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Agro

Setor de bioenergia afirma que etanol não deve ser usado como moeda de troca

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Etanol é tratado como ativo estratégico pelo setor

Durante as recentes tratativas comerciais entre Brasil e Estados Unidos, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) e a Bioenergia Brasil reforçaram a importância do etanol para a soberania energética do país. Segundo nota das entidades, obtida pelo Portal do Agronegócio, “o etanol é um ativo estratégico de soberania nacional e não pode ser tratado como moeda de troca em negociações comerciais”.

As organizações, que representam os principais grupos da cadeia de açúcar e biocombustíveis do Brasil, também declararam confiança na condução responsável do governo brasileiro nas negociações e pedem que qualquer discussão sobre tarifas proteja a estabilidade do setor e a liderança do país na transição para uma matriz energética de baixo carbono.

Pressão americana sobre tarifas do etanol

As tarifas aplicadas pelo Brasil ao etanol estrangeiro estão entre os principais pontos de discordância com os Estados Unidos. O USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA) abriu uma investigação sobre supostas “práticas desleais de comércio”, citando a elevação da alíquota brasileira para 18% como motivo para a queda das exportações americanas do produto.

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Esses fatores geraram especulações sobre uma possível revisão das tarifas como forma de facilitar o diálogo com Washington.

Entidades desmentem sugestões de redução de tarifas

Em comunicado conjunto, Unica, Bioenergia Brasil e empresas associadas — incluindo Copersucar, FS e Raízen — negaram rumores de que teriam recomendado ao governo brasileiro uma diminuição nas tarifas de importação do etanol como um gesto para os Estados Unidos.

“A informação não procede. Mantemos posição unificada em defesa da previsibilidade regulatória, da reciprocidade comercial e do respeito às regras internacionais, pilares que garantem a competitividade da bioenergia brasileira e protegem o interesse nacional”, destacaram.

O setor reafirmou que qualquer debate sobre política tarifária deve respeitar princípios de estabilidade e soberania, preservando o etanol como componente estratégico da matriz energética sustentável do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Ministro André de Paula participa do lançamento do Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participa, nesta terça-feira (26), às 10h, da cerimônia de lançamento do Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica (Sispa), ferramenta criada para modernizar e integrar o processo de registro de agrotóxicos no país.

A solenidade, na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), contará ainda com a participação do presidente da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), embaixador Ruy Pereira; do diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Leandro Safatle; e do secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Adalberto Maluf.

O sistema atende às determinações da Lei nº 14.785/2023 e permitirá maior integração, agilidade e transparência na tramitação dos processos de registro.

SERVIÇO:

Lançamento do Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica (Sispa)

Data: terça-feira (26)
Horário: 10h
Local: Auditório Moacir Micheletto – Sede do Ministério da Agricultura e Pecuária

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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