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Política Nacional

Senado participará da FliParaíba 2025

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O Senado estará presente na segunda edição do Festival Literário Internacional da Paraíba (FliParaíba 2025), no Centro Cultural São Francisco, em João Pessoa. O evento, com entrada gratuita, será realizado entre quinta-feira (27) e sábado (29), com o tema “Nossa Língua, Nossa Gente: Ancestralidade, Identidade e o Futuro da Democracia”.

A Livraria do Senado levará mais de 2,1 mil livros divididos em 110 títulos de seu catálogo, que inclui desde publicações sobre legislações diversas a obras clássicas relacionadas à história do Brasil, lançadas pelo seu Conselho Editorial. Todos os livros serão vendidos a preço de custo.

Obras 

Entre as obras em destaque no estande do Senado está 30 Anos na Paraíba —Memórias Corográficas e Outras Memórias, de Léon Francisco Rodriguez Clerot. A obra reúne memórias do autor reunidas em três décadas em que ele se dedicou ao estudo e à ciência no estado. Clerot foi cientista, engenheiro, geógrafo, filósofo, professor, poliglota e folclorista. O livro apresenta ainda um glossário de termos geográficos, botânicos, zoológicos, etnográficos, históricos, folclóricos e da toponímia paraibana, de origem tupi-guarani.

Outro destaque entre as obras sobre o estado é A Paraíba e seus Problemas, de José Américo de Almeida. A publicação em dois volumes retrata a realidade social da Paraíba e do povo paraibano dos anos 20 do século passado. A obra, que completou 100 anos em 2024, apresenta uma análise geográfica e social do estado e o modo de vida dos seus habitantes daquele tempo.

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Arquivo S

Também estará no FliParaíba a 10ª edição da coleção de livros Arquivo S – O Senado na História do Brasil. O Arquivo S é um projeto editorial que apresenta episódios marcantes da história do país pela perspectiva do Senado.

Desde 2015, a cada ano é lançado um livro que compila as reportagens publicadas on-line, mensalmente, na coluna Arquivo S da Agência Senado. Os textos são elaborados a partir dos documentos do Arquivo do Senado — que incluem discursos, debates e projetos de lei dos senadores de cada época. Os documentos mais antigos remontam a 1826, ano de inauguração do Senado.

Destaques

Entre os livros enviados especialmente para o evento também está o Atlas Histórico-Econômico do Brasil no Século XIX, que neste ano foi finalista da segunda edição do Prêmio Jabuti Acadêmico, na categoria Prêmio Especial de Divulgação Científica. O livro teve a colaboração de 20 pesquisadores e foi publicado pelo Senado em parceria com a Editora da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Para o público infanto-juvenil, estarão disponíveis os livros ilustrados da série Em Miúdos — quadrinhos sobre legislação e cidadania que apresentam a Constituição, o Código de Defesa do Consumidor, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei Maria da Penha e outras leis brasileiras com linguagem simples e divertida.

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A Livraria do Senado

Com mais de 50 anos de existência, a Livraria do Senado tem como missão disseminar o conhecimento e promover a democracia por meio de livros impressos e digitais publicados na Casa.

Compromissada com o interesse público, a livraria oferece obras a preço de custo com frete grátis pelo site http://livraria.senado.leg.br. A maior parte de seu acervo também está disponível gratuitamente em formato digital.

Conheça, também, o perfil @livrariadosenado no Instagram: http://www.instagram.com/livrariadosenado.

Serviço

2º FliParaíba

Data: 27, 28 e 29 de novembro de 2025
Local: Centro Cultural São Francisco, em João Pessoa
Gratuito

Livraria do Senado

Contato para mais informações e entrevistas:
Abelardo Mendes Jr – 61 99158-8896

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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