne suína no mercado
A Suinfair 2026 chega com uma proposta ampliada e passa a reforçar de forma mais direta o debate sobre a valorização da carne suína e sua conexão com o consumidor final.
Além dos temas tradicionais ligados à produção, gestão, tecnologia e mercado, o evento incorpora uma agenda voltada ao fortalecimento da imagem da proteína suína, à ampliação do consumo e ao impacto positivo em toda a cadeia produtiva.
Evento destaca integração entre produção e consumo na suinocultura
A edição de 2026 reforça a importância de aproximar o que é produzido dentro das granjas da percepção de valor no mercado consumidor.
A proposta central é evidenciar que produção, consumo e posicionamento de produto são elos interligados, fundamentais para o desenvolvimento sustentável da suinocultura.
Dentro desse contexto, o evento contará com a participação de Netão – Bom Beef, referência no segmento de carnes e na comunicação com o consumidor final.
Comunicação e posicionamento ganham espaço na cadeia da carne suína
A presença de convidados ligados ao consumo e à experiência com proteínas animais reforça a estratégia de aproximar o público da realidade da produção e ampliar a valorização da carne suína.
A iniciativa busca fortalecer a percepção de qualidade, eficiência produtiva e versatilidade da proteína suína no mercado brasileiro.
Vale do Piranga consolida protagonismo na suinocultura mineira
A Suinfair é realizada no Vale do Piranga, região que concentra cerca de 35% do rebanho suíno de Minas Gerais e é reconhecida como o maior polo da suinocultura independente do país.
O território se consolida como referência nacional na produção e organização da cadeia suinícola, reunindo produtores, indústrias e agentes do setor.
Suinfair 2026 reforça papel estratégico na cadeia produtiva
Com programação voltada aos diferentes elos da cadeia, a Suinfair 2026 se consolida como um ambiente estratégico de integração entre produção, mercado e consumo.
O evento busca fortalecer o desenvolvimento da suinocultura brasileira, ampliando o diálogo entre eficiência produtiva, valorização da proteína e posicionamento no mercado.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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